{"id":22252,"date":"2008-12-10T19:24:36","date_gmt":"2008-12-10T19:24:36","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=22252"},"modified":"2008-12-10T19:24:36","modified_gmt":"2008-12-10T19:24:36","slug":"secretario-do-mj-e-procuradora-discutem-suspensao-de-portaria-por-conta-do-horario-de-verao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=22252","title":{"rendered":"Secret\u00e1rio do MJ e procuradora discutem suspens\u00e3o de portaria por conta do hor\u00e1rio de ver\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t    <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western padrao\">O jornalismo do <em>Crian&ccedil;a e Consumo <\/em>ouviu dois dos principais representantes do Estado na discuss&atilde;o sobre o cumprimento parcial da Classifica&ccedil;&atilde;o Indicativa nas regi&otilde;es brasileiras que n&atilde;o seguem o hor&aacute;rio de ver&atilde;o. O Secret&aacute;rio Nacional de Justi&ccedil;a, Romeu Tuma J&uacute;nior, que tamb&eacute;m &eacute; membro titular do Conselho Nacional dos Direitos da Crian&ccedil;a e do Adolescente (Conanda), falou sobre a pol&ecirc;mica e esclareceu todo o processo desde que o ministro da Justi&ccedil;a, Tarso Genro, cedeu &agrave;s press&otilde;es das emissoras de TV para que n&atilde;o cumprissem a regra de hor&aacute;rio de exibi&ccedil;&atilde;o da Classifica&ccedil;&atilde;o Indicativa nos seguintes estados: Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, (parte do) Par&aacute;, Acre, Rond&ocirc;nia e Roraima. &ldquo;As concession&aacute;rias precisam entender que hor&aacute;rio indicativo &eacute; hor&aacute;rio indicativo em qualquer parte do pa&iacute;s, independente de fuso ou hor&aacute;rio de ver&atilde;o. Se o programa n&atilde;o &eacute; recomendado para ser exibido antes das 20 horas em S&atilde;o Paulo, tamb&eacute;m n&atilde;o deve ser veiculado antes das 20 horas no Acre&rdquo;, disse Romeu Tuma Jr. ao Crian&ccedil;a e Consumo.<\/p>\n<p>J&aacute; a Procuradora Federal dos Direitos do Cidad&atilde;o, Gilda Carvalho, reafirmou a posi&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal &ndash; contr&aacute;ria aos argumentos das empresas de comunica&ccedil;&atilde;o &ndash; e disse que j&aacute; recebeu um documento da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Emissoras de R&aacute;dio e Televis&atilde;o (Abert) sobre os supostos preju&iacute;zos das emissoras caso elas tenham de cumprir as regras. &ldquo;N&atilde;o h&aacute; argumento que justifique a viola&ccedil;&atilde;o dos direitos garantidos a esses 26 milh&otilde;es de crian&ccedil;as e adolescentes&rdquo;, enfatizou a procuradora.<\/p>\n<p>Confira as entrevistas:<\/p>\n<p>Secret&aacute;rio Nacional de Justi&ccedil;a, Romeu Tuma J&uacute;nior:<\/p>\n<p><strong>Qual &eacute; a import&acirc;ncia da Classifica&ccedil;&atilde;o Indicativa no &acirc;mbito dos direitos da inf&acirc;ncia e da juventude? E que conseq&uuml;&ecirc;ncias podemos esperar caso as emissoras de televis&atilde;o n&atilde;o fa&ccedil;am um adapta&ccedil;&atilde;o da grade de programa&ccedil;&atilde;o nos estados que n&atilde;o seguem o hor&aacute;rio de ver&atilde;o?<br \/><\/strong>A classifica&ccedil;&atilde;o indicativa &eacute; uma informa&ccedil;&atilde;o sobre o conte&uacute;do de audiovisuais quanto &agrave; adequa&ccedil;&atilde;o de hor&aacute;rio, local e faixa et&aacute;ria para serem exibidos. Ela &eacute; um instrumento de prote&ccedil;&atilde;o e promo&ccedil;&atilde;o dos direitos humanos, uma vez que &eacute; dever do Estado, da fam&iacute;lia e da sociedade colocar a crian&ccedil;a e o adolescente a salvo de toda forma de neglig&ecirc;ncia, discrimina&ccedil;&atilde;o, explora&ccedil;&atilde;o, viol&ecirc;ncia, crueldade e opress&atilde;o.<br \/>A classifica&ccedil;&atilde;o permite que as fam&iacute;lias selecionem a programa&ccedil;&atilde;o televisiva ou audiovisual mais adequada para crian&ccedil;as e adolescentes, com base nas informa&ccedil;&otilde;es oferecidas pelo Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, que se baseia na quantidade e no n&iacute;vel de cenas de viol&ecirc;ncia, sexo e drogas que apresenta determinada obra. Classificar, portanto, pressup&otilde;e, &uacute;nica e exclusivamente, aplicar sobre as obras crit&eacute;rios que recomendam hor&aacute;rios para exibi&ccedil;&otilde;es de cenas de sexo e viol&ecirc;ncia. N&atilde;o h&aacute; proibi&ccedil;&atilde;o a opini&otilde;es ou conte&uacute;dos diversos e nenhum programa deixar&aacute; de ser exibido. Poder&aacute;, apenas, ter seu hor&aacute;rio de exibi&ccedil;&atilde;o adequado &agrave; regulamenta&ccedil;&atilde;o.<br \/>A maioria das crian&ccedil;as brasileiras n&atilde;o tem TV a cabo, bab&aacute; e, muitas vezes, fica sozinha enquanto os pais trabalham ou procuram emprego. Neste sentido, cada um deve fazer a sua parte: o Estado oferecer informa&ccedil;&atilde;o sobre o conte&uacute;do audiovisual (como determina a Constitui&ccedil;&atilde;o), os pais orientarem seus filhos sobre a programa&ccedil;&atilde;o adequada e &agrave;s emissoras cabe o papel de ser respons&aacute;veis e exibir uma programa&ccedil;&atilde;o que respeite &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, o Estatuto da Crian&ccedil;a e do Adolescente e desta forma as milhares de crian&ccedil;as e jovens que t&ecirc;m na TV, muitas vezes, a &uacute;nica alternativa de entretenimento.<br \/>As emissoras que n&atilde;o adaptarem sua grade de programa&ccedil;&atilde;o onde n&atilde;o vigora a hora oficial de Bras&iacute;lia, como conseq&uuml;&ecirc;ncia, ir&atilde;o expor milh&otilde;es de crian&ccedil;as brasileiras a programas incompat&iacute;veis com suas idades. As concession&aacute;rias precisam entender que hor&aacute;rio indicativo &eacute; hor&aacute;rio indicativo em qualquer parte do pa&iacute;s, independente de fuso ou hor&aacute;rio de ver&atilde;o. Se o programa n&atilde;o &eacute; recomendado para ser exibido antes das 20 horas em S&atilde;o Paulo, tamb&eacute;m n&atilde;o deve ser veiculado antes das 20 horas no Acre.<\/p>\n<p><strong>A Secretaria Nacional de Justi&ccedil;a avalia a possibilidade de modificar ou acrescentar informa&ccedil;&otilde;es na Portaria que determinou a Classifica&ccedil;&atilde;o Indicativa a fim de evitar a pol&ecirc;mica nos pr&oacute;ximos anos?<br \/><\/strong>O empenho da Secretaria Nacional de Justi&ccedil;a e de todos que se somaram nos diversos est&aacute;gios do processo de formata&ccedil;&atilde;o da Portaria 264\/07, que foi revogada pela 1.220\/07, converge agora para o aperfei&ccedil;oamento da nova regulamenta&ccedil;&atilde;o da classifica&ccedil;&atilde;o indicativa da TV e h&aacute; possibilidade das informa&ccedil;&otilde;es contidas na Portaria 1.220\/07 serem atualizadas e esclarecidas.<\/p>\n<p><strong>O senhor pode detalhar um pouco mais sobre o conte&uacute;do do parecer que a SNJ est&aacute; preparando? Existe um prazo para que esse documento seja apresentado?<br \/><\/strong>A Secretaria Nacional de Justi&ccedil;a (SNJ), ap&oacute;s reuni&atilde;o com Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF), est&aacute; elaborando parecer t&eacute;cnico detalhado para subsidiar sua decis&atilde;o a ser revista ou n&atilde;o, contendo para tanto, considera&ccedil;&otilde;es e alega&ccedil;&otilde;es das partes envolvidas (SNJ\/MJ, MPF e Abert). O documento ainda cont&eacute;m an&aacute;lises sobre o Estatuto da Crian&ccedil;a e do Adolescente, a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, manifesta&ccedil;&otilde;es de entidades ligadas &agrave; defesa da crian&ccedil;a e do adolescente, entre outras. A SNJ aguarda parecer do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal com considera&ccedil;&otilde;es solicitadas &agrave; Abert, sobre os dados concretos e consistentes a respeito dos preju&iacute;zos que as emissoras teriam ao adaptar sua grade de programa&ccedil;&atilde;o ao novo hor&aacute;rio. Acredito que at&eacute; o fim de dezembro a decis&atilde;o final ser&aacute; divulgada.<\/p>\n<p><strong>Gostaria que o senhor explicasse resumidamente o processo de discuss&atilde;o do assunto desde que o Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a acatou o pedido da Abert para n&atilde;o considerar fuso hor&aacute;rio como hor&aacute;rio de ver&atilde;o.<br \/><\/strong>Sobre a classifica&ccedil;&atilde;o indicativa nos Estados em que n&atilde;o h&aacute; hor&aacute;rio de ver&atilde;o, o Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, esclarece:<br \/>1. O Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a (MJ) deferiu o parecer da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Emissoras de R&aacute;dio e Televis&atilde;o (Abert) que diz que hor&aacute;rio de ver&atilde;o &eacute; diferente de fuso hor&aacute;rio, como ocorreu no ano passado.<br \/>2. Em nenhum momento o MJ deixou de considerar a solicita&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal para que as TVs n&atilde;o cumpram a classifica&ccedil;&atilde;o indicativa nos Estados em que n&atilde;o h&aacute; hor&aacute;rio de ver&atilde;o.<br \/>3. A Secretaria Nacional de Justi&ccedil;a (SNJ) elabora parecer t&eacute;cnico detalhado para subsidiar sua decis&atilde;o a ser revista ou n&atilde;o, contendo para tanto, considera&ccedil;&otilde;es e alega&ccedil;&otilde;es das partes envolvidas (SNJ\/MJ, MPF e Abert).<br \/>4. O parecer a ser elaborado pela SNJ n&atilde;o trata sobre as perdas das emissoras de TV, como noticiado em alguns ve&iacute;culos.<br \/>5. No &uacute;ltimo dia 12\/11, o secret&aacute;rio nacional de Justi&ccedil;a, Romeu Tuma J&uacute;nior e a equipe t&eacute;cnica do Departamento de Justi&ccedil;a, Classifica&ccedil;&atilde;o, T&iacute;tulos e Qualifica&ccedil;&atilde;o (Dejus) receberam a procuradora federal dos Direitos do Cidad&atilde;o, Gilda Carvalho, o procurador regional da Rep&uacute;blica, Jos&eacute; Elaeres e a procuradora da Rep&uacute;blica, Luciana Loureiro para tratar do cumprimento integral da Portaria n&ordm; 1220, que regulamenta a classifica&ccedil;&atilde;o indicativa, durante o hor&aacute;rio de ver&atilde;o. No encontro, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF) reafirmou sua posi&ccedil;&atilde;o quanto &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o das regras da classifica&ccedil;&atilde;o indicativa nos programas de TV nos estados atingidos pelo hor&aacute;rio de ver&atilde;o.<br \/>O MPF se comprometeu em solicitar a Abert dados concretos e consistentes sobre os preju&iacute;zos que as emissoras teriam ao adaptar sua grade de programa&ccedil;&atilde;o ao novo hor&aacute;rio, em vigor desde 19 de outubro, aos estados do Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, (parte do) Par&aacute;, Acre, Rond&ocirc;nia e Roraima, tendo em vista a alega&ccedil;&atilde;o feita pela Abert junto ao MPF, segundo informou a pr&oacute;pria procuradora.<\/p>\n<p>*********************<\/p>\n<p>Gilda Carvalho, Procuradora Federal dos Direitos do Cidad&atilde;o, do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal.<\/p>\n<p><strong>Qual &eacute; a posi&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; atual situa&ccedil;&atilde;o de cumprimento parcial da Classifica&ccedil;&atilde;o Indicativa nos estados que n&atilde;o seguem o hor&aacute;rios de ver&atilde;o?<br \/><\/strong>O entendimento da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidad&atilde;o (PFDC) &eacute; que a Portaria n&ordm; 1220\/2007 deve ser integralmente cumprida. H&aacute; uma recomenda&ccedil;&atilde;o para que o Ministro da Justi&ccedil;a reconsidere a sua posi&ccedil;&atilde;o de suspens&atilde;o da citada Portaria. A PFDC espera que a quest&atilde;o seja resolvida o quanto antes.<\/p>\n<p><strong>Segundo a Secretaria Nacional de Justi&ccedil;a, o MPF teria se comprometido a cobrar da Abert informa&ccedil;&otilde;es sobre os eventuais preju&iacute;zos das emissoras caso elas tenham que adaptar as grades de programa&ccedil;&atilde;o. H&aacute; de fato esse compromisso? Qual &eacute; o prazo para a entrega desse material?<br \/><\/strong>A Secretaria Nacional de Justi&ccedil;a foi informada que a PFDC solicitou &agrave; Abert esclarecimentos sobre os custos alegados pelas emissoras. A resposta chegou esta semana [referente aos dias 1 e 5 de dezembro] e foi encaminhada ao Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a. Na vis&atilde;o da PFDC, a Abert responde com n&uacute;meros que n&atilde;o esclarecem, pois n&atilde;o permitem dimensionar que percentual os custos alegados pelas emissoras representam na receita proveniente da explora&ccedil;&atilde;o comercial de canal de TV concedido gratuitamente pelo Estado.<\/p>\n<p><strong>Em janeiro j&aacute; houve uma discuss&atilde;o semelhante, em que a Abert alegava que hor&aacute;rio de ver&atilde;o n&atilde;o poderia ser entendido como fuso hor&aacute;rio. Na sua avalia&ccedil;&atilde;o, o que poderia ser feito para assegurar que a pol&ecirc;mica n&atilde;o exponha mais uma vez cerca de 26 milh&otilde;es de crian&ccedil;as a conte&uacute;dos impr&oacute;prios?<br \/><\/strong>N&atilde;o existe a diferen&ccedil;a que as emissoras alegam. As autoridades e as emissoras precisam observar a Constitui&ccedil;&atilde;o e o Estatuto da Crian&ccedil;a e do Adolescente, que determinam que todas as meninas e todos os meninos brasileiros sejam protegidos da exposi&ccedil;&atilde;o a conte&uacute;dos televisivos impr&oacute;prios para sua forma&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o h&aacute; argumento que justifique a viola&ccedil;&atilde;o dos direitos garantidos a esses 26 milh&otilde;es de crian&ccedil;as e adolescentes.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O jornalismo do Crian&ccedil;a e Consumo ouviu dois dos principais representantes do Estado na discuss&atilde;o sobre o cumprimento parcial da Classifica&ccedil;&atilde;o Indicativa nas regi&otilde;es brasileiras que n&atilde;o seguem o hor&aacute;rio de ver&atilde;o. 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