{"id":22107,"date":"2008-11-11T17:05:31","date_gmt":"2008-11-11T17:05:31","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=22107"},"modified":"2008-11-11T17:05:31","modified_gmt":"2008-11-11T17:05:31","slug":"inclusao-digital-ganha-carta-de-belem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=22107","title":{"rendered":"Inclus\u00e3o digital ganha Carta de Bel\u00e9m"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western padrao\">A inclus&atilde;o digital avan&ccedil;a no Brasil, vencendo barreiras como grandes dist&acirc;ncias, dificuldades de acesso e a precariedade de uma rede de prote&ccedil;&atilde;o social em itens como educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica de qualidade nos mais de 5.500 munic&iacute;pios. Essa &eacute; a primeira constata&ccedil;&atilde;o que se tira da 7&ordf; Oficina para Inclus&atilde;o Digital, que terminou na sexta-feira (7), no Hangar &#8211; Centro de Conven&ccedil;&otilde;es e Feiras da Amaz&ocirc;nia. <\/p>\n<p>O evento reuniu representantes de todos os estados do Brasil &ndash; foram mais de tr&ecirc;s mil participantes, grande parte deles pertencente ao movimento social, cujas lutas acompanham a pr&oacute;pria mobilidade social do Brasil: poucos anos atr&aacute;s, o alvo da luta era a pobreza, a falta de justi&ccedil;a social; hoje, &eacute; tamb&eacute;m a inclus&atilde;o digital, o uso do computador como ferramenta econ&ocirc;mica, social e cultural no mundo moderno, sempre em &iacute;ntima rela&ccedil;&atilde;o com quest&otilde;es como o meio ambiente e a distribui&ccedil;&atilde;o de renda. <\/p>\n<p>O evento discutiu, em Bel&eacute;m, os principais temas envolvendo a inform&aacute;tica, como o recondicionamento de computadores, a extens&atilde;o do acesso por banda larga aos lugares mais distantes e crimes pela internet. <\/p>\n<p>A semana, organizada pelo governo federal em coopera&ccedil;&atilde;o com o governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento, Ci&ecirc;ncia e Tecnologia (Sedect) e da Empresa de Processamento de Dados do Par&aacute; (Prodepa), &eacute; o principal f&oacute;rum nacional de debate de temas envolvendo inclus&atilde;o digital e tem dado significativas contribui&ccedil;&otilde;es para o avan&ccedil;o do acesso ao computador no Brasil. <\/p>\n<p>O secret&aacute;rio-adjunto da Sedect, Jo&atilde;o Weyl, agradeceu, no encerramento da semana, a todos os participantes e aos que, em Bel&eacute;m, ajudaram a concretizar a iniciativa. Weyl tamb&eacute;m destacou a import&acirc;ncia do programa Navega Par&aacute; enquanto iniciativa relevante para a inclus&atilde;o digital na Amaz&ocirc;nia. <\/p>\n<p>O Navega Par&aacute; &eacute; uma realiza&ccedil;&atilde;o do governo do Estado em parceria com a Eletronorte, que cedeu quase dois mil quil&ocirc;metros de fibra &oacute;ptica que o governo, em projeto de coopera&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica, transformou em servi&ccedil;os, como inclus&atilde;o digital (ser&atilde;o cerca de 100 infocentros p&uacute;blicos e gratuitos at&eacute; o final do ano, em mais de 50 munic&iacute;pios), al&eacute;m de interligar &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos por internet de alta velocidade e melhorar os servi&ccedil;os em &aacute;reas como educa&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e seguran&ccedil;a. <\/p>\n<p>&ldquo;O Navega Par&aacute; &eacute;, na verdade, um sistema p&uacute;blico de comunica&ccedil;&atilde;o, estruturado numa regi&atilde;o onde o acesso &agrave; internet &eacute; dificultado pelas grandes dist&acirc;ncias e dif&iacute;cil acesso, e que conseguimos viabilizar num tempo curt&iacute;ssimo&rdquo;, disse Jo&atilde;o Weyl. &ldquo;O Navega &eacute; um exemplo nacional por combinar as tecnologias da fibra &oacute;ptica com o r&aacute;dio (Wi-max) e deve ganhar uma amplitude muito maior, interligando Estados, como o Maranh&atilde;o, o Tocantins e o Amap&aacute;, com sa&iacute;da real para o exterior a partir das Guianas, projeto que j&aacute; estamos debatendo&rdquo;. <\/p>\n<p>A 7&ordf; Oficina para Inclus&atilde;o Digital elaborou a Carta de Bel&eacute;m, que enumera as principais metas no tema da inclus&atilde;o digital para o Brasil e para o Par&aacute;. Entre as metas, a universaliza&ccedil;&atilde;o do acesso ao computador e &agrave; internet, a democratiza&ccedil;&atilde;o do acesso aos conte&uacute;dos, o uso do computador para a inclus&atilde;o social e o debate e encaminhamento de outros grandes temas, como desenvolvimento econ&ocirc;mico e meio ambiente. <\/p>\n<p>Leia a &iacute;ntegra da Carta de Bel&eacute;m <\/p>\n<p>&ldquo;<strong>Carta de Bel&eacute;m do Par&aacute; &ndash; VII Oficina para Inclus&atilde;o Digital<\/strong> <\/p>\n<p>Nesta s&eacute;tima edi&ccedil;&atilde;o da Oficina de inclus&atilde;o digital, entidades da sociedade civil envolvidas com os temas centrais das tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o para o desenvolvimento humano, econ&ocirc;mico e social, apresentam sua pauta para a formula&ccedil;&atilde;o de uma pol&iacute;tica p&uacute;blica, integradora neste campo. Esta carta expressa um consenso trabalhado a partir dos avan&ccedil;os j&aacute; consolidados na VI Oficina de Salvador. Os que a subscrevem assumem o compromisso p&uacute;blico de faz&ecirc;-la circular amplamente entre gestores p&uacute;blicos nas diferentes esferas governamentais e repercuti-la junto &agrave;s demais entidades da sociedade civil. <\/p>\n<p>Desde a realiza&ccedil;&atilde;o da primeira Oficina para inclus&atilde;o digital, em 2001, o pa&iacute;s vem alcan&ccedil;ando parte das metas propostas pela sociedade civil para inclus&atilde;o digital. Exemplos disso s&atilde;o as iniciativas de recondicionamento de equipamentos e metareciclagem; o uso e a migra&ccedil;&atilde;o para Software Livre nas iniciativas p&uacute;blicas e governamentais de inclus&atilde;o digital; a pol&iacute;tica de desenvolvimento de Software P&uacute;blicos e a cria&ccedil;&atilde;o de um Grupo de Trabalho para definir a integra&ccedil;&atilde;o das iniciativas de inclus&atilde;o digital no Pa&iacute;s. <\/p>\n<p>Superando obst&aacute;culos e diverg&ecirc;ncias, constru&iacute;mos um discurso comum que orienta nossas a&ccedil;&otilde;es. A inclus&atilde;o digital est&aacute; presente em v&aacute;rias a&ccedil;&otilde;es do Governo Federal, que agora convergem para uma a&ccedil;&atilde;o unificada. <\/p>\n<p>Mas h&aacute; uma quest&atilde;o grave, que tem impacto negativo sobre a causa da inclus&atilde;o digital. Esta carta repudia o Projeto de Lei 84\/99 (ex-PLC 89\/03), que trata &quot;dos crimes contra a seguran&ccedil;a dos sistema informatizados&quot;. Aprovado no Senado no dia 9 de julho, este projeto continua em tramita&ccedil;&atilde;o no Congresso Nacional. Entendemos que esta proposta inviabiliza a inclus&atilde;o digital no Brasil. O projeto &eacute; nocivo para a sociedade, porque trata o compartilhamento de conhecimento como crime, sem a exist&ecirc;ncia de uma legisla&ccedil;&atilde;o que trate de direitos na internet. <\/p>\n<p>Os artigos 285-A, 285-B, 163-A, 171 e 22 implantam uma situa&ccedil;&atilde;o de vigilantismo na rede. Os defensores do projeto dizem que eles visam impedir a&ccedil;&otilde;es criminais na internet, mas eles n&atilde;o ser&atilde;o eficazes para isso. Na verdade, abrem espa&ccedil;o para a viola&ccedil;&atilde;o de direitos civis b&aacute;sicos. Em s&iacute;ntese, o projeto coloca em risco a pol&iacute;tica de amplia&ccedil;&atilde;o das redes abertas comunit&aacute;rias de banda larga, a liberdade de compartilhamento, de express&atilde;o, de cria&ccedil;&atilde;o, de acesso, de privacidade e o direito ao anonimato. <\/p>\n<p>Diante disso, reiteramos nosso rep&uacute;dio ao Projeto de Lei em quest&atilde;o. Propomos que ele seja retirado da pauta, porque sua aprova&ccedil;&atilde;o vai coibir o avan&ccedil;o da liberdade de express&atilde;o e de cria&ccedil;&atilde;o. Propomos ainda que se abra um debate p&uacute;blico com todos os interessados, na busca da cria&ccedil;&atilde;o de uma nova lei que regule adequadamente o tema. Sem ferir as redes abertas, a liberdade de express&atilde;o e a inclus&atilde;o e a cultura digital. <\/p>\n<p>N&oacute;s insistimos que o Brasil precisa de uma pol&iacute;tica p&uacute;blica integrada que coloque a cidadania no horizonte da sociedade da informa&ccedil;&atilde;o. Sendo assim, reivindicamos um conjunto de a&ccedil;&otilde;es gerais para uma pol&iacute;tica p&uacute;blica de tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o a servi&ccedil;o da inclus&atilde;o digital: <\/p>\n<p>1.Que todas as esferas de governo desenvolvam e implementem planos de inclus&atilde;o digital como forma de integrar a&ccedil;&otilde;es, racionalizar e otimizar recursos p&uacute;blicos. &Eacute; importante que a sociedade civil visualize de forma precisa qual ente governamental coordena e responde pelas a&ccedil;&otilde;es de inclus&atilde;o digital, de forma a poder participar do debate, contribuir e fiscalizar; <\/p>\n<p>2.Que se amplie e dissemine o debate com toda sociedade civil visando construir consenso para avan&ccedil;ar na implementa&ccedil;&atilde;o de marcos regulat&oacute;rios e de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que assegurem a sustentabilidade e perman&ecirc;ncia de iniciativas de inclus&atilde;o digital. Isso vai superar os obst&aacute;culos que se interp&otilde;em num contexto de descontinuidades geradas pelas mudan&ccedil;as de gest&atilde;o; <\/p>\n<p>3.Que os diversos programas sociais e pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, voltados para assist&ecirc;ncia social, crian&ccedil;a e adolescente, inser&ccedil;&atilde;o produtiva, educa&ccedil;&atilde;o de jovens e adultos tenham como um de seus componentes as a&ccedil;&otilde;es de inclus&atilde;o digital; <\/p>\n<p>4.Libera&ccedil;&atilde;o imediata dos fundos p&uacute;blicos, em especial do FUST, para a implanta&ccedil;&atilde;o de programas e projetos de inclus&atilde;o digital por parte dos governos federal, estaduais e municipais, bem como diretamente por organiza&ccedil;&otilde;es da sociedade civil; <\/p>\n<p>5.Uma pol&iacute;tica p&uacute;blica que estimule a redu&ccedil;&atilde;o significativa dos pre&ccedil;os de conex&atilde;o &agrave; Internet, tanto para o usu&aacute;rio final como para os provedores locais de servi&ccedil;os de Internet; <\/p>\n<p>6.Assegurar recursos p&uacute;blicos e um marco legal habilitador para a implementa&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de munic&iacute;pios digitais que contemplem projetos de inclus&atilde;o digital p&uacute;blicos e gratuitos como redes de conex&atilde;o &agrave; internet comunit&aacute;rias, telecentros comunit&aacute;rios e conex&otilde;es compartilhadas; <\/p>\n<p>7.Monitoramento sistem&aacute;tico e regular das metas de universaliza&ccedil;&atilde;o dos contratos de concess&atilde;o na &aacute;rea de telecomunica&ccedil;&otilde;es, para garantir amplas facilidades para iniciativas locais de inclus&atilde;o digital; <\/p>\n<p>8.Acesso ison&ocirc;mico aos pontos de presen&ccedil;a das espinhas dorsais em cada munic&iacute;pio, tanto para provedores de servi&ccedil;os locais como para iniciativas de inclus&atilde;o digital, bem como garantia regulat&oacute;ria que esses pontos de presen&ccedil;a tenham banda de alta disponibilidade &agrave; medida que expandam sua utiliza&ccedil;&atilde;o no munic&iacute;pio; <\/p>\n<p>9.Que as iniciativas de inclus&atilde;o digital se aliem a um verdadeiro processo de democratiza&ccedil;&atilde;o dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o, reconhecendo e incrementando as r&aacute;dios comunit&aacute;rias; <\/p>\n<p>10.Que as iniciativas de inclus&atilde;o digital assegurem uma gest&atilde;o participativa das comunidades onde est&atilde;o localizadas e que este seja um crit&eacute;rio preponderante nos editais p&uacute;blicos; <\/p>\n<p>11.Que as pol&iacute;ticas de inclus&atilde;o digital fomentem o associativismo, o cooperativismo e as a&ccedil;&otilde;es de economia solid&aacute;ria; <\/p>\n<p>12.Fortalecer e incentivar iniciativas de inclus&atilde;o digital que promovam as l&iacute;nguas, os dialetos, as identidades culturais, regionais e &eacute;tnicas; <\/p>\n<p>13.Que os planos de inclus&atilde;o digital venham acompanhados de medidas efetivas de promo&ccedil;&atilde;o da transpar&ecirc;ncia e acesso livre &agrave; informa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica e de avan&ccedil;os de pol&iacute;ticas de governo eletr&ocirc;nico, ocasionando uma maior participa&ccedil;&atilde;o da sociedade na esfera p&uacute;blica; <\/p>\n<p>14.Que os ambientes de inclus&atilde;o digital estejam de acordo com a legisla&ccedil;&atilde;o vigente no pa&iacute;s e acordos internacionais que tratam a quest&atilde;o da acessibilidade, garantindo &agrave;s pessoas com defici&ecirc;ncia o acesso aos bens e servi&ccedil;os p&uacute;blicos; <\/p>\n<p>15.Implementar a&ccedil;&otilde;es eficazes junto aos inclu&iacute;dos digitalmente, trabalhando de forma cr&iacute;tica e construtiva o tema da conscientiza&ccedil;&atilde;o s&oacute;cio-ambiental; <\/p>\n<p>16.Incentivo a iniciativas de inclus&atilde;o digital relacionadas &agrave; forma&ccedil;&atilde;o, produ&ccedil;&atilde;o e compartilhamento de informa&ccedil;&atilde;o, conte&uacute;do e de conhecimento; <\/p>\n<p>17.Que o desenvolvimento da TV digital garanta a interatividade plena a todos os cidad&atilde;os e cidad&atilde;s, viabilizando a interface entre TV e servi&ccedil;os IP, al&eacute;m da produ&ccedil;&atilde;o e difus&atilde;o de conte&uacute;dos livres pela sociedade civil, com a garantia de canais p&uacute;blicos de veicula&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;veis no espectro em todos os munic&iacute;pios em que a tecnologia for implementada e sem limita&ccedil;&atilde;o de c&oacute;pias em alta defini&ccedil;&atilde;o para materiais com licen&ccedil;as abertas; <\/p>\n<p>18.Que as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de inclus&atilde;o digital incluam as quest&otilde;es de g&ecirc;nero, ra&ccedil;a, LGBT (gays, l&eacute;sbicas, bissexuais e transg&ecirc;neros), os povos ind&iacute;genas, quilombolas, assentamentos rurais e as comunidades de pescadores; <\/p>\n<p>19.O Governo Federal deve, de forma efetiva, investir e alavancar investimentos para iniciativas de inclus&atilde;o digital atrav&eacute;s da cria&ccedil;&atilde;o de um sistema que viabilize recursos para a remunera&ccedil;&atilde;o dos que trabalham diretamente nas unidades instalada dos projetos; <\/p>\n<p>20.Incentivar a cria&ccedil;&atilde;o de redes de forma&ccedil;&atilde;o continuada dos recursos humanos que trabalham em projetos de inclus&atilde;o digital, assim como de redes de compartilhamento e de trocas de experi&ecirc;ncias e conte&uacute;dos; <\/p>\n<p>21.Que os planos de inclus&atilde;o digital e programas de expans&atilde;o de conectividade e infra-estrutura l&oacute;gica fomentados pela esfera p&uacute;blica cheguem &agrave;s regi&otilde;es remotas e isoladas, bem como localidades de baixa densidade populacional; <\/p>\n<p>22.Apoiar a consolida&ccedil;&atilde;o do sistema brasileiro de governan&ccedil;a da Internet, conduzido pelo Comit&ecirc; Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), para estimular o debate nacional sobre os temas da governan&ccedil;a da Internet discutidos nos f&oacute;runs internacionais; <\/p>\n<p>23.Reafirmamos a defesa da realiza&ccedil;&atilde;o de uma Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o ampla, democr&aacute;tica e participativa, constru&iacute;da a partir de etapas locais e regionais, com apoio e participa&ccedil;&atilde;o dos setores envolvidos em projetos de inclus&atilde;o digital; <\/p>\n<p>24.Reivindicamos a cria&ccedil;&atilde;o em lei do Conselho Nacional de Inclus&atilde;o Digital, com ampla participa&ccedil;&atilde;o de entidades da sociedade civil e movimentos sociais. O conselho deve participar da defini&ccedil;&atilde;o das principais diretrizes da pol&iacute;tica p&uacute;blica de inclus&atilde;o digital do pa&iacute;s, bem como do co-gerenciamento dos recursos p&uacute;blicos previstos para esse fim. A iniciativa deve ser replicada nos Estados e Munic&iacute;pios; <\/p>\n<p>25.Que os planos e a&ccedil;&otilde;es de inclus&atilde;o digital venham acompanhados de metodologias e projetos pedag&oacute;gicos, que levem em conta as particularidades regionais, e agregue possibilidades de integrar did&aacute;tica, forma&ccedil;&atilde;o humana e profissional. <\/p>\n<p>Subscrevem esta carta: <\/p>\n<p>Cidadania Digital <br \/>Coletivo Digital <br \/>Intervozes <br \/>Associa&ccedil;&atilde;o Software Livre<br \/>Rede Marista de Solidariedade (RS)<br \/>Rits <br \/>Sampa.org<br \/>Projeto Sa&uacute;de &amp; Alegria&quot;  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A inclus&atilde;o digital avan&ccedil;a no Brasil, vencendo barreiras como grandes dist&acirc;ncias, dificuldades de acesso e a precariedade de uma rede de prote&ccedil;&atilde;o social em itens como educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica de qualidade nos mais de 5.500 munic&iacute;pios. 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