{"id":22104,"date":"2008-11-11T13:50:31","date_gmt":"2008-11-11T13:50:31","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=22104"},"modified":"2014-09-07T02:57:33","modified_gmt":"2014-09-07T02:57:33","slug":"garantia-da-liberdade-de-expressao-avanca-ainda-timidamente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=22104","title":{"rendered":"Garantia da liberdade de express\u00e3o avan\u00e7a, ainda timidamente"},"content":{"rendered":"<p><!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western padrao padrao\">Quando tratou de legislar sobre a liberdade de express&atilde;o, a Assembl&eacute;ia Nacional Constituinte de 1988 mostrou-se decidida a registrar que o pa&iacute;s sa&iacute;a de um longo per&iacute;odo ditatorial. T&atilde;o decidida, que o texto constitucional traz dois artigos dedicados a consagrar este direito: o 5o, dentro do cap&iacute;tulo Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos, e o 220, no cap&iacute;tulo Da Comunica&ccedil;&atilde;o Social.<\/p>\n<p>Passados 20 anos, a redundante conquista encontra-se no centro de diversas pol&ecirc;micas. A motiva&ccedil;&atilde;o para tantas delas &eacute; menos a redund&acirc;ncia em si e mais os diversos e distintos interesses que foram acomodados pela Constitui&ccedil;&atilde;o. A tens&atilde;o entre tantos interesses n&atilde;o se esgotou com a duplicidade do registro da liberdade de express&atilde;o como direito fundamental dos brasileiros em 1988, mas, ao contr&aacute;rio, parece renovada em 2008 pelos mais recentes e acalorados debates sobre projetos de lei e medidas governamentais que perpassam o tema. <\/p>\n<p>Em um invent&aacute;rio m&iacute;nimo, nos &uacute;ltimos anos a liberdade de express&atilde;o esteve no cerne de discuss&otilde;es sobre as propostas de regula&ccedil;&atilde;o da propaganda de bebidas e da publicidade infantil, o estabelecimento de regras para a classifica&ccedil;&atilde;o indicativa de programas de TV e a tentativa de se criar uma Ag&ecirc;ncia Nacional do Audiovisual que regulasse todo o setor. Em todos estes casos, foi evocada a possibilidade de cada uma destas iniciativas constituir-se em embara&ccedil;o ao direito de liberdade de express&atilde;o.   <\/p>\n<p>Pol&ecirc;micas podem ser consideradas parte do processo de consolida&ccedil;&atilde;o de um direito. &ldquo;Nenhum direito humano &eacute; absoluto. Eles s&atilde;o interdependentes, inter-relacionados. &Eacute; muito comum que eles entrem em conflito e isso n&atilde;o &eacute; uma aberra&ccedil;&atilde;o&rdquo;, explica Paula Martins, coordenadora do escrit&oacute;rio brasileira da ONG Artigo 19. &ldquo;O amadurecimento do debate sobre o que &eacute; a liberdade de express&atilde;o &eacute; que leva a ver quais os limites leg&iacute;timos a que ele est&aacute; submetido. O problema &eacute; identificar limites ileg&iacute;timos.&rdquo; <\/p>\n<p>Do ponto de vista constitucional, a l&oacute;gica &eacute; a mesma. Como aponta Jos&eacute; Eduardo Rom&atilde;o, doutorando em Direito Constitucional pela UnB e ex-diretor do Departamento de Justi&ccedil;a do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, a &ldquo;Constitui&ccedil;&atilde;o acolhe as diferentes pretens&otilde;es, as diferentes vis&otilde;es de mundo, de estilos de vida&rdquo; e s&oacute; na sua aplica&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&otilde;es reais pode-se chegar a um equil&iacute;brio entre elas.<\/p>\n<p><strong>Falsa pol&ecirc;mica<\/strong><\/p>\n<p>Se os embates s&atilde;o esperados e at&eacute; ben&eacute;ficos, ao tornarem mais claros o que se pode colocar sob o chap&eacute;u da liberdade de express&atilde;o, o principal problema parece ser a polariza&ccedil;&atilde;o do debate em torno de uma falsa pol&ecirc;mica: a de que o estabelecimento de quaisquer limites &agrave;s atividades midi&aacute;ticas representam atentados &agrave; esta liberdade. O argumento tem sido repetidamente evocado pelo setor empresarial da comunica&ccedil;&atilde;o, dos radiodifusores aos publicit&aacute;rios. <\/p>\n<p>Nos longos anos que antecederam a implanta&ccedil;&atilde;o da classifica&ccedil;&atilde;o indicativa na TV, a medida foi seguidamente comparada &agrave; volta da censura. &quot;O Estado n&atilde;o tem direito de impor a sua vis&atilde;o de mundo. N&atilde;o existe instrumento mais democr&aacute;tico do que o controle remoto. O Estado pretender impor hor&aacute;rio ou pr&eacute;via submiss&atilde;o aos programas &eacute; pr&aacute;tica inaceit&aacute;vel. &Eacute; censura. Levamos muito tempo para nos livrar disso e n&atilde;o queremos que volte&quot;, sustentava Luiz Alberto Barroso, advogado contratado pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Emissoras de R&aacute;dio e TV (Abert), em junho de 2007, durante um dos epis&oacute;dios mais marcantes da disputa. Barroso falava durante um semin&aacute;rio realizado pelo Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, ladeado por parte do elenco da Rede Globo, mobilizado pela empresa para defender a causa. [<a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=18550\">Saiba mais.<\/a> ]<\/p>\n<p>A estrat&eacute;gia do advogado da Abert foi &ldquo;fatiar&rdquo; a Constitui&ccedil;&atilde;o e o artigo 220 em especial. A proibi&ccedil;&atilde;o da censura est&aacute; registrada neste artigo, em seu par&aacute;grafo 2o. A classifica&ccedil;&atilde;o indicativa est&aacute; prevista no par&aacute;grafo 3o, como obriga&ccedil;&atilde;o da Uni&atilde;o em legislar a respeito da regula&ccedil;&atilde;o de espet&aacute;culos de divers&atilde;o e sua rela&ccedil;&atilde;o com as diferentes faixas et&aacute;rias.<\/p>\n<p>&ldquo;Fatiar a Constitui&ccedil;&atilde;o desta maneira serve apenas para diminuir o seu poder de garantir direitos&rdquo;, afirma Rom&atilde;o, que esteve &agrave; frente da equipe do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a que, por fim, conseguiu publicar a Portaria 1.220 e instituir a classifica&ccedil;&atilde;o indicativa para programas de televis&atilde;o. Para se garantir o inverso, ou seja, a efetiva&ccedil;&atilde;o dos direitos, &eacute; preciso pensar a Constitui&ccedil;&atilde;o na sua integralidade do texto constitucional, ou seja, como cada um dos artigos tem sua aplica&ccedil;&atilde;o condicionada pelos demais. <\/p>\n<p><strong>Liberdade para alguns<\/strong><\/p>\n<p>Outro exemplo deste &ldquo;fatiamento&rdquo; lembrado por Rom&atilde;o &eacute; o da rec&eacute;m cunhada express&atilde;o &ldquo;liberdade de express&atilde;o comercial&rdquo;. &ldquo;N&atilde;o &eacute; s&oacute; uma grande bobagem. &Eacute; uma artimanha salafr&aacute;ria&rdquo;, afirma.<\/p>\n<p>A artimanha, neste caso, tem sido sustentada pelas ag&ecirc;ncias de publicidade e tamb&eacute;m recai sobre uma interpreta&ccedil;&atilde;o parcial do artigo 220. A defesa da dita liberdade de express&atilde;o comercial ganhou vulto recentemente, durante o IV Congresso Brasileiro de Publicidade, realizado em julho deste ano. O <span style=\"font-style: normal\">documento final do evento denuncia e repudia &ldquo;<\/span><em style=\"font-style: normal\">todas as iniciativas de censura &agrave; liberdade de express&atilde;o comercial, inclusive as bem intencionadas&rdquo;.<\/p>\n<p>A lista das iniciativas tomadas por censura inclui uma nova portaria da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) sobre a propaganda de medicamentos; a proposta de portaria da mesma ag&ecirc;ncia sobre publicidade de alimentos n&atilde;o-saud&aacute;veis e o projeto de lei, aprovado por comiss&otilde;es da C&acirc;mara dos Deputados, que pro&iacute;be a publicidade infantil. A mais cens&oacute;ria das medidas, merecedora de v&iacute;deos publicit&aacute;rios amplamente divulgados em hor&aacute;rio nobre, &eacute; o projeto de lei que reduz de 13 para 0,5 GL (graus Lussac) a medida para se considerar uma bebida como alco&oacute;lica. Com isso, cervejas e vinhos passariam a tamb&eacute;m ser cobertas pela regulamenta&ccedil;&atilde;o que impede a veicula&ccedil;&atilde;o de publicidade de bebidas alco&oacute;licas no r&aacute;dio e na TV entre as 6h e as 21h. [<a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=21577\">Saiba mais<\/a> <\/em><span style=\"font-style: normal\">]<\/p>\n<p>Qualquer que seja o tema em debate, Rom&atilde;o acredita que &eacute; importante &ldquo;l<\/span><span style=\"font-style: normal\">evar a s&eacute;rio as obje&ccedil;&otilde;es que os parlamentares e mesmo as ind&uacute;strias apresentam&rdquo;, at&eacute; mesmo como estrat&eacute;gia para expor os coment&aacute;rios de m&aacute; f&eacute;. No caso da publicidade, d<\/span>e novo a argumenta&ccedil;&atilde;o empresarial aposta em fazer colidir direitos garantidos constitucionalmente, como por exemplo a prote&ccedil;&atilde;o especial &agrave; crian&ccedil;a e a livre iniciativa, que permitiria que a publicidade vende-se o que quisesse a quem quisesse, inclusive a meninos e meninas de 1 ou 2 anos. E, tamb&eacute;m de novo, tenta opor previs&otilde;es do mesmo artigo 220.<\/p>\n<p><strong>Especial, mas nem tanto<\/strong><\/p>\n<p>Os seis par&aacute;grafos sob o caput do artigo 220 ajudam a dar contornos mais n&iacute;tidos ao que deve ser o papel do Estado brasileiro em rela&ccedil;&atilde;o a situa&ccedil;&otilde;es especiais envolvendo a pr&aacute;tica da comunica&ccedil;&atilde;o social. Por exemplo, reafirma-se a proibi&ccedil;&atilde;o de censura de qualquer tipo e a exig&ecirc;ncia de registro para a publica&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos impressos, bem como se estabelece alguns temas que devem ser alvo de lei federal espec&iacute;fica, como no caso da publicidade de medicamentos, bebidas e tabaco. <\/p>\n<p>O fato de a Constitui&ccedil;&atilde;o reconhecer que o trabalho da m&iacute;dia e tamb&eacute;m os seus efeitos se d&atilde;o sob condi&ccedil;&otilde;es excepcionais n&atilde;o coloca os ve&iacute;culos de comunica&ccedil;&atilde;o ou a publicidade em uma categoria especial, n&atilde;o sujeita ao que diz todo o resto do texto constitucional. &ldquo;Liberdade de express&atilde;o &eacute; diferente de liberdade de imprensa e liberdade de imprensa n&atilde;o &eacute; liberdade de empresa&rdquo;, resume Paula Martins, da Artigo 19.<\/p>\n<p>Em outras palavras, n&atilde;o h&aacute; qualquer previs&atilde;o constitucional que garanta tratamento especial &agrave;s formas empresariais de comunica&ccedil;&atilde;o, o que n&atilde;o significa, entretanto, que a Carta Magna n&atilde;o reconhe&ccedil;a a especificidade dos processos midi&aacute;ticos. Isso inclui ter uma vis&atilde;o mais ampla do que significa o pleno exerc&iacute;cio da liberdade de express&atilde;o. &ldquo;Internacionalmente, essa vis&atilde;o tem inclu&iacute;do, cada vez mais, a din&acirc;mica de comunica&ccedil;&atilde;o em que o meu direito &eacute; falar e tamb&eacute;m receber o que &eacute; dito por outros, &eacute; participar da constru&ccedil;&atilde;o dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o&rdquo;, explica Paula.<\/p>\n<p><strong>Direito &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o<\/p>\n<p><\/strong>Trazer esta concep&ccedil;&atilde;o contempor&acirc;nea para a pr&aacute;tica das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e das decis&otilde;es judiciais parece ser o desafio do momento a que est&atilde;o submetidos os defensores da comunica&ccedil;&atilde;o como um direito humano. Os avan&ccedil;os importantes conseguidos ao longo dos 20 anos da Constituinte mostram-se concentrados nos conflitos entre a liberdade de express&atilde;o e os chamados direitos individuais.<\/p>\n<p>&ldquo;Discuss&otilde;es sobre o direito &agrave; privacidade ou direito &agrave; imagem, por exemplo, est&atilde;o bem mais claras&rdquo;, avalia a coordenadora da Artigo 19. Ainda no campo dos direitos individuais, a situa&ccedil;&atilde;o segue &ldquo;muito complicada&rdquo; quando &eacute; preciso diferenciar um discurso cr&iacute;tico de um discurso difamat&oacute;rio, o que, segundo Paula, tem criado situa&ccedil;&otilde;es de cerceamento do trabalho jornal&iacute;stico e tamb&eacute;m de militantes das organiza&ccedil;&otilde;es de defesa de direitos humanos e dos movimentos sociais.<em><\/p>\n<p><\/em><span style=\"font-style: normal\">Quando se ultrapassa a fronteira do direito individual para o direito coletivo, os avan&ccedil;os s&atilde;o t&iacute;midos. H&aacute; disparidades gritantes entre decis&otilde;es do Judici&aacute;rio, por exemplo, em rela&ccedil;&atilde;o a quest&otilde;es como a viol&ecirc;ncia praticada por &oacute;rg&atilde;o do Estado ou a burocracia hist&oacute;rica no setor de comunica&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s r&aacute;dios comunit&aacute;rias que se constituem, claramente, como limites ao exerc&iacute;cio da liberdade de express&atilde;o. <\/p>\n<p>Outro indicador &eacute; que apenas um &uacute;nico processo de direito de resposta coletivo, movido contra a Rede TV! por conta da exibi&ccedil;&atilde;o do programa &ldquo;Tardes Quentes&rdquo; foi at&eacute; hoje conclu&iacute;do. A a&ccedil;&atilde;o resultou em 30 dias de veicula&ccedil;&atilde;o de programa&ccedil;&atilde;o produzida pelas entidades da sociedade civil, como forma de repara&ccedil;&atilde;o &agrave; viola&ccedil;&atilde;o de direitos humanos identificadas pela Justi&ccedil;a nos quadros apresentados por Jo&atilde;o Kl&eacute;ber. Outras a&ccedil;&otilde;es semelhantes j&aacute; foram iniciadas, mas ou foram indeferidas, ou enfrentam recursos de toda ordem.<\/p>\n<p>Para Jos&eacute; Eduardo Rom&atilde;o, os avan&ccedil;os est&atilde;o muito mais concentrados no papel assumido pela sociedade civil &ndash; que, segundo ele, &ldquo;<\/span><span style=\"font-style: normal\">passa a solicitar com clareza e objetividade o direito &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o&rdquo; &#8211; <\/span><span style=\"font-style: normal\">do que em respostas efetivas do Estado brasileiro. Segundo ele, &ldquo;o direito &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o &eacute;<\/span><span style=\"font-style: normal\"> todo um cap&iacute;tulo &ndash; o 220 &ndash; e ele s&oacute; se realiza quando realizo todos os artigos daquele cap&iacute;tulo, mas a Justi&ccedil;a brasileira e o Supremo Tribunal Federal, em especial, t&ecirc;m ainda uma certa dificuldade da viv&ecirc;ncia e aplica&ccedil;&atilde;o destes novos direitos&rdquo;.<\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western padrao\"><span class=\"padrao\"><span style=\"font-style: normal\"><strong>LEIA TAMB&Eacute;M:<\/strong><\/span><span style=\"font-style: normal\"><br \/><\/span><br \/><\/span><\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=21909\">Cap&iacute;tulo Da Comunica&ccedil;&atilde;o Social contrap&otilde;e interesses privados e car&aacute;ter p&uacute;blico<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=21915\">Cria&ccedil;&atilde;o do CCS reflete for&ccedil;a dos empres&aacute;rios durante a constituinte<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=21922\">Restri&ccedil;&atilde;o &agrave; concentra&ccedil;&atilde;o de propriedade mant&eacute;m-se como letra morta<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=21931\">Endividadas, empresas aprovam reforma que abriu setor ao capital estrangeiro<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=21939\">Artigo 223 coloca em xeque papel do Estado e do mercado nas comunica&ccedil;&otilde;es<\/a>&nbsp;<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=21949\">Regula&ccedil;&atilde;o de outorgas de r&aacute;dio e TV mant&eacute;m oligop&oacute;lio do setor<\/a> <\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=21964\">Promo&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do regional e independente continua apenas no papel<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Registrado duas vezes no texto constitucional \u2013 nos artigos 5o e 220 \u2013, direito fundamental resgatado pela Constituinte de 1988 \u00e9 ainda alvo de pol\u00eamicas, algumas saud\u00e1veis, outras de m\u00e1 f\u00e9<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[40],"tags":[875],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/22104"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=22104"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/22104\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":27964,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/22104\/revisions\/27964"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=22104"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=22104"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=22104"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}