{"id":22092,"date":"2008-11-07T17:03:10","date_gmt":"2008-11-07T17:03:10","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=22092"},"modified":"2008-11-07T17:03:10","modified_gmt":"2008-11-07T17:03:10","slug":"desafios-da-inclusao-digital-no-campo-sao-debatidos-na-7a-oid","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=22092","title":{"rendered":"Desafios da inclus\u00e3o digital no campo s\u00e3o debatidos na 7\u00aa OID"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm; page-break-before: always\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Os desafios da inclus&atilde;o digital no contexto das popula&ccedil;&otilde;es rurais, ribeirinhas, pesqueiras, ind&iacute;genas e quilombolas tamb&eacute;m foram tema da 7&ordf; Oficina para Inclus&atilde;o Digital (OID) na tarde desta quarta-feira (5), dentro do debate Inclus&atilde;o digital na perspectiva dos territ&oacute;rios. <\/p>\n<p>Cl&aacute;udio Alex da Rocha, diretor de Sistemas Computacionais da Empresa de Processamento de Dados do Par&aacute; (Prodepa), foi o mediador do debate, que contou ainda com a participa&ccedil;&atilde;o de Rossana Moura, representante do Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Agr&aacute;rio (MDA), Ricardo Macedo de Carvalho, representante do Servi&ccedil;o Federal de Processamento de Dados (Serpro\/PA), e F&aacute;bio Pena, do projeto Sa&uacute;de e Alegria. <\/p>\n<p>Rossana Moura deu in&iacute;cio ao debate falando sobre o projeto Territ&oacute;rios digitais que surgiu em fun&ccedil;&atilde;o do ac&uacute;mulo de experi&ecirc;ncias adquiridas no trabalho de inclus&atilde;o digital em locais de dif&iacute;cil acesso, como os assentamentos. Ela tamb&eacute;m agradeceu a parceria do Governo do Estado, por meio do programa Navega Par&aacute; que, junto com o MDA, possibilitou o acesso &agrave; internet para comunidades do Maraj&oacute; e Eldorado do Caraj&aacute;s. <\/p>\n<p>&ldquo;Para o sucesso do nosso projeto, criamos Casas Digitais, que nada mais s&atilde;o que infocentros ou telecentros, ou seja, espa&ccedil;os p&uacute;blicos de acesso &agrave; internet implantados em assentamentos, localidades agr&iacute;colas, ind&iacute;genas e outros. Al&eacute;m disso, possibilitamos a forma&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e pedag&oacute;gica da comunidade, pois n&atilde;o queremos levar s&oacute; tecnologia, mas tamb&eacute;m cidadania para essas pessoas. Por isso, quanto mais distante o local e quanto maiores as suas dificuldades, melhor pra gente&rdquo;, ressaltou Rossana. <\/p>\n<p>Logo depois, Ricardo de Carvalho falou sobre o trabalho do Serpro no Brasil, ressaltando a implanta&ccedil;&atilde;o de 226 telecentros em todo o pa&iacute;s e nove no exterior, tendo espa&ccedil;os no Haiti, Cuba e Angola. Segundo ele, o projeto beneficia 44 mil pessoas por meio do acesso &agrave; internet com a utiliza&ccedil;&atilde;o de software livre. &ldquo;No Par&aacute;, j&aacute; implantamos cinco infocentros, com destaque para o de S&atilde;o Sebasti&atilde;o da Boa Vista, no Maraj&oacute;, que &eacute; bem distante da capital (s&atilde;o mais de oito horas de viagem). E, at&eacute; o final desse ano, iremos implantar mais cinco no Estado, dando prioridade &agrave;s &agrave;reas rurais. Afinal, a tipicidade da regi&atilde;o &eacute; nosso grande desafio&rdquo;, explicou Ricardo. <\/p>\n<p>Desafio que Cla&uacute;dio Alex, da Prodepa, tamb&eacute;m fez quest&atilde;o de comentar. &ldquo;O infocentro do Maraj&oacute; e de outras localidades, como o do assentamento 17 de abril, em Eldorado do Caraj&aacute;s, com certeza &eacute; desafiador. Mas, com vontade e trabalho em equipe, conseguimos levar a internet e o conhecimento da inform&aacute;tica para essas comunidades. E nosso objetivo &eacute; cada vez mais ampliar essa rede de acesso, beneficiando 52 munic&iacute;pios paraenses at&eacute; junho de 2009 por meio do Navega Par&aacute;&quot;. <\/p>\n<p>Iniciativas e experi&ecirc;ncias que F&aacute;bio Pena enfatizou no debate, apontando a import&acirc;ncia em investir no conhecimento e em projetos de inclus&atilde;o digital, como j&aacute; ocorre em Santar&eacute;m com a Rede Mocoronga de Comunica&ccedil;&atilde;o, a qual capacita jovens nas &aacute;reas da comunica&ccedil;&atilde;o e inform&aacute;tica, por meio de oficinas de educomunica&ccedil;&atilde;o e acesso a telecentros culturais. <\/p>\n<p><strong>Debates <\/strong><\/p>\n<p>Paralelo a esse debate, foi realizado o de Crimes digitais e liberdade de a&ccedil;&atilde;o na internet, que contou com a participa&ccedil;&atilde;o de Cristine Hoepers, do Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Seguran&ccedil;a no Brasil (CERT.Br\/CGI &ndash; Comit&ecirc; Gestor da Internet no Brasil); Jo&atilde;o Cassino, da Cobra Tecnologia; e Everton Rodrigues, da Casa Brasil. <\/p>\n<p>Os palestrantes debateram sobre a legisla&ccedil;&atilde;o que pretende combater crimes pela internet como, por exemplo, a difus&atilde;o de pornografia infantil, racismo, intoler&acirc;ncia religiosa e homofobia, apontando que n&atilde;o se deve atropelar o direito &agrave; informa&ccedil;&atilde;o e &agrave; liberdade de express&atilde;o, e nem o direito &agrave; privacidade e &agrave; livre troca de conhecimento. As atividades da OID continuam nesta quinta-feira (6), com a realiza&ccedil;&atilde;o de oficinas, plen&aacute;rias e debates. <\/p>\n<p><\/span> <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><br \/><\/span> <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os desafios da inclus&atilde;o digital no contexto das popula&ccedil;&otilde;es rurais, ribeirinhas, pesqueiras, ind&iacute;genas e quilombolas tamb&eacute;m foram tema da 7&ordf; Oficina para Inclus&atilde;o Digital (OID) na tarde desta quarta-feira (5), dentro do debate Inclus&atilde;o digital na perspectiva dos territ&oacute;rios. 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