{"id":22061,"date":"2008-11-04T16:21:43","date_gmt":"2008-11-04T16:21:43","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=22061"},"modified":"2008-11-04T16:21:43","modified_gmt":"2008-11-04T16:21:43","slug":"empresas-de-internet-assinam-codigo-de-conduta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=22061","title":{"rendered":"Empresas de internet assinam c\u00f3digo de conduta"},"content":{"rendered":"<p><!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\">Novas regras que buscam limitar quais informa&ccedil;&otilde;es as empresas de internet devem compartilhar com autoridades em todo o mundo e quando isto deve ser feito foram divulgadas pelo Google, Yahoo! e Microsoft na semana passada. A iniciativa em conjunto, chamada Global Network Initiative, busca reduzir os pedidos governamentais que possam estar em conflito com a liberdade de express&atilde;o. <\/p>\n<p>As empresas que assinaram o c&oacute;digo de conduta devem pedir que as requisi&ccedil;&otilde;es oficiais sejam feitas por escrito, junto com os nomes e cargos do &oacute;rg&atilde;o solicitante. As regras foram elaboradas em parceria com organiza&ccedil;&otilde;es de defesa dos direitos humanos, investidores e acad&ecirc;micos, ap&oacute;s as empresas de internet terem sido criticadas por auxiliar governos, como o da China, a censurar conte&uacute;do na rede. <\/p>\n<p>Leslie Harris, executivo-chefe do Centro de Democracia e Tecnologia, um dos principais grupos por tr&aacute;s do novo c&oacute;digo, elogiou o fato de as empresas concordarem em avaliar as quest&otilde;es envolvendo direitos humanos antes de decidirem em quais pa&iacute;ses operar e quais servi&ccedil;os oferecer. <\/p>\n<p><strong>Primeiro passo<\/strong><\/p>\n<p>O c&oacute;digo ainda precisar&aacute; ser aperfei&ccedil;oado, j&aacute; que, a princ&iacute;pio, n&atilde;o deixa claro quais pr&aacute;ticas ser&atilde;o alteradas e permite que muitos pontos-chave fiquem abertos &agrave; interpreta&ccedil;&atilde;o. &quot;O que nos desaponta &eacute; a quantidade de esfor&ccedil;o para n&atilde;o ser produzido algo mais substancial&quot;, afirma Morton Sklar, diretor-executivo da World Organization for Human Rights USA, que processou o Yahoo! por ter fornecido ao governo chin&ecirc;s informa&ccedil;&otilde;es que levaram &agrave; pris&atilde;o de dois jornalistas. A a&ccedil;&atilde;o foi encerrada ap&oacute;s um acordo, sob quantia n&atilde;o revelada. Ainda assim, Sklar elogiou as empresas por reconhecerem &quot;que h&aacute; um grande problema que deve ser considerado&quot;.<\/p>\n<p>O c&oacute;digo levou 18 meses para ser elaborado e pede que uma organiza&ccedil;&atilde;o seja criada para revisar regularmente as pr&aacute;ticas das empresas. Outras companhias de internet s&atilde;o bem vindas para se juntar &agrave; Global Network Initiative. &quot;Desde o come&ccedil;o, o Google promoveu a liberdade de express&atilde;o e a prote&ccedil;&atilde;o da privacidade dos usu&aacute;rios&quot;, afirma Bob Boorstin, diretor de pol&iacute;ticas de comunica&ccedil;&atilde;o da gigante de buscas. &quot;Vemos isto como mais um passo crucial. &Eacute; mais f&aacute;cil que a parceria entre diversas empresas e grupos traga mudan&ccedil;as nas pol&iacute;ticas governamentais, em vez de uma empresa trabalhando sozinha nisto&quot;. <\/p>\n<p><em>Com informa&ccedil;&otilde;es da Associated Press.<\/em><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Novas regras que buscam limitar quais informa&ccedil;&otilde;es as empresas de internet devem compartilhar com autoridades em todo o mundo e quando isto deve ser feito foram divulgadas pelo Google, Yahoo! e Microsoft na semana passada. 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