{"id":21964,"date":"2008-10-15T17:53:04","date_gmt":"2008-10-15T17:53:04","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=21964"},"modified":"2014-09-07T02:57:25","modified_gmt":"2014-09-07T02:57:25","slug":"promocao-do-conteudo-regional-e-independente-existe-so-no-papel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=21964","title":{"rendered":"Promo\u00e7\u00e3o do conte\u00fado regional e independente existe s\u00f3 no papel"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"padrao\">Uma r&aacute;pida passada pelos canais de televis&atilde;o revela uma triste constata&ccedil;&atilde;o: a produ&ccedil;&atilde;o audiovisual no Brasil &eacute; centralizada e homogeneizada. Apesar da diversidade cultural e da pluralidade de opini&otilde;es existente em um pa&iacute;s de dimens&otilde;es continentais e das diversas possibilidades de formatos e experi&ecirc;ncias poss&iacute;veis de serem feitas, o que se v&ecirc; na TV &eacute; uma maioria absoluta de conte&uacute;dos &ndash; ficcionais ou jornal&iacute;sticos &ndash; abordando ou baseando-se na realidade do eixo Rio-S&atilde;o Paulo.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"padrao\">No r&aacute;dio, apesar da maior oferta de esta&ccedil;&otilde;es, o quadro n&atilde;o se altera. Mesmo que os DJs tenham &agrave; sua disposi&ccedil;&atilde;o variados g&ecirc;neros e diversos estilos musicais, as esta&ccedil;&otilde;es centram-se na promo&ccedil;&atilde;o da &ldquo;parada de sucessos&rdquo;, dando pouco espa&ccedil;o para as atra&ccedil;&otilde;es locais. J&aacute; no caso das emissoras especializadas em jornalismo, reproduz-se a l&oacute;gica de rede predominante na TV em experi&ecirc;ncias como CBN, Bandnews e Jovem Pan.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"padrao\">Este quadro contrasta com o cap&iacute;tulo Da Comunica&ccedil;&atilde;o Social da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal. No seu artigo 221, a Carta Magna estabelece como princ&iacute;pios para a programa&ccedil;&atilde;o das emissoras de r&aacute;dio e televis&atilde;o a &ldquo;prefer&ecirc;ncia a finalidades educativas, art&iacute;sticas, culturais e informativas&rdquo;, a &ldquo;promo&ccedil;&atilde;o da cultura nacional e regional e est&iacute;mulo &agrave; produ&ccedil;&atilde;o independente que objetive sua divulga&ccedil;&atilde;o&rdquo; e a &ldquo;regionaliza&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o cultural, art&iacute;stica e jornal&iacute;stica, conforme percentuais estabelecidos em lei&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"padrao\">Elaborado sem grandes pol&ecirc;micas durante a Constituinte, o artigo &eacute; considerado o principal avan&ccedil;o n&atilde;o realizado da Carta de 88 no setor das comunica&ccedil;&otilde;es. &ldquo;&Eacute; uma medida regulat&oacute;ria que teria importantes implica&ccedil;&otilde;es culturais e profissionais&rdquo;, afirma o pesquisador da Universidade de Bras&iacute;lia (UnB) Ven&iacute;cio A. de Lima. &ldquo;O grande diferencial da democracia nas comunica&ccedil;&otilde;es brasileiras se daria a partir da regionaliza&ccedil;&atilde;o. Se se quer discutir pluralidade e diversidade, n&atilde;o h&aacute; outra cosia a fazer sen&atilde;o colocar estes artigos em pr&aacute;tica&rdquo;, completa James G&ouml;rgen, coordenador do projeto &ldquo;Donos da M&iacute;dia&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"padrao\"><strong>O calv&aacute;rio do &#39;projeto Jandira&#39;<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span class=\"padrao\">A relev&acirc;ncia deste dispositivo foi percebida e j&aacute; em 1990 a deputada Bete Mendes (PT-SP) apresentou um Projeto de Lei com vistas &agrave; regulamenta&ccedil;&atilde;o do artigo. A proposta foi reapresentada um ano depois pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) sob o n&uacute;mero 256. Prevendo percentuais de cotas para a produ&ccedil;&atilde;o regional e independente, o projeto sofreu intensa resist&ecirc;ncia dos empres&aacute;rios de r&aacute;dio e televis&atilde;o. <\/span><\/p>\n<p><span class=\"padrao\">Os representantes deste setor, organizados na Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Emissoras de R&aacute;dio e Televis&atilde;o (Abert), alegaram reiteradas vezes que o projeto era inconstitucional, apelando tamb&eacute;m para o argumento da inviabilidade do cumprimento da proposta. &ldquo;Somos absolutamente favor&aacute;veis &agrave; programa&ccedil;&atilde;o regional, desde que possam haver regras que possam ser cumpridas pelas partes&rdquo;, afirmou o ent&atilde;o presidente da Abert, Paulo Machado de Carvalho, em um dos debates realizados no Conselho de Comunica&ccedil;&atilde;o Social para debater a mat&eacute;ria. <\/span><\/p>\n<p><span class=\"padrao\">Com os empres&aacute;rios atuando diretamente contra a aprova&ccedil;&atilde;o da proposta, o PL-256 passou por um calv&aacute;rio de 12 anos at&eacute; que se alcan&ccedil;asse um acordo que viabilizou sua aprova&ccedil;&atilde;o na C&acirc;mara dos Deputados em agosto de 2003. Segundo a autora, o projeto cumpre um papel importante na democratiza&ccedil;&atilde;o do setor. &ldquo;A regionaliza&ccedil;&atilde;o pode proporcionar maior pluralidade, diversifica&ccedil;&atilde;o, incremento econ&ocirc;mico e mercado de trabalho&rdquo;, afirmou a deputada. &ldquo;N&oacute;s queremos o sotaque certo no lugar certo, a vestimenta certa no lugar certo, queremos que todos os talentos do pa&iacute;s na tela a que os brasileiros assistem&rdquo;, afirma.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"padrao\"><strong>Acordo na C&acirc;mara, estagna&ccedil;&atilde;o no Senado<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span class=\"padrao\">O texto aprovado na C&acirc;mara, resultado de um acordo entre seus defensores e o empresariado de televis&atilde;o, prev&ecirc; uma cota de horas para a exibi&ccedil;&atilde;o de programas regionais vari&aacute;vel de acordo com o n&uacute;mero de domic&iacute;lios atendidos pela emissora. Para lugares com mais de 1,5 milh&atilde;o de domic&iacute;lios com aparelhos de TV, a emissora ter&aacute; de veicular programa&ccedil;&atilde;o regional por 22 horas semanais. Em regi&otilde;es que possuem entre 500 mil e 1,5 milh&atilde;o de aparelhos a reserva seria de 17 horas. Nas regi&otilde;es com menos de 500 mil televisores, a cota seria menor, de 10 horas por semana. <\/span><\/p>\n<p><span class=\"padrao\">Do tempo destinado &agrave; programa&ccedil;&atilde;o regional, 40% t&ecirc;m de ser reservado a produ&ccedil;&otilde;es independentes. Segundo o projeto, produ&ccedil;&atilde;o independente &eacute; &ldquo;aquela feita por agentes que n&atilde;o t&ecirc;m qualquer rela&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica ou de parentesco pr&oacute;ximo com os propriet&aacute;rios ou acionistas de emissoras&rdquo;. O conceito de produ&ccedil;&atilde;o independente se diferencia dos processos de produ&ccedil;&atilde;o terceirizada ao estabelecer que os direitos autorais das obras pertencem aos produtores independentes e n&atilde;o &agrave; emissora.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"padrao\">O pesquisador em audiovisual e hoje diretor de programa&ccedil;&atilde;o da TV Cultura, Gabriel Priolli, assinalou durante o debate no Conselho de Comunica&ccedil;&atilde;o Social em 2004 que a proposta original da deputada Jandira Feghali era mais radical ao estabelecer como percentual m&iacute;nimo de programa&ccedil;&atilde;o local\/regional um patamar de 30%, independente de seu tamanho, localiza&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica, capacidade produtiva e condi&ccedil;&otilde;es financeiras da emissora. &ldquo;O projeto finalmente aprovado, entretanto, suavizou consideravelmente as exig&ecirc;ncias para a regionaliza&ccedil;&atilde;o da programa&ccedil;&atilde;o. Os percentuais obrigat&oacute;rios foram estabelecidos de acordo com o porte do mercado televisivo nas diversas cidades do pa&iacute;s, e flutuam em margens que v&atilde;o de 5,95% a 19,04% &#8211; muito distantes, portanto, dos 30% originais &#8211; e que podem ser atingidas num per&iacute;odo de at&eacute; 5 anos &#8211; prazo dez vezes maior do que o do primeiro projeto.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p><span class=\"padrao\">No Senado, cinco anos ap&oacute;s o in&iacute;cio de sua tramita&ccedil;&atilde;o, o projeto &#8211; agora sob a denomina&ccedil;&atilde;o de PLC 59\/03 &#8211; permanece estacionado na Comiss&atilde;o de Ci&ecirc;ncia, Tecnologia, Inova&ccedil;&atilde;o, Comunica&ccedil;&atilde;o e Inform&aacute;tica, sob a relatoria do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA). E n&atilde;o h&aacute; perspectiva de um desfecho para o calv&aacute;rio. &ldquo;H&aacute; resist&ecirc;ncia de senadores que t&ecirc;m v&iacute;nculos com o setor produtivo do audiovisual, principalmente as emissoras de TV repetidoras nos estados, que acham mais conveniente e barato reproduzir a programa&ccedil;&atilde;o nacional sem dar muito espa&ccedil;o para os produtos locais&rdquo;, analisa a l&iacute;der do PT na casa, Ideli Salvatti (PT-SC). <\/span><\/p>\n<p><span class=\"padrao\">Para entidades da &aacute;rea do audiovisual defensoras do projeto, para que o projeto n&atilde;o seja &ldquo;engavetado&rdquo; em uma tramita&ccedil;&atilde;o sem fim no Senado, &eacute; preciso haver uma tomada de posi&ccedil;&atilde;o do governo federal em favor dele. &ldquo;A n&atilde;o ser que haja um Estado forte que canete, que tenha maioria no Congresso, n&atilde;o vamos ter como avan&ccedil;ar com o projeto Jandira&rdquo;, aponta Marco Altberg, da Associa&ccedil;&atilde;o de Produtores Independentes para TV (ABPI-TV).<\/span><\/p>\n<p><span class=\"padrao\"><strong>Estrutura centralizada<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"padrao\">O principal obst&aacute;culo ao avan&ccedil;o do projeto ou de qualquer outra iniciativa que possa valorizar a produ&ccedil;&atilde;o local e independente nas grades de programa&ccedil;&atilde;o das TVs &eacute; o modelo de neg&oacute;cios adotado pelo setor desde que o servi&ccedil;o de radiodifus&atilde;o se expandiu no pa&iacute;s, a partir da d&eacute;cada de 60. A l&oacute;gica das &ldquo;redes nacionais&rdquo; funciona com as emissoras locais cobrindo quase todo seu tempo de programa&ccedil;&atilde;o com a retransmiss&atilde;o do conte&uacute;do produzido pelas &ldquo;cabe&ccedil;as&rdquo;, localizadas nas capitais paulista e carioca. As emissoras locais arrecadam recursos dos anunciantes da regi&atilde;o oferecendo, em troca, a audi&ecirc;ncia garantida pela programa&ccedil;&atilde;o nacional. J&aacute; as &ldquo;cabe&ccedil;as&rdquo; garantem, com a diversifica&ccedil;&atilde;o das &ldquo;pra&ccedil;as&rdquo;, a capilariza&ccedil;&atilde;o da audi&ecirc;ncia das redes e ainda recebem parte do dinheiro obtido a partir dos an&uacute;ncios publicit&aacute;rios vendidos pelas afiliadas.<\/p>\n<p class=\"padrao\">&ldquo;A indisponibilidade progressiva de talento local, somada &agrave; fragilidade econ&ocirc;mica do mercado anunciante na maioria das pra&ccedil;as fora do eixo Rio-SP, levou a uma situa&ccedil;&atilde;o em que as emissoras locais e regionais converteram-se, praticamente, em meras repetidoras das redes nacionais, veiculando um n&uacute;mero irrelevante de programas pr&oacute;prios, de qualidade sempre inferior &agrave;queles produzidos pelas redes&rdquo;, diz Ros&aacute;rio Pomp&eacute;ia, pesquisadora que se dedica ao tema das ind&uacute;strias culturais regionais. Ela completa lembrando que este modelo n&atilde;o se caracteriza apenas pela centraliza&ccedil;&atilde;o territorial, mas tamb&eacute;m pela concentra&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o nas cabe&ccedil;as-de-rede, barrando a veicula&ccedil;&atilde;o de programas independentes.<\/p>\n<p class=\"padrao\">A invers&atilde;o desta l&oacute;gica das redes nacionais teria de partir de uma regula&ccedil;&atilde;o voltada para este fim. &ldquo;A id&eacute;ia-base seria o modelo norte-americano: obrigatoriedade de muitas horas regionais e 70% de produ&ccedil;&atilde;o independente no hor&aacute;rio nobre&rdquo;, sugere Marco Altberg. Em 1970, a Suprema Corte daquele pa&iacute;s emitiu a decis&atilde;o Financial Interest and Syndication Rules (Fin-Syn) limitando as horas de programa&ccedil;&atilde;o produzidas pelas pr&oacute;prias redes. A medida, que vigorou at&eacute; 1995, incentivou um forte mercado de produ&ccedil;&atilde;o independente no pa&iacute;s.<\/p>\n<p class=\"padrao\"><strong>Novo embate na TV por assinatura<\/strong><\/p>\n<p class=\"padrao\">Enquanto o projeto da deputada Jandira Feghali agoniza no Senado Federal, um novo projeto trouxe &agrave; tona a pol&ecirc;mica em torno da reserva de espa&ccedil;o para produ&ccedil;&atilde;o independente. No in&iacute;cio de 2007, foram apresentados tr&ecirc;s projetos tratando a regulamenta&ccedil;&atilde;o da televis&atilde;o por assinatura. Reunidos na tramita&ccedil;&atilde;o do primeiro apresentado, o PL-29, as propostas foram novamente alvo do ataque dos radiodifusores essencialmente por tentarem estabelecer cotas para a produ&ccedil;&atilde;o nacional e independente nas programa&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p class=\"padrao\">O debate ganhou corpo com a apresenta&ccedil;&atilde;o do substitutivo pelo relator Jorge Bittar (PT-RJ) na Comiss&atilde;o de Ci&ecirc;ncia, Tecnologia, Comunica&ccedil;&atilde;o e Inform&aacute;tica (CCTCI) da C&acirc;mara dos Deputados. Em sua &uacute;ltima vers&atilde;o, divulgada no in&iacute;cio de julho, o texto prev&ecirc; cotas de conte&uacute;do nacional de 3h30 para canais com conte&uacute;do majoritariamente qualificado (ou seja, que sejam dedicados &agrave; veicula&ccedil;&atilde;o de filmes, s&eacute;ries, document&aacute;rios, etc.), devendo metade deste tempo ser reservado &agrave; produ&ccedil;&atilde;o independente. O texto tamb&eacute;m estabelece que os pacotes devem ter no m&iacute;nimo 30% de canais brasileiros, os quais dever&atilde;o veicular no m&iacute;nimo oito horas de programa&ccedil;&atilde;o nacional, sendo ao menos quatro horas em espa&ccedil;o qualificado. A proposta tamb&eacute;m limita a 25% o n&uacute;mero de canais que podem ser controlados por um mesmo grupo.<\/p>\n<p class=\"padrao\">Ap&oacute;s sucessivos adiamentos de sua vota&ccedil;&atilde;o, o PL-29 sofreu um rev&eacute;s ao ser redistribu&iacute;do para a comiss&atilde;o de Defesa do Consumidor. &ldquo;A iniciativa representa com certeza uma tentativa de atrasar a tramita&ccedil;&atilde;o, de que caminho seja mais longo&rdquo;, explica Lara Haje, pesquisadora da UnB que acompanha a tramita&ccedil;&atilde;o do projeto. O novo relator, Vital do R&ecirc;go (PMDB-PB), j&aacute; deu declara&ccedil;&otilde;es demonstrando resist&ecirc;ncia com a id&eacute;ia de cotas, o que pode indicar a elabora&ccedil;&atilde;o de um substitutivo bem diferente da dire&ccedil;&atilde;o at&eacute; ent&atilde;o constru&iacute;da por Jorge Bittar.<\/p>\n<p class=\"padrao\">Para Lara Haje, com esta mudan&ccedil;a, a persecptiva de aprova&ccedil;&atilde;o do projeto fica cada vez mais distante. &ldquo;H&aacute; pouca probabilidade do projeto avan&ccedil;ar, pelo menos at&eacute; o pr&oacute;ximo ano. Acho tamb&eacute;m que o projeto s&oacute; tem chance de ser aprovado se houver apoio expl&iacute;cito do governo, o que n&atilde;o h&aacute; at&eacute; o momento&rdquo;, aposta.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"margin-bottom: 0.5cm\" class=\"western\"><span class=\"padrao\"><strong>LEIA TAMB&Eacute;M:<\/strong><\/span><\/p>\n<ul>\n<li><span class=\"padrao\"><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=21915\">Cap&iacute;tulo Da Comunica&ccedil;&atilde;o Social contrap&otilde;e interesses privados e car&aacute;ter p&uacute;blico<\/a><\/span><\/li>\n<li><span class=\"padrao\"><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=21915\">Cria&ccedil;&atilde;o do CCS reflete for&ccedil;a dos empres&aacute;rios durante a constituinte<\/a><\/span><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=21922\">Restri&ccedil;&atilde;o &agrave; concentra&ccedil;&atilde;o de propriedade mant&eacute;m-se como letra morta<\/a> <\/li>\n<li><span class=\"padrao\"><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=21949\">Endividadas, empresas aprovam reforma que abriu setor ao capital estrangeiro<\/a><\/span><\/li>\n<li><span class=\"padrao\"><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=21949\">Artigo 223 coloca em xeque papel do Estado e do mercado nas comunica&ccedil;&otilde;es<\/a><\/span><\/li>\n<li><span class=\"padrao\"><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=21949\">Regula&ccedil;&atilde;o de outorgas de r&aacute;dio e TV mant&eacute;m oligop&oacute;lio do setor<\/a><\/span><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=22104\">Debates indicam avan&ccedil;os, ainda t&iacute;midos, na garantia da liberdade de express&atilde;o<\/a><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Artigo 221 institui princ\u00edpios para o funcionamento das r\u00e1dios e das TVs, entre eles a \u201cregionaliza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o\u201d; para especialistas, previs\u00e3o foi um grande avan\u00e7o que se tornou uma grande d\u00edvida <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[40],"tags":[875],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/21964"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=21964"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/21964\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":27953,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/21964\/revisions\/27953"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=21964"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=21964"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=21964"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}