{"id":21905,"date":"2008-10-03T15:33:55","date_gmt":"2008-10-03T15:33:55","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=21905"},"modified":"2008-10-03T15:33:55","modified_gmt":"2008-10-03T15:33:55","slug":"argentina-e-venezuela-investem-em-projetos-nacionais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=21905","title":{"rendered":"Argentina e Venezuela investem em projetos nacionais"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western padrao\">Na contra-m&atilde;o das iniciativas mundiais de privatiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os, os governos da Argentina e da Venezuela est&atilde;o investindo em projetos pr&oacute;prios de sat&eacute;lite com o objetivo de privilegiar a inclus&atilde;o digital. A Argentina praneja lan&ccedil;ar o Arsat-1 no terceiro trimestre de 2011 para substituir o Nahuelsat que tem vida &uacute;til at&eacute; 2012. Metade da capacidade do novo sat&eacute;lite atender&aacute; a Argentina e o restante o mercado internacional. O financiamento do projeto foi dividido entre o governo argentino e o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) com investimentos de US$ 200 milh&otilde;es. E a constru&ccedil;&atilde;o se d&aacute; por meio do cons&oacute;rcio Invap com 50% de investimento estatal. <\/p>\n<p>&quot;Prevemos desenvolver tecnologia e recursos humanos no setor, atendendo projetos do Estado em inclus&atilde;o social com pre&ccedil;os que o Estado pode pagar e n&atilde;o com taxas de retorno baseados em par&acirc;metros europeus&quot;, explica Mariano Goldschmidt, diretor da Arsat. <\/p>\n<p>O plano argentino prev&ecirc; lan&ccedil;ar mais tr&ecirc;s sat&eacute;lites at&eacute; 2012 totalizando US$ 800 milh&otilde;es de investimentos para o Arsat 2 e 3. O mercado previsto &eacute; principalmente atender a demanda de voz e dados (49%) e o restante para TV, banda larga e outras aplica&ccedil;&otilde;es. O executivo garantiu que na Banda C ofertar&aacute; pre&ccedil;os mais baixos que os atuais praticados no Brasil. <\/p>\n<p>A Venezuela, em coopera&ccedil;&atilde;o com a China, prev&ecirc; o lan&ccedil;amento do sat&eacute;lite Simon Bol&iacute;var Vedesat-1 para a banda C, KU e tamb&eacute;m KA no dia primeiro de novembro pr&oacute;ximo, com investimentos da ordem de US$ 400 milh&otilde;es provenientes de um fundo de recursos excedentes do petr&oacute;leo. Dez por cento da capacidade satelital vai para o Uruguai, que cedeu a posi&ccedil;&atilde;o orbital. O principal objetivo do projeto &eacute; atender projetos sociais, como levar banda larga a 225 mil escolas, al&eacute;m do atendimento &agrave; sa&uacute;de com a telemedicina. Segundo Julio Duran Malaver, diretor da empresa socialista de telecomunica&ccedil;&otilde;es satelitais da Venezuela, o projeto prev&ecirc; a coordena&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os de sat&eacute;lite e da distribui&ccedil;&atilde;o de sinais por meio da estatal CANTV. A oferta ser&aacute; estendida a pa&iacute;ses como Bol&iacute;via e Paraguai para compartilhamento de infra-estrutura. <\/p>\n<p>Os executivos da Argentina e Venezuela participaram nesta quinta-feira, 2, do 8&ordm; Congresso Latino-Americano de Sat&eacute;lites 2008, promovido pelas revistas TELETIME e TELAVIVA e Converge Eventos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na contra-m&atilde;o das iniciativas mundiais de privatiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os, os governos da Argentina e da Venezuela est&atilde;o investindo em projetos pr&oacute;prios de sat&eacute;lite com o objetivo de privilegiar a inclus&atilde;o digital. 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