{"id":21838,"date":"2008-09-23T11:58:21","date_gmt":"2008-09-23T11:58:21","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=21838"},"modified":"2008-09-23T11:58:21","modified_gmt":"2008-09-23T11:58:21","slug":"nos-eua-carta-as-agencias-chama-atencao-para-lgbt","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=21838","title":{"rendered":"Nos EUA, carta \u00e0s ag\u00eancias chama aten\u00e7\u00e3o para LGBT"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm; page-break-before: always\" class=\"western padrao\">Uma carta distribu&iacute;da &agrave;s ag&ecirc;ncias de publicidade dos Estados Unidos chama a aten&ccedil;&atilde;o para a vis&atilde;o estereotipada com a qual elas tratam as l&eacute;sbicas, gays, bissexuais e transg&ecirc;nero, comunidade representada pela sigla LGBT.<\/p>\n<p>Ela foi escrita por Michal Wilke, diretor executivo da Commercial Closet Association, uma ONG fundada em 2001 com o intuito de indicar &agrave; ind&uacute;stria publicit&aacute;ria dos Estados Unidos as melhores maneiras de lidar com esse p&uacute;blico na propaganda. Dentre os que assinam o documento est&atilde;o representantes de entidades como a American Association of Advertising Agencies, a AAAA, al&eacute;m de integrantes do poder p&uacute;blico e presidentes de ag&ecirc;ncias.<\/p>\n<p>A id&eacute;ia &eacute; que a ind&uacute;stria &quot;reexamine qualquer id&eacute;ia de que o convencionamento sobre estere&oacute;tipos, homofobia e transfobia possam ser considerado algo bem sucedido como mensagem para vender produtos&quot;. Em entrevista, Wilke disse que a a&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi originada por um incidente em particular, mas por uma &quot;massa cr&iacute;tica de coisa que est&atilde;o sendo seguidos pela m&iacute;dia, que tem potencial para mudar&quot;. <\/p>\n<p>Ele citou pe&ccedil;as recentes de Nike e Snickers, que foram consideradas homof&oacute;bicas, como parte dessa &quot;massa cr&iacute;tica&quot;. Ele considera que a resposta r&aacute;pida de anunciantes envolvidos em casos como esses &eacute; um sinal de mudan&ccedil;a. &quot;Mais do que no passado, os anunciantes est&atilde;o derrubando pe&ccedil;as insensatas quando percebem que elas n&atilde;o est&atilde;o sendo bem-recebidas. E o fazem, geralmente, com um pedido de desculpas&quot;, diz Wilke.<\/p>\n<p>Algumas ag&ecirc;ncias est&atilde;o come&ccedil;ando a ficar mais organizadas em seus esfor&ccedil;os junto ao p&uacute;blico LGBT. A Arnold, do grupo Havas, por exemplo, criou uma rede multicultural de funcion&aacute;rios, para criar maior lembran&ccedil;a sobre quest&otilde;es ligadas &agrave; diversidade. &quot;As marcas j&aacute; se perguntam como podem come&ccedil;ar a incorporar quest&otilde;es LGBT em suas campanhas&quot;, diz Katie Kelly, produtora associada da Arnold.<\/p>\n<p><em>Do AdAge.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma carta distribu&iacute;da &agrave;s ag&ecirc;ncias de publicidade dos Estados Unidos chama a aten&ccedil;&atilde;o para a vis&atilde;o estereotipada com a qual elas tratam as l&eacute;sbicas, gays, bissexuais e transg&ecirc;nero, comunidade representada pela sigla LGBT. 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