{"id":21758,"date":"2008-09-03T18:24:14","date_gmt":"2008-09-03T18:24:14","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=21758"},"modified":"2008-09-03T18:24:14","modified_gmt":"2008-09-03T18:24:14","slug":"tse-nega-liminar-ao-ig-e-mantem-restricoes-ao-uso-da-internet-por-candidatos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=21758","title":{"rendered":"TSE nega liminar ao IG e mant\u00e9m restri\u00e7\u00f5es ao uso da internet por candidatos"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western padrao\">O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou ontem (2) &agrave; noite a liminar no mandado de seguran&ccedil;a em que a empresa Internet Group do Brasil S.A. (IG) busca suspender os efeitos da Resolu&ccedil;&atilde;o 22.718\/2008, que trata da propaganda eleitoral na internet nas elei&ccedil;&otilde;es de 2008. Segundo o ministro Joaquim Barbosa, a instru&ccedil;&atilde;o apenas repete normas utilizadas nas elei&ccedil;&otilde;es de 2004 e 2006, n&atilde;o havendo ilegalidade. Para o relator, o mandado de seguran&ccedil;a n&atilde;o &eacute; o meio adequado para questionar a mat&eacute;ria.<\/p>\n<p>Os dois artigos da resolu&ccedil;&atilde;o contestada pelo IG (artigos 18 e 19) disp&otilde;em que a propaganda eleitoral na internet somente ser&aacute; permitida na p&aacute;gina do candidato destinada exclusivamente &agrave; campanha eleitoral. Al&eacute;m disso, os candidatos poder&atilde;o manter p&aacute;gina na internet com a termina&ccedil;&atilde;o &ldquo;can.br&rdquo;, ou com outras termina&ccedil;&otilde;es, como mecanismo de propaganda eleitoral at&eacute; a antev&eacute;spera da elei&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>No mandado de seguran&ccedil;a apresentado ao TSE, a empresa alega que a resolu&ccedil;&atilde;o pode ser questionada na medida em que resultou em efeitos concretos, j&aacute; que as normas correspondem a ordens de absten&ccedil;&atilde;o por parte de provedores de internet. No recurso, o IG pediu liminar para suspender os efeitos dos dois artigos questionados sob o argumento de afronta &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Para o IG, trata-se de &ldquo;inova&ccedil;&atilde;o legislativa&rdquo; a proibi&ccedil;&atilde;o de perman&ecirc;ncia na rede de todos os s&iacute;tios antes destinados &agrave; divulga&ccedil;&atilde;o ou compartilhamento de id&eacute;ias e informa&ccedil;&otilde;es relativas &agrave;s propostas dos candidatos &agrave;s elei&ccedil;&otilde;es 2008. A defesa do provedor alega que o TSE exorbitou seu poder regulamentar ao introduzir restri&ccedil;&atilde;o n&atilde;o prevista em norma constitucional ou legal.<\/p>\n<p>O TSE ainda vai analisar solicita&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia da C&acirc;mara, que pede flexibiliza&ccedil;&atilde;o do uso da internet nas campanhas, por entender que a rede &eacute; o meio mais democr&aacute;tico de apresenta&ccedil;&atilde;o das propostas dos candidatos.<\/p>\n<p>Segundo especialistas, a decis&atilde;o de ontem equiparou legalmente as empresas de internet &agrave;s de r&aacute;dio e TV &#8211; que s&oacute; podem funcionar ap&oacute;s a obten&ccedil;&atilde;o de concess&otilde;es p&uacute;blicas, tese que &eacute; contestada por parlamentares.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou ontem (2) &agrave; noite a liminar no mandado de seguran&ccedil;a em que a empresa Internet Group do Brasil S.A. 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