{"id":21554,"date":"2008-07-22T17:05:45","date_gmt":"2008-07-22T17:05:45","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=21554"},"modified":"2008-07-22T17:05:45","modified_gmt":"2008-07-22T17:05:45","slug":"rio-orla-digital-tera-politica-de-controle-de-acesso-a-banda-larga","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=21554","title":{"rendered":"Rio Orla Digital ter\u00e1 pol\u00edtica de controle de acesso \u00e0 banda larga"},"content":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t    <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western padrao\">Com expectativa de beneficiar at&eacute; 100 mil pessoas, o governo do Rio de Janeiro ativou nesta ter&ccedil;a-feira, 22\/7, parte do projeto Rio Digital, que cobrir&aacute; toda a extens&atilde;o da orla de Copacabana &#8211; 4,5 Km &#8211; com acesso banda larga sem fio, baseado em Wi-Fi. A iniciativa, apontada como a maior de banda larga a c&eacute;u aberto na Am&eacute;rica Latina, &eacute; conduzida pela COPPE e n&atilde;o tem a participa&ccedil;&atilde;o de qualquer concession&aacute;ria tradicional.<\/p>\n<p>O professor Luis Felipe Moraes, respons&aacute;vel pelo projeto na COPPE &#8211; institui&ccedil;&atilde;o de cursos de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o de engenharia, um dos mais tradicionais da &aacute;rea do pa&iacute;s &#8211; admite que, apesar de gratuito, haver&aacute; um controle de uso do servi&ccedil;o. A id&eacute;ia &eacute; limitar a conex&atilde;o a um per&iacute;odo de 60 minutos (1 hora), nos hor&aacute;rios considerados de pico, para evitar que haja um congestionamento e uma perda da qualidade do servi&ccedil;o. O especialista tamb&eacute;m recomenda: a rede p&uacute;blica n&atilde;o &eacute; o meio ideal para acesso de sites que exigem senha e sigilo de dados como os banc&aacute;rios. <\/p>\n<p>&ldquo;Sabemos que &eacute; um projeto p&uacute;blico de acesso &agrave; Internet. N&atilde;o vamos vigiar os sites visitados pelos internautas quando estiverem conectados &agrave; rede Orla Digital, mas &eacute; claro que h&aacute; um controle de uso para que o compartilhamento possa ocorrer de verdade&rdquo;, enfatizou Moraes.<\/p>\n<p>&ldquo;A id&eacute;ia &eacute; fazer, numa primeira fase, que a pessoa n&atilde;o fique mais de 60 minutos conectados. Se esse per&iacute;odo passar, a proposta &eacute; que a conex&atilde;o caia e o usu&aacute;rio tenha que refazer a conex&atilde;o. A ger&ecirc;ncia de rede &#8211; que ficou com a COPPE &#8211; saber&aacute; identificar quem &eacute; esse internauta. A proposta do acesso p&uacute;blico n&atilde;o &eacute; de ficar o dia inteiro conectado mas, sim, conex&otilde;es r&aacute;pidas&quot;, completou o professor. <br \/>A orla de Copacabana &#8211; a praia mais famosa do Brasil &#8211; ficar&aacute; &ldquo;iluminada&rdquo; integralmente at&eacute; o final de agosto. A partir desta ter&ccedil;a-feira, 22\/7, parte dela j&aacute; foi coberta com 21 acessos Wi-Fi. Expectativa &eacute; que a rede possa suportar, simultaneamente, o acesso de 50 a 100 pessoas. A cobertura estar&aacute; focada na Avenida Atl&acirc;ntica beneficiando quem estiver na orla, mas tamb&eacute;m aos moradores dos pr&eacute;dios da &aacute;rea &#8211; uma das mais caras da cidade. Exatamente por isso, observou o professor Luis Felipe Moraes, h&aacute; a inten&ccedil;&atilde;o de um gerenciamento e controle de uso da rede. <\/p>\n<p>A cerim&ocirc;nia de ativa&ccedil;&atilde;o do projeto Rio Orla Digital contou com a participa&ccedil;&atilde;o do governador do Estado, S&eacute;rgio Cabral Filho, e de diversas autoridades do governo, al&eacute;m de tradicionais figuras ligadas a Copacabana, entre eles, os craques do futebol, Jairzinho, Paulo C&eacute;sar Caju, Amarildo, Brito, entre outros, da sele&ccedil;&atilde;o de 70 e moradores desde sempre do bairro.<\/p>\n<p><strong>Melhores pr&aacute;ticas de uso<\/strong><\/p>\n<p>&ldquo;A homologa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e l&oacute;gica da rede come&ccedil;a a ser feita agora com a &#39;ilumina&ccedil;&atilde;o&#39; da primeira etapa. Foi um trabalho intenso para termos a rede montada e j&aacute; programamos paradas t&eacute;cnicas nos finais de semana &#8211; na madrugada &#8211; para fazer esta integra&ccedil;&atilde;o de controle, mas at&eacute; o final de agosto teremos a maior rede de banda larga a c&eacute;u aberto da Am&eacute;rica Latina&rdquo;, observou Luis Felipe Moraes. O especialista tamb&eacute;m recomenda a&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas para os usu&aacute;rios da rede.<\/p>\n<p>&ldquo;Uma rede p&uacute;blica n&atilde;o &eacute; para fazer transa&ccedil;&otilde;es banc&aacute;rias&rdquo;, alerta o professor da Coppe. &ldquo;Isso porque ela &eacute; uma rede aberta e n&atilde;o h&aacute; criptografia dos dados. O acesso Wi-Fi p&uacute;blico &eacute; para facilitar a abertura de um webmail, de uma comunica&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida para acesso &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es&rdquo;, refor&ccedil;a o professor da Coppe.<\/p>\n<p>Para integrar as antenas Wi-Fi, fornecidas pela Motorola, &agrave; infra-estrutura de backbone da RedeRio &#8211; fornecedora do link de acesso &agrave; internet &#8211; a Coppe contou com a colabora&ccedil;&atilde;o da prefeitura do Rio para a instala&ccedil;&atilde;o de r&aacute;dios e de um link de fibra &oacute;ptica com capacidade de 1 Giga. <\/p>\n<p>&ldquo;N&atilde;o h&aacute; a participa&ccedil;&atilde;o de qualquer concession&aacute;ria neste projeto. Ele &eacute; totalmente custeado pelo Estado, atrav&eacute;s da Faperj e da Secretaria de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia&rdquo;, diz o professor Luis Felipe Moraes. <\/p>\n<p>Tanto &eacute; assim que a conex&atilde;o &agrave; Internet s&oacute; ser&aacute; poss&iacute;vel atrav&eacute;s dos laptops e de celulares que tenham o dispositivo de acesso &agrave; redes Wi-Fi. Um celular tradicional, com acesso &agrave; Internet, n&atilde;o ter&aacute; interconex&atilde;o com &agrave; rede do Estado.  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western padrao\">Presente &agrave; solenidade, o secret&aacute;rio de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia do Estado do Rio de Janeiro, Alexandre Cardoso, enfatizou que o sucesso da iniciativa &#8211; um dos carros-chefe da &aacute;rea de TI do governo &#8211; est&aacute; no fato de a Funda&ccedil;&atilde;o Carlos Chagas de Apoio &agrave; Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) ter recebido nos &uacute;ltimos dois anos, cerca de R$ 400 milh&otilde;es para suporte financeiro &agrave;s pesquisas voltadas para a Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>O pr&oacute;ximo passo ser&aacute; o de levar o projeto para a Baixada Fluminense, mas Cardoso admitiu que o prazo inicial &#8211; setembro &#8211; n&atilde;o ser&aacute; cumprido. &ldquo;Vamos atrasar, mas garantimos que at&eacute; o final do ano, a conex&atilde;o gratuita estar&aacute; dispon&iacute;vel na Baixada&rdquo;. O secret&aacute;rio garantiu ainda que, em 2009, o Rio de Janeiro poder&aacute; ser um Estado Digital &#8211; com acesso banda larga dispon&iacute;vel nos seus 92 munic&iacute;pios.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com expectativa de beneficiar at&eacute; 100 mil pessoas, o governo do Rio de Janeiro ativou nesta ter&ccedil;a-feira, 22\/7, parte do projeto Rio Digital, que cobrir&aacute; toda a extens&atilde;o da orla de Copacabana &#8211; 4,5 Km &#8211; com acesso banda larga sem fio, baseado em Wi-Fi. 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