{"id":21353,"date":"2008-06-09T23:34:12","date_gmt":"2008-06-09T23:34:12","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=21353"},"modified":"2008-06-09T23:34:12","modified_gmt":"2008-06-09T23:34:12","slug":"fust-tem-de-alavancar-a-banda-larga-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=21353","title":{"rendered":"&#8220;Fust tem de alavancar a banda larga no Brasil&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><em>Fechado o acordo com as teles para levar o ponto de presen&ccedil;a da banda larga a todos os munic&iacute;pios, Rog&eacute;rio Santanna, secret&aacute;rio de Log&iacute;stica e Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o, do Minist&eacute;rio do Planejamento, diz que a meta, agora, &eacute; democratizar o acesso &agrave; &uacute;ltima milha. Em primeiro lugar, diz que a Anatel precisa atualizar urgentemente o pre&ccedil;o da EILD &ndash; venda de capacidade de infra-estrutura no atacado, que &eacute; bem acima do praticado no mercado, segundo ele. Defende o uso dos recursos do Fust para financiar redes comunit&aacute;rias de banda larga e quer reservar espectro, de prefer&ecirc;ncia nas faixas mais baixas, como a de 700 MHz, para uso p&uacute;blico compartilhado.<\/em><strong><span class=\"fnt_box\"><\/p>\n<p>Voc&ecirc; integrou o grupo de trabalho do governo que negociou com as concession&aacute;rias de telefonia fixa a troca de metas. Conclu&iacute;do o processo, que vai permitir estender a infra-estrutura de banda larga a todas as cidades brasileiras, qual &eacute; o passo seguinte para democratizar o acesso do cidad&atilde;o &agrave; internet, ou seja, a chamada &uacute;ltima milha?<\/p>\n<p><\/span><\/strong>Eu acho que o passo seguinte &eacute; atualizar a regula&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o das EILDs (explora&ccedil;&atilde;o industrial de linha dedicada) no Brasil, porque as EILDs s&oacute; t&ecirc;m um pre&ccedil;o atribu&iacute;do pela Anatel at&eacute; 2 Mbps, um pre&ccedil;o que est&aacute; defasado em rela&ccedil;&atilde;o ao que j&aacute; &eacute; praticado no mercado, porque est&aacute; muito acima dos valores de mercado. Na pr&aacute;tica, se houver uma disputa, por exemplo, do pequeno provedor com alguma oferta de servi&ccedil;o por EILDs, o valor que a Anatel vai arbitrar j&aacute; &eacute; por si s&oacute; um valor muito acima do praticado no mercado, o que inviabilizaria os pequenos provedores em qualquer conflito que exista com quem detenha a infra-estrutura.<strong><\/p>\n<p><span class=\"fnt_box\">Voc&ecirc; diz que o pre&ccedil;o &eacute; elevado. De quanto &eacute; o sobrepre&ccedil;o?<\/p>\n<p><\/span><\/strong>Eu considero muito acima em rela&ccedil;&atilde;o ao que, calculo, seria um pre&ccedil;o aceit&aacute;vel &#8230; O que precisamos, para garantir a competi&ccedil;&atilde;o, &eacute; que o pre&ccedil;o da EILD seja atualizado, ou se crie um modelo de custo desenvolvido pela Anatel, ou uma tabela de pre&ccedil;os que possa servir de refer&ecirc;ncia para eventual arbitramento, o que permitir&aacute; a democratiza&ccedil;&atilde;o da infra-estrutura. E essa medida depende exclusivamente da Anatel.<strong><\/p>\n<p><span class=\"fnt_box\">Qual &eacute; o passo seguinte?<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Eu acho que tem outro movimento que pode ser bastante&nbsp; interessante para democratiza&ccedil;&atilde;o do acesso, que &eacute; o projeto de lei de altera&ccedil;&atilde;o da Lei do Fust (Fundo de Universaliza&ccedil;&atilde;o das Telecomunica&ccedil;&otilde;es) do senador (Aloizio) Mercadante, j&aacute; aprovado no Senado e que agora tramita na C&acirc;mara dos Deputados. Ele vai precisar ser atualizado, pois seu foco n&atilde;o pode ser s&oacute; a educa&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que as escolas ser&atilde;o atendidas pelas teles, que v&atilde;o doar banda larga &ndash; 84% dos alunos ser&atilde;o atendidos por esse acordo. Assim, acho que o projeto tem de abrir para a inclus&atilde;o digital de uma forma mais ampla.<strong><\/p>\n<p><span class=\"fnt_box\">Como voc&ecirc; imagina que os recursos possam ser utilizados para democratizar o acesso &agrave; &uacute;ltima milha?<\/span><\/p>\n<p><\/strong>Eu acho que os provedores de SCM (Servi&ccedil;o de Comunica&ccedil;&atilde;o Multim&iacute;dia) tamb&eacute;m poderiam ter acesso aos recursos do Fust para estender suas redes. Eu j&aacute; defendi essa proposta na C&acirc;mara dos Deputados, nas audi&ecirc;ncias para discutir o projeto do Fust. Mas as redes financiadas com recursos do Fust n&atilde;o seriam propriedade de um provedor, mas de propriedade coletiva, das prefeituras, para que todos os agentes p&uacute;blicos daquela regi&atilde;o pudessem usar. O dinheiro do Fust n&atilde;o pode mais ser dedicado apenas &agrave; telefonia fixa, como prev&ecirc; a Lei. Ele tem de ser usado para alavancar a banda larga no pa&iacute;s.<strong><\/p>\n<p><span class=\"fnt_box\">Essa rede atenderia aos pontos p&uacute;blicos?<\/span><\/p>\n<p><\/strong>Sim, mas n&atilde;o s&oacute; isso. Ela tem de dar acesso aos telecentros, &agrave; rede de unidades da prefeitura e aos servi&ccedil;os que j&aacute; s&atilde;o oferecidos por prefeituras. Hoje, as prefeituras enfrentam dificuldades para expandir seus servi&ccedil;os por falta de infra-estrutura de banda larga. Esteve comigo a prefeita de Tau&aacute;, no Cear&aacute;, que me disse que teve a possibilidade de criar 400 postos de atendimento de <em>call center<\/em> no munic&iacute;pio. Ela procurou a companhia telef&ocirc;nica que pediu R$ 1,5 mil\/m&ecirc;s para colocar o link. O interessado desistiu frente ao custo da conex&atilde;o. Ent&atilde;o, os recursos do Fust podem servir para estimular e financiar infra-estrutura para esses lugares onde n&atilde;o tenha atendimento.<strong><\/p>\n<p><span class=\"fnt_box\">Outra proposta sua para democratizar o acesso &agrave; &uacute;ltima&nbsp; milha se refere &agrave; reserva de uma faixa do espectro para uso p&uacute;blico e coletivo&#8230;<\/span><\/p>\n<p><\/strong>Reservar essa faixa de freq&uuml;&ecirc;ncia &eacute; fundamental para que se possa desenvolver o que eu estou chamando de rede comunit&aacute;ria de uso p&uacute;blico, onde se define uma regra de uso n&atilde;o baseada em zoneamento espacial ou taxas de freq&uuml;&ecirc;ncia mas, sim, no protocolo de compartilhamento. Isso quer dizer que quem mais doa &agrave; rede, mais prioridade ter&aacute; na hora de ser roteado. Ent&atilde;o, cria-se uma rede comunit&aacute;ria tipo a internet, onde quem doa mais para a rede tem prefer&ecirc;ncia na hora do seu pacote ser roteado.<strong><\/p>\n<p><span class=\"fnt_box\">Voc&ecirc; defende a reserva numa faixa espec&iacute;fica, ou existem v&aacute;rias faixas que poderiam ser usadas?<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Precisa ser uma faixa onde haja oferta para equipamentos comerciais. E quanto mais baixa a freq&uuml;&ecirc;ncia, melhor para uma cobertura mais ampla de acesso, freq&uuml;&ecirc;ncias mais baixas permitem ir mais longe. Ent&atilde;o, isso nos permitiria, por exemplo, ter mais efici&ecirc;ncia e ficaria mais barata a infra-estrutura de antenas e permitiria a cobertura em locais mais distantes como escolas rurais, com custo mais baixo.<strong><\/p>\n<p><span class=\"fnt_box\">Voc&ecirc; chegou a propor que fosse reservado espectro para uso p&uacute;blico, na faixa de 3,5 GHz do WiMAX. Mas alguns t&eacute;cnicos argumentam que seria melhor freq&uuml;&ecirc;ncias mais baixas por conta do custo dos equipamentos &#8230;<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Eu havia defendido a faixa de 3,5 GHz, porque a Intel tinha defendido como sendo a freq&uuml;&ecirc;ncia para a qual ela iria dispor o equipamento. Mas o Estados Unidos definiram usar a faixa dos 700 a 800 MHz. O que cria uma &oacute;tima alternativa, pois eles entrando vai haver equipamento barato.<strong><\/p>\n<p><span class=\"fnt_box\">Al&eacute;m da democratiza&ccedil;&atilde;o da banda larga, qual o ganho mais imediato que voc&ecirc; v&ecirc; para as prefeituras. O que pode mudar na gest&atilde;o?<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Um benef&iacute;cio importante &eacute; a simplifica&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o entre governo federal e munic&iacute;pio. O governo federal tem uma rela&ccedil;&atilde;o com os munic&iacute;pios de transfer&ecirc;ncias de recursos atrav&eacute;s de conv&ecirc;nios. S&atilde;o milhares de conv&ecirc;nios que todos os minist&eacute;rios fazem, e toda essa rela&ccedil;&atilde;o de presta&ccedil;&atilde;o de contas de funcionamento do conv&ecirc;nio em si &eacute; uma rela&ccedil;&atilde;o complicada para a uni&atilde;o e para os munic&iacute;pios. Para cinco conv&ecirc;nios, por exemplo, com cinco minist&eacute;rios diferentes, o munic&iacute;pio tem de apresentar cinco vezes o mesmo documento, prestar conta cinco vezes das mesmas coisas, o que acaba tornando o trabalho irracional. Hoje, tudo isso &eacute; feito em papel e n&oacute;s temos 92 mil conv&ecirc;nios para fiscalizar. Com a infra-estrutura de banda larga tudo fica mais f&aacute;cil. Ganha-se tempo, racionalidade, economiza-se retrabalho. Foi para come&ccedil;ar a por ordem nesses conv&ecirc;nios, a torn&aacute;-los mais transparentes com a divulga&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es, que n&oacute;s desenvolvemos um portal de conv&ecirc;nios. Isso vai simplificar muito a rela&ccedil;&atilde;o com os munic&iacute;pios, a sociedade vai poder acompanhar o que &eacute; transferido de recursos aos munic&iacute;pios, estes v&atilde;o prestar conta <em>online<\/em> e n&oacute;s vamos ent&atilde;o ter uma ger&ecirc;ncia mais eficiente.<\/p>\n<p><strong><span class=\"fnt_box\">Que outras iniciativas voc&ecirc; considera necess&aacute;rias no que diz respeito &agrave; banda larga?<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Eu acho que o pa&iacute;s n&atilde;o pode descartar a hip&oacute;tese de dispor de uma infra-estrutura nacional p&uacute;blica. Um governo tem informa&ccedil;&otilde;es de car&aacute;ter estrat&eacute;gico e n&atilde;o&nbsp; pode ficar transitando suas informa&ccedil;&otilde;es em redes privadas, controladas at&eacute; por estrangeiros. N&atilde;o posso, por exemplo, ter sistemas de monitoramento da Amaz&ocirc;nia sendo roteados em Miami. Da mesma forma que o governo americano tem a sua pr&oacute;pria infovia, o governo canadense tem sua pr&oacute;pria infovia, o governo brasileiro tamb&eacute;m tem que ter seus pr&oacute;prios meios para proteger suas informa&ccedil;&otilde;es estrat&eacute;gicas. J&aacute; vimos v&aacute;rios casos de vazamentos de informa&ccedil;&otilde;es envolvendo espionagem de operadoras, casos de monitoramento de<em> e-mails<\/em> at&eacute; de ministros, rumorosos casos de espionagem industrial&#8230;<strong><span class=\"fnt_box\"><\/p>\n<p>A exemplo do Portal dos Conv&ecirc;nios, que outras medidas est&atilde;o sendo adotadas para apoiar a inclus&atilde;o digital das prefeituras?<\/span><\/strong><\/p>\n<p>N&oacute;s vamos criar uma su&iacute;te de programas em <em>software <\/em>aberto para oferecer &agrave;s prefeituras. Isso foi anunciado pelo presidente Lula no recente encontro com os prefeitos. No momento, estamos em fase de escolher uma das que j&aacute; existem e que possa atender melhor a todas as necessidades. Certamente vai ter que ter um ou outro desenvolvimento complementar. A import&acirc;ncia de uma su&iacute;te desse tipo, a exemplo de outras que j&aacute; disponibilizamos, &eacute; que temos uma grande comunidade de <em>software <\/em>livre, ent&atilde;o temos um grande conjunto de desenvolvedores em cada comunidade. S&atilde;o comunidades muito ativas. Uma comunidade nova como a do Ginga (o <em>middleware<\/em> sobre o qual rodam as aplica&ccedil;&otilde;es de interatividade da TV digital) j&aacute; tem mais de 2 mil colaboradores. O governo brasileiro precisa incentivar essas comunidades, premiar os que mais contribuem como estamos fazendo, tem de lan&ccedil;ar m&atilde;o do conhecimento coletivo no pa&iacute;s. Dados a din&acirc;mica e a velocidade da informa&ccedil;&atilde;o, toda organiza&ccedil;&atilde;o precisa de mais colaboradores, n&atilde;o bastam os talentos internos. A forma de dar conta dessa obsolesc&ecirc;ncia da informa&ccedil;&atilde;o s&atilde;o as redes de compartilhamento. E tamb&eacute;m podemos aproveit&aacute;-las para gerar um ambiente de neg&oacute;cios. Vamos fazer com essa su&iacute;te o que fizemos com o <em>software<\/em> de gest&atilde;o de uma companhia de &aacute;gua. Ele foi financiado pelo Minist&eacute;rio das Cidades, mas no lugar de ser propriedade de algu&eacute;m &eacute; um <em>software<\/em> aberto que pode ser usado por todas as empresas. Dois estados do Brasil j&aacute; instalaram esse <em>software<\/em>.<strong><span class=\"fnt_box\"><\/p>\n<p>Comenta-se que o governo, e isso n&atilde;o &eacute; atributo s&oacute; da Uni&atilde;o, &eacute; muito &aacute;gil na informatiza&ccedil;&atilde;o quando se trata da arrecada&ccedil;&atilde;o, mas caminha lentamente quando se trata de oferecer servi&ccedil;os ao cidad&atilde;o. Essa afirma&ccedil;&atilde;o procede?<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&Eacute; verdade que, no passado, privilegiou-se a &aacute;rea relacionada &agrave; arrecada&ccedil;&atilde;o. Mas muita coisa j&aacute; foi feita para atender o cidad&atilde;o. Primeiro, &eacute; preciso lembrar que o governo federal tem poucas &aacute;reas que t&ecirc;m interface direta com o cidad&atilde;o. S&oacute; a Sa&uacute;de e a Previd&ecirc;ncia. Todas as demais se relacionam com os estados e munic&iacute;pios. Tanto na Sa&uacute;de como na Previd&ecirc;ncia desenvolvemos iniciativas para oferecer servi&ccedil;os seja na internet seja via telefone. No caso do MEC, criamos o portal do Prouni que j&aacute; oferece 120 mil vagas, praticamente dobrando o n&uacute;mero de vagas em universidades p&uacute;blicas oferecidas anualmente. Os conv&ecirc;nios do MEC via Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educa&ccedil;&atilde;o, FNDE, tamb&eacute;m est&atilde;o na web. Agora vamos conectar em banda larga todas as escolas urbanas, por meio da negocia&ccedil;&atilde;o feita com as teles, e vamos lan&ccedil;ar um programa de aquisi&ccedil;&atilde;o de micros pelos professores, no molde do Computador para Todos. Tudo isso vai ter um impacto brutal.<strong><\/p>\n<p><span class=\"fnt_box\">E em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Previd&ecirc;ncia?<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Pelo perfil do seu p&uacute;blico, avaliou-se que o canal mais adequado para a oferta de servi&ccedil;os seria o telefone. Em 2006, criamos uma central 0800, com todo o trabalho dos atendentes apoiado na web; &eacute; por a&iacute; que fazem todo o agendamento. Tamb&eacute;m fizemos um censo dos aposentados, com a requalifica&ccedil;&atilde;o do cadastro, que resultou em uma economia de R$ 600 milh&otilde;es. Mas o esfor&ccedil;o maior que fizemos foi no sentido de dar transpar&ecirc;ncia tanto &agrave;s compras quanto aos gastos do governo, usando a web para tornar as informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis para o cidad&atilde;o.<strong><\/p>\n<p><span class=\"fnt_box\">Voc&ecirc; est&aacute; falando do Portal da Transpar&ecirc;ncia?<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Dele e agora tamb&eacute;m do Portal dos Conv&ecirc;nios. N&atilde;o fosse o Portal da Transpar&ecirc;ncia n&atilde;o haveria a crise do cart&atilde;o corporativo, nem a CPI. Como todas as informa&ccedil;&otilde;es est&atilde;o na web, qualquer cidad&atilde;o pode ir l&aacute; e checar. E vamos abrir ainda mais as informa&ccedil;&otilde;es. Os saques em dinheiro v&atilde;o ser documentados, e as contas tipo B, que eram sigilosas, deixam de existir a partir deste m&ecirc;s. S&oacute; o governo federal abre tanto as suas contas. <strong><\/p>\n<p><span class=\"fnt_box\">E quanto &agrave;s compras? Pode-se dizer que o preg&atilde;o eletr&ocirc;nico &eacute; um sucesso?<\/span><\/p>\n<p><\/strong>Mais de 90% das compras j&aacute; s&atilde;o feitas via preg&atilde;o e o governo federal movimentou, em 2007, s&oacute; no preg&atilde;o eletr&ocirc;nico, R$ 16,5 bilh&otilde;es quando todo o com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico privado, &agrave; exce&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria automobil&iacute;stica, se n&atilde;o me engano, foi de R$ 6 bilh&otilde;es. Elevamos as compras das micro e pequenas empresas de 17%, em 2006, para 48%, em 2007, e s&oacute; no preg&atilde;o eletr&ocirc;nico sua participa&ccedil;&atilde;o nas compras totais passou de 12% para 37%. Isso significa gera&ccedil;&atilde;o de emprego. De acordo com o Sebrae, a cada R$ 1 bilh&atilde;o comprados de pequenas e micro empresas s&atilde;o gerados 800 mil empregos diretos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Secret\u00e1rio do Minist\u00e9rio do Planejamento fala sobre inclus\u00e3o digital<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[43],"tags":[781,780],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/21353"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=21353"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/21353\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=21353"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=21353"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=21353"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}