{"id":21319,"date":"2008-06-04T11:13:21","date_gmt":"2008-06-04T11:13:21","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=21319"},"modified":"2008-06-04T11:13:21","modified_gmt":"2008-06-04T11:13:21","slug":"abta-recorre-a-justica-pela-cobranca-do-ponto-extra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=21319","title":{"rendered":"ABTA recorre \u00e0 Justi\u00e7a pela cobran\u00e7a do ponto extra"},"content":{"rendered":"<p>A Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Empresas de TV por Assinatura (ABTA) foi &agrave; Justi&ccedil;a pela cobran&ccedil;a do ponto extra e, j&aacute; prevendo uma enxurrada de a&ccedil;&otilde;es, a entidade pede tamb&eacute;m que todas as demandas sejam concentradas na Justi&ccedil;a Federal, em Bras&iacute;lia. A a&ccedil;&atilde;o da ABTA foi impetrada na segunda-feira e &eacute; favor&aacute;vel ao Regulamento de Prote&ccedil;&atilde;o e Defesa dos Direitos dos Assinantes de TV por Assinatura, cuja leitura quanto &agrave; cobran&ccedil;a ou n&atilde;o do ponto extra gera pol&ecirc;mica. Na a&ccedil;&atilde;o, a entidade pede que a Justi&ccedil;a valide a interpreta&ccedil;&atilde;o de que o servi&ccedil;o pode ser cobrado.<\/p>\n<p>Editado h&aacute; seis meses, mas em vigor desde ontem, o regulamento estabelece que as operadoras n&atilde;o podem cobrar pela programa&ccedil;&atilde;o, mas podem cobrar pela manuten&ccedil;&atilde;o e instala&ccedil;&atilde;o do ponto. A dupla interpreta&ccedil;&atilde;o obrigou a Anatel a reunir o seu conselho diretor para deliberar sobre o tema. A reuni&atilde;o foi iniciada ontem por circuito deliberativo, mas n&atilde;o houve consenso. Os conselheiros Pedro Jaime Ziller e Pl&iacute;nio de Aguiar s&atilde;o os mais ferrenhos defensores da gratuidade total do ponto extra.<\/p>\n<p>Ao processo, a ABTA anexou quatro pareceres de peritos p&uacute;blicos que comprovam a exist&ecirc;ncia de custos para as operadoras pelo ponto extra. Os pareceres foram contratados pela pr&oacute;pria Justi&ccedil;a ao longo dos &uacute;ltimos anos, nos diversos processos que contestam a cobran&ccedil;a do servi&ccedil;o em todo o Brasil. Na avalia&ccedil;&atilde;o da ABTA, uma eventual posi&ccedil;&atilde;o da Anatel contra a cobran&ccedil;a pode estimular o pedido de pontos extras entre os assinantes de todo o pa&iacute;s. Como as operadoras j&aacute; imaginam que poder&atilde;o ter que recorrer &agrave; Justi&ccedil;a para assegurar a cobran&ccedil;a, amparadas pelo pr&oacute;prio regulamento, solicitam que as demandas judiciais sejam concentradas em Bras&iacute;lia.<\/p>\n<p>Os pareceres t&eacute;cnicos indicam que o ponto extra incorre em custos para manuten&ccedil;&atilde;o do sinal, dos equipamentos de recep&ccedil;&atilde;o e at&eacute; de call center. Pelos c&aacute;lculos da ABTA, cerca de um ter&ccedil;o dos assinantes de TV paga t&ecirc;m ponto extra. A entidade argumenta que ao determinar que n&atilde;o se cobre, a Anatel n&atilde;o estar&aacute; beneficiando o consumidor, pois o custo acabar&aacute; rateado entre toda a base usu&aacute;ria do servi&ccedil;o, ao passo que hoje apenas que os que contratam o benef&iacute;cio pagam por ele.   <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Empresas de TV por Assinatura (ABTA) foi &agrave; Justi&ccedil;a pela cobran&ccedil;a do ponto extra e, j&aacute; prevendo uma enxurrada de a&ccedil;&otilde;es, a entidade pede tamb&eacute;m que todas as demandas sejam concentradas na Justi&ccedil;a Federal, em Bras&iacute;lia. 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