{"id":20894,"date":"2008-04-07T21:14:30","date_gmt":"2008-04-07T21:14:30","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=20894"},"modified":"2008-04-07T21:14:30","modified_gmt":"2008-04-07T21:14:30","slug":"bittar-apresenta-nova-proposta-para-regulamentacao-da-tv-paga","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=20894","title":{"rendered":"Bittar apresenta nova proposta para regulamenta\u00e7\u00e3o da TV paga"},"content":{"rendered":"<p>O deputado Jorge Bittar (PT-RJ) divulgou hoje (7) a vers&atilde;o do Projeto de Lei 29 que passa a ser apreciada pela Comiss&atilde;o de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, Comunica&ccedil;&atilde;o e Inform&aacute;tica a partir da quarta-feira (9). Nesta nova reda&ccedil;&atilde;o, Bittar considera as 145 emendas apresentadas ao seu relat&oacute;rio inicial, apresentado em dezembro, mas reflete especialmente as press&otilde;es diversas sobre o conte&uacute;do do projeto.<\/p>\n<p>A proposta de criar uma pol&iacute;tica de cotas para a produ&ccedil;&atilde;o nacional independente gerou rea&ccedil;&atilde;o violenta por parte das operadoras de TV a cabo, das programadoras internacionais e tamb&eacute;m da Rede Globo. A press&atilde;o levou Bittar a retroceder nos percentuais propostos originalmente e, em uma das vers&otilde;es apresentadas &agrave; imprensa, retirar inclusive a men&ccedil;&atilde;o &agrave; produ&ccedil;&atilde;o independente.<\/p>\n<p>Esta op&ccedil;&atilde;o do relator acabou por criar desconforto entre os atores que apoiavam o projeto por conta, essencialmente, das cotas para a produ&ccedil;&atilde;o nacional independente. Articulados com outros atores minorit&aacute;rios no setor da TV por assinatura, os produtores independentes conseguiram apresentar uma proposta que voltava a incluir cotas para produ&ccedil;&atilde;o independente e tamb&eacute;m cl&aacute;usulas que limitam a presen&ccedil;a de uma &uacute;nica programadora nos pacotes de canais.<\/p>\n<p>Em meio a este fogo-cruzado, o relator entrega &agrave; comiss&atilde;o um projeto que tenta costurar interesses diversos. Na colcha de retalhos, perdem espa&ccedil;o as cotas para independentes, ganham algumas vantagens os radiodifusores (especialmente a Globo) e se acelera a entrada das teles no mercado de TV por assinatura.<\/p>\n<p>Veja os principais pontos do texto apresentado por Bittar &agrave; CCTCI:<\/p>\n<p><strong>Cota transversal de conte&uacute;do brasileiro<br \/><\/strong><br \/>Todos os canais com conte&uacute;do majoritariamente qualificado (filmes, seriados, novelas, reality shows) ter&atilde;o de exibir 3h30 semanais de conte&uacute;do brasileiro, cuja defini&ccedil;&atilde;o agora exclui as co-produ&ccedil;&otilde;es. Originalmente, o texto previa uma porcentagem do hor&aacute;rio nobre. Segundo o novo relat&oacute;rio, as 3h30 equivalem aos 10% previstos na proposta original.<\/p>\n<p>Destas 3h30, metade &ldquo;dever&aacute; ser produzida por produtora brasileira independente&rdquo;. Originalmente, toda a cota era destinada a produ&ccedil;&otilde;es independentes. Segundo o texto de justificativa apresentado por Bittar, esta previs&atilde;o d&aacute; mais &ldquo;liberdade &agrave; programadora no preenchimento da grade&ldquo;, usando conte&uacute;do de &ldquo;produtoras consideradas n&atilde;o independentes &ndash; inclusive radiodifusores&rdquo;.<\/p>\n<p>A nova vers&atilde;o cria duas exce&ccedil;&otilde;es &agrave; regra: os canais n&atilde;o-direcionados a brasileiros (transmitidos sem dublagem ou legenda) e o chamados canais pan-regionais, cujo sinal &uacute;nico &eacute; transmitido para v&aacute;rios pa&iacute;ses (por exemplo, para toda a Am&eacute;rica do Sul). No segundo caso, caber&aacute; &agrave; Ag&ecirc;ncia Nacional do Cinema (Ancine) avaliar se h&aacute; ou n&atilde;o condi&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas para que a programadora cumpra as cotas.<\/p>\n<p>Outra novidade &eacute; a permiss&atilde;o para a compensa&ccedil;&atilde;o das cotas de conte&uacute;do entre os canais de um mesmo grupo empresarial.<\/p>\n<p><strong>Cota de canais brasileiros<\/p>\n<p><\/strong>A nova proposta &eacute; mais restrita e detalhada: 25% dos canais que comp&otilde;em um pacote dever&atilde;o ser brasileiros, sendo que 1\/3 deles criados por programadores independentes. Ou seja: uma &uacute;nica empresa poder&aacute; ter, no m&aacute;ximo, 2\/3 da cota de canais nacionais.<\/p>\n<p>Para um canal ser considerado brasileiro, ter&aacute; de veicular 8 horas di&aacute;rias de produ&ccedil;&atilde;o nacional, sendo 4 horas em espa&ccedil;o qualificado. Dessa &uacute;ltima parcela, 2 horas dever&atilde;o ser veiculadas no hor&aacute;rio nobre, sendo que 1 hora desta programa&ccedil;&atilde;o ter&aacute; de ser produzida por independentes.<\/p>\n<p>Bittar tamb&eacute;m introduz um limite para as cotas: 10 canais nacionais, sendo 3 deles independentes. Ou seja, num pacote hipot&eacute;tico com 50 canais, a obriga&ccedil;&atilde;o da operadora &eacute; oferecer n&atilde;o 12 canais BR, mas apenas 10.<\/p>\n<p><strong>Hor&aacute;rio Nobre<\/strong><\/p>\n<p>Para efeito de aplica&ccedil;&atilde;o das cotas, a Ancine decidir&aacute; sobre o per&iacute;odo que ser&aacute; considerado hor&aacute;rio nobre, de acordo com o p&uacute;blico-alvo de cada canal.<\/p>\n<p><strong>Prazo para validade das cotas<\/p>\n<p><\/strong>As cotas previstas no projeto ser&atilde;o v&aacute;lidas por 15 anos ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o do regulamenta&ccedil;&atilde;o da nova lei. Antes, n&atilde;o havia previs&atilde;o para o fim das cotas.<\/p>\n<p><strong>Teles no mercado de TV por assinatura<\/p>\n<p><\/strong>Uma das quest&otilde;es mais importantes do projeto (talvez a sua principal motiva&ccedil;&atilde;o) &eacute; a revoga&ccedil;&atilde;o das disposi&ccedil;&otilde;es regulamentares e das cl&aacute;usulas dos contratos de concess&atilde;o de STFC (Servi&ccedil;o de Telefonia Fixa Comutada) que pro&iacute;bem a presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o de TV a cabo pelas concession&aacute;rias de telefonia fixa. Se aprovado, as teles passar&atilde;o a poder prestar servi&ccedil;os de TV por assinatura (que juridicamente passar&aacute; a ser chamado de Servi&ccedil;o de Acesso Condicionado &ndash; SAC).<\/p>\n<p><strong>Divis&atilde;o do mercado<\/p>\n<p><\/strong>O novo relat&oacute;rio de Bittar limita em 30% do capital total e votante a presen&ccedil;a das empresas de telecomunica&ccedil;&otilde;es nos ramos da produ&ccedil;&atilde;o e da programa&ccedil;&atilde;o, bem como em empresas concession&aacute;rias de radiodifus&atilde;o. As teles poder&atilde;o controlar, portanto, apenas empresas de distribui&ccedil;&atilde;o de TV por assinatura. O contr&aacute;rio tamb&eacute;m est&aacute; previsto: o mesmo limite de 30% vale para a participa&ccedil;&atilde;o de empresas de radiodifus&atilde;o, produtoras e programadoras no capital total e votante de empresas de telecomunica&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p><strong>Produtoras independentes<\/p>\n<p><\/strong>Fica permitida a participa&ccedil;&atilde;o de empresas concession&aacute;rias de radiodifus&atilde;o, programadoras, empacotadoras ou operadoras nas produtoras consideradas independentes, dentro de um limite de 20% do capital votante. N&atilde;o ser&aacute; permitido aos s&oacute;cios minorit&aacute;rios, no entanto, exercer poder de veto sobre a comercializa&ccedil;&atilde;o das produ&ccedil;&otilde;es. Para ser considerada independente, uma produtora n&atilde;o poder&aacute;, ainda, ter contrato de exclusividade com uma programadora (ou canal).<\/p>\n<p><strong>Programadoras independentes<\/strong><span style=\"font-style: normal\"><\/p>\n<p>Passa a ser considerada programadora independente aquela que &ldquo;n&atilde;o seja controladora, controlada ou coligada de programadoras que programem mais do que 1\/3 (um ter&ccedil;o) dos canais do pacote ou de sua empacotadora ou distribuidora&rdquo;. Este crit&eacute;rio abre espa&ccedil;o para pequenos programadores nos pacotes de canais oferecidos ao assinante.<\/p>\n<p><\/span><strong>Ancine<\/p>\n<p><\/strong>Outro recuo de Bittar diz respeito &agrave;s responsabilidades da Ancine, que n&atilde;o ter&aacute; permiss&atilde;o para instruir o Conselho Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica (Cade) em quest&otilde;es concorrenciais sobre o mercado audiovisual. A ag&ecirc;ncia dever&aacute; somente fomentar a produ&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do nacional e regular e fiscalizar as atividades de programa&ccedil;&atilde;o e empacotamento, enquanto que a Anatel permanecer&aacute; com a responsabilidade de dispor sobre a distribui&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Publicidade<\/p>\n<p><\/strong>Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; publicidade nos canais de televis&atilde;o por assinatura, foi estabelecido o mesmo limite de 25% previsto para as concession&aacute;rias de radiodifus&atilde;o, com a ressalva da possibilidade de fixa&ccedil;&atilde;o de par&acirc;metro distinto para programa&ccedil;&otilde;es destinadas para <br \/>crian&ccedil;as e adolescentes.<\/p>\n<p><strong>Mudan&ccedil;as no must-carry<\/p>\n<p><\/strong>A proposta divulgada mant&eacute;m o dispositivo da Lei do Cabo que determina que as operadoras do servi&ccedil;o distribuam gratuitamente ao assinante os canais da televis&atilde;o aberta, o chamado &quot;must-carry&quot;. Por&eacute;m, no caso da tecnologia digital, foi estabelecido que sua distribui&ccedil;&atilde;o ser&aacute; objeto de acordo entre radiodifusores e operadoras de TV por assinatura. A proposta, ao mesmo tempo em que assegura o transporte dos canais da televis&atilde;o aberta e gratuita, permite remunerar as emissoras abertas num futuro pr&oacute;ximo.<\/p>\n<p>O projeto ainda determina que, em localidades n&atilde;o cobertas por geradoras de televis&atilde;o, o acesso aos canais das retransmisoras locais de televis&atilde;o pela prestadora do servi&ccedil;o de acesso condicionado e a distribui&ccedil;&atilde;o desses canais para seus assinantes sejam feitas a t&iacute;tulo gratuito.<\/p>\n<p>Em raz&atilde;o da aprova&ccedil;&atilde;o da Medida Provis&oacute;ria que instituiu a TV P&uacute;blica, foi inclu&iacute;do entre os canais obrigat&oacute;rios, al&eacute;m do canal reservado para a presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os de radiodifus&atilde;o p&uacute;blica, o canal oficial do Poder Executivo.<\/p>\n<p><strong>Direitos de imagem de eventos<\/p>\n<p><\/strong>O projeto estabelece que os atuais operadores de MMDS, DTH, TVA e de outros servi&ccedil;os de interesse coletivo n&atilde;o poder&atilde;o adquirir direitos de eventos art&iacute;sticos e esportivos, sendo equiparados &agrave;s concession&aacute;rias de telefonia no que diz respeito &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o de direitos dessa natureza. Na primeira vers&atilde;o do projeto, o veto aplicava-se apenas &agrave;s operadoras de interesse coletivo que se interconectem &agrave; rede p&uacute;blica de telefonia. A aquisi&ccedil;&atilde;o dos direitos de transmiss&atilde;o fica, portanto, restrita aos radiodifusores.<\/p>\n<p><strong>Migra&ccedil;&atilde;o<\/p>\n<p><\/strong>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; transi&ccedil;&atilde;o para o novo servi&ccedil;o, que vai agregar todas as modalidades de TV por assinatura, o projeto determina que os contratos j&aacute; firmados entre o Poder P&uacute;blico e as atuais prestadoras dos servi&ccedil;os de TV a cabo, DTH, MMDS e TVA sejam extintos com a aprova&ccedil;&atilde;o do regulamento do SAC, mas ao mesmo tempo permite que a migra&ccedil;&atilde;o seja definida pela prestadora. <\/p>\n<p>As empresas ter&atilde;o seis meses ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o do regulamento do servi&ccedil;o para manifestarem desinteresse em migrar imediatamente para o SAC. Estas prestadoras poder&atilde;o, ent&atilde;o, manter suas atividades at&eacute; o fim de seus respectivos contratos ou pelo prazo de at&eacute; cinco anos contados da sua extin&ccedil;&atilde;o, o que ocorrer primeiro.<\/p>\n<p>Para estimular a migra&ccedil;&atilde;o das atuais prestadoras de servi&ccedil;os de TV por assinatura para o SAC, a proposi&ccedil;&atilde;o concede um ano de isen&ccedil;&atilde;o do cumprimento de cotas de pacote para operadoras de TV a cabo, MMDS, DTH e TVA que optarem por transformar seus respectivos instrumentos contratuais em termos de autoriza&ccedil;&atilde;o para presta&ccedil;&atilde;o do SAC.<\/p>\n<p><strong>Fomento &agrave; produ&ccedil;&atilde;o audiovisual<\/p>\n<p><\/strong>O substitutivo original previa a institui&ccedil;&atilde;o de um novo tributo que seria empregado como fonte de recursos para estimular a produ&ccedil;&atilde;o de audiovisual. Na nova reda&ccedil;&atilde;o, o dispositivo foi suprimido, mas foi mantida a destina&ccedil;&atilde;o de recursos para o fomento da ind&uacute;stria nacional de audiovisual no mesmo montante da proposta inicial. <\/p>\n<p>Para tanto, foi reduzida em cerca de 11% os recursos arrecadados pela Taxa de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o de Funcionamento prevista na Lei do Fistel e adicionado valor correspondente na Condecine (Contribui&ccedil;&atilde;o para o Desenvolvimento da Ind&uacute;stria Cinematogr&aacute;fica Nacional), mantendo inalterada a carga tribut&aacute;ria dos atuais contribuintes do Fistel, tanto do setor de telecomunica&ccedil;&otilde;es quanto do de radiodifus&atilde;o. <\/p>\n<p>O montante estimado, da ordem de 300 milh&otilde;es de reais, dever&aacute; ser utilizado integralmente para o fomento do audiovisual mediante aloca&ccedil;&atilde;o no Fundo Setorial do Audiovisual, sendo que 30% desses recursos dever&atilde;o ser utilizados nas regi&otilde;es Norte, Nordeste e Centro-Oeste, e 10% deve ser destinado aos canais comunit&aacute;rios e universit&aacute;rios, que passam a ser de distribui&ccedil;&atilde;o obrigat&oacute;ria pelas operadoras de servi&ccedil;o de acesso condicionado.<\/p>\n<p><strong>Emissoras universit&aacute;rias<\/p>\n<p><\/strong>A proposta pretende eliminar o debate jur&iacute;dico em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; ocupa&ccedil;&atilde;o dos canais universit&aacute;rios. Desde a sua cria&ccedil;&atilde;o pela Lei do Cabo, havia um entendimento majorit&aacute;rio de que somente as universidades poderiam ocupar o canal. Na nova proposta de substitutivo ao PL 29, as faculdades e centros universit&aacute;rios tamb&eacute;m passam a ter a possibilidade de ocupar o canal destinado &agrave;s universidades.<\/p>\n<p><strong>Pluralidade de canais jornal&iacute;sticos<\/p>\n<p><\/strong>Nos termos do pr&oacute;prio projeto, &ldquo;nos pacotes em que houver canal de programa&ccedil;&atilde;o gerado por programadora brasileira que possua majoritariamente conte&uacute;dos jornal&iacute;sticos no hor&aacute;rio nobre, dever&aacute; ser ofertado, no m&iacute;nimo, um canal adicional de programa&ccedil;&atilde;o com as mesmas caracter&iacute;sticas&rdquo;. Por exemplo, a empacotadora n&atilde;o poder&aacute; veicular apenas a GloboNews, tendo que veicular tamb&eacute;m um outro do mesmo g&ecirc;nero. Diferentemente da vers&atilde;o anterior, que possibilitava participa&ccedil;&atilde;o de 20% da programadora do canal jornal&iacute;stico nesse canal adicional, a nova vers&atilde;o veta essa possibilidade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Novo texto de parlamentar procura responder \u00e0s press\u00f5es de diversos setores; cotas para independentes s\u00e3o reduzidas, mas n\u00e3o eliminadas; transi\u00e7\u00e3o \u00e9 flexibilizada e radiodifuores mant\u00eam poder sobre eventos.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[40],"tags":[556],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/20894"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=20894"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/20894\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=20894"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=20894"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=20894"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}