{"id":20713,"date":"2008-03-18T16:45:43","date_gmt":"2008-03-18T16:45:43","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=20713"},"modified":"2008-03-18T16:45:43","modified_gmt":"2008-03-18T16:45:43","slug":"organizacoes-manifestam-apoio-as-cotas-para-audiovisual-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=20713","title":{"rendered":"Organiza\u00e7\u00f5es manifestam apoio \u00e0s cotas para audiovisual nacional"},"content":{"rendered":"<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\">A disputa pelas cotas para a produ&ccedil;&atilde;o nacional independente na programa&ccedil;&atilde;o da TV por assinatura ter&aacute; mais um round, desta vez na Comiss&atilde;o de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, Comunica&ccedil;&atilde;o e Inform&aacute;tica (CCTCI) da C&acirc;mara dos Deputados. Na reuni&atilde;o desta quarta-feira, um grupo de representantes da sociedade civil entrega aos membros da comiss&atilde;o c&oacute;pias de manifesto pr&oacute;-cotas assinado por 36 organiza&ccedil;&otilde;es. As entidades defendem a manuten&ccedil;&atilde;o das porcentagens fixas para produ&ccedil;&atilde;o nacional na programa&ccedil;&atilde;o e nos pacotes de canais oferecidos pela TV por assinatura inclu&iacute;das no Projeto de Lei 29\/2007 pelo relator, deputado Jorge Bittar (PT-RJ).<\/p>\n<p>A divulga&ccedil;&atilde;o do manifesto coincide com dois momentos importantes no debate sobre o PL-29: a sinaliza&ccedil;&atilde;o de Bittar que a vers&atilde;o final do relat&oacute;rio ser&aacute; apresentada at&eacute; o fim de mar&ccedil;o e o recrudescimento da ofensiva contra as cotas movida por associa&ccedil;&otilde;es empresariais do setor de TV paga. <\/p>\n<p>No in&iacute;cio de mar&ccedil;o, a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) lan&ccedil;ou novo filme publicit&aacute;rio da campanha &quot;Liberdade na TV&quot;, em que afirma que a aprova&ccedil;&atilde;o do PL-29 como est&aacute; significa dizer que &quot;os pol&iacute;ticos&quot; v&atilde;o decidir o que assinante vai assistir. A ABTA diz ainda que as cotas resultar&atilde;o em &quot;restri&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o, entretenimento e cultura&quot;. O filme, que complementa outro lan&ccedil;ado em dezembro, &eacute; veiculado em diversos canais, inclusive os de intera&ccedil;&atilde;o com o assinante, pr&oacute;prios das operadoras.<\/p>\n<p>Somando esfor&ccedil;os &agrave; contra-ofensiva, o presidente do Congresso Brasileiro de Cinema, Paulo Rufino, diz que estuda formas jur&iacute;dicas de contestar a campanha da ABTA. &quot;&Eacute; um abuso, n&atilde;o s&oacute; de poder econ&ocirc;mico, mas tamb&eacute;m porque n&atilde;o permite a resposta. A nossa ind&uacute;stria cinematogr&aacute;fica, que &eacute; parte interessada na quest&atilde;o, n&atilde;o tem um canal &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para falar com o p&uacute;blico nas mesmas condi&ccedil;&otilde;es&quot;, comenta.<\/p>\n<p>O CBC est&aacute; entre as entidades signat&aacute;rias do manifesto, ao lado da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Produtoras Independentes de Televis&atilde;o (ABPITV), Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Canais Comunit&aacute;rios (ABCCOM), Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Emissoras P&uacute;blicas, Educativas e Culturais (Abepec), Campanha Quem Financia a Baixaria &eacute; Contra a Cidadania, Federa&ccedil;&atilde;o Interestadual dos Trabalhadores em Radiodifus&atilde;o e Televis&atilde;o (Fitert), Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de ONGs (Abong) e Intervozes &ndash; Coletivo Brasil de Comunica&ccedil;&atilde;o Social, entre outras.<\/p>\n<p>Para o presidente do conselho do ABPITV, Fernando Dias, a campanha da ABTA &quot;&eacute; uma campanha contra a produ&ccedil;&atilde;o nacional&quot;. &quot;Fala em liberdade de escolha quando n&atilde;o h&aacute; esta liberdade na compra dos pacotes&quot;, lembra Dias, reproduzindo argumento presente no texto do manifesto.<\/p>\n<p>Resposta direta &agrave; campanha do empresariado, o texto entregue aos deputados tamb&eacute;m re&uacute;ne dados que mostram como a TV por assinatura estreita o gargalo da exibi&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o audiovisual brasileira. Citando dados da Ag&ecirc;ncia Nacional do Cinema (Ancine), as entidades mostram que apenas 0,5% dos filmes exibidos por 10 dos principais canais pagos s&atilde;o brasileiros. &quot;Al&eacute;m de garantir que a produ&ccedil;&atilde;o nacional complete seu ciclo de venda e chegue a quem mais interessa (o consumidor\/espectador brasileiro), esses mecanismos garantem que os meios de comunica&ccedil;&atilde;o brasileiros sejam utilizados para circula&ccedil;&atilde;o e difus&atilde;o da cultura nacional.&quot;, afirma o texto.<\/p>\n<p><strong>Estudo contestado<\/p>\n<p><\/strong>As organiza&ccedil;&otilde;es contr&aacute;rias &agrave;s cotas armaram-se, tamb&eacute;m, de dados para a disputa da opini&atilde;o p&uacute;blica e dos votos dos deputados. Estudo encomendado pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Programadoras de TV por Assinatura (ABPTA), que re&uacute;ne os canais estrangeiros vendidos no Brasil, e a operadora Sky, circulou nas &uacute;ltimas semanas, colocando nas manchetes a cifra de R$ 3,3 bilh&otilde;es. Este seria, segundo o estudo, o custo de implementa&ccedil;&atilde;o das cotas previstas no substitutivo do PL-29. Transferindo este valor diretamente aos assinantes, a ABPTA e a Sky afirmam que o pre&ccedil;o das assinaturas aumentaria at&eacute; 144%.<\/p>\n<p>Para Tereza Trautman, cineasta e diretora da Conceito A Audiovisual, respons&aacute;vel pelo canal CineBrasil TV, o estudo &eacute; &quot;um grande sofisma&quot;. &quot;Parte de premissas verdadeiras para justificar falsidades&quot;, diz. Fernando Dias, da ABPITV, afirma que os &quot;n&uacute;meros foram totalmente superestimados&quot;. <\/p>\n<p>Os resultados, segundo Tereza, devem ser encarados como tradu&ccedil;&atilde;o dos interesses dos estrangeiros que &quot;n&atilde;o querem perder sua c&ocirc;moda posi&ccedil;&atilde;o&quot; no mercado brasileiro. Uma das premissas contestadas pela cineasta &eacute; a de que o p&uacute;blico brasileiro n&atilde;o se interessa pelo conte&uacute;do nacional. No estudo, esta afirma&ccedil;&atilde;o est&aacute; ligada &agrave; previs&atilde;o de que o aumento do conte&uacute;do brasileiro levaria ao desinteresse de parte dos assinantes pelo servi&ccedil;o da TV paga. <\/p>\n<p>Tereza lembra que o cinema nacional ocupa posi&ccedil;&atilde;o privilegiada nas bilheterias. &quot;Se consideramos a propor&ccedil;&atilde;o entre renda de bilheteria e salas de exibi&ccedil;&atilde;o, veremos que tr&ecirc;s filmes brasileiros s&atilde;o os verdadeiros campe&otilde;es de bilheteria de 2007&quot;, afirma. A quest&atilde;o, portanto, n&atilde;o seria de falta de interesse, mas a pequena participa&ccedil;&atilde;o dos filmes nacionais nos circuitos de exibi&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>A cineasta vai al&eacute;m e diz que a previs&atilde;o da ABPTA de redu&ccedil;&atilde;o do total de assinantes &eacute; contest&aacute;vel. Segundo ela, o PL-29 traz como possibilidade a entrada das empresas de telecomunica&ccedil;&otilde;es ou, minimamente, a disponibilidade da rede das teles para o mercado de distribui&ccedil;&atilde;o, o que significaria um aumento consider&aacute;vel da massa de assinantes. &quot;Com isso, o perfil do assinante muda, inclusive no que diz respeito &agrave; l&iacute;ngua em que o conte&uacute;do vai ser apresentado. A TV paga tem de, minimamente, falar a mesma l&iacute;ngua que o assinante&quot;, diz Tereza.<\/p>\n<p>Mas o principal problema do estudo est&aacute; no c&aacute;lculo dos custos. A empresa contratada pela ABPTA e a Sky parte do valor de produ&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do audiovisual. A conta simples multiplica o pre&ccedil;o do minuto de produ&ccedil;&atilde;o (que n&atilde;o est&aacute; descrito no estudo) pelo n&uacute;mero de horas de programa&ccedil;&atilde;o nacional que resultaria da aplica&ccedil;&atilde;o das cotas propostas no PL-29. O correto, segundo Tereza, seria considerar o custo de aquisi&ccedil;&atilde;o, que &eacute; o que as programadoras (os canais, em si) pagam aos produtores. &quot;Para se ter uma id&eacute;ia da diferen&ccedil;a, um filme cuja produ&ccedil;&atilde;o custa R$ 1,2 milh&atilde;o pode ter sua licen&ccedil;a de exibi&ccedil;&atilde;o negociada por R$ 50 mil&quot;, exemplifica.<\/p>\n<p>*<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p>Confira a &iacute;ntegra da manifesto<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><strong><u>Cotas: pol&iacute;tica leg&iacute;tima de valoriza&ccedil;&atilde;o e est&iacute;mulo ao conte&uacute;do nacional<\/u><\/p>\n<p><\/strong>A C&acirc;mara dos Deputados deve retomar em breve a discuss&atilde;o sobre o Projeto de Lei 29\/2007, que altera a regulamenta&ccedil;&atilde;o o setor de TV por assinatura no pa&iacute;s. O projeto apresenta alguns mecanismos que visam ampliar a diversidade e a pluralidade do conte&uacute;do veiculado atrav&eacute;s deste servi&ccedil;o. Um deles, as cotas para conte&uacute;do audiovisual nacional, &eacute; alvo de uma agressiva campanha por parte da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de TVs por Assinatura (ABTA), que representa as empresas do setor. A ABTA tem veiculado uma pe&ccedil;a de propaganda na programa&ccedil;&atilde;o das suas associadas afirmando que a aprova&ccedil;&atilde;o do substitutivo apresentado pelo deputado federal Jorge Bittar, relator do PL, vai acabar com a liberdade de escolha dos assinantes e aumentar o valor da assinatura. <\/p>\n<p>Mas a que liberdade eles se referem? Hoje, os assinantes das TVs por assinatura n&atilde;o t&ecirc;m liberdade alguma em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; programa&ccedil;&atilde;o a que assistem. Os pacotes j&aacute; v&ecirc;m prontos, montados conforme os interesses comerciais da empresa, o que obriga o espectador a adquirir v&aacute;rios canais que n&atilde;o deseja para que possa ter, por exemplo, um canal de filmes.<\/p>\n<p>O argumento do valor tamb&eacute;m n&atilde;o se sustenta. Dados da Ag&ecirc;ncia Nacional do Cinema (Ancine) mostram que o Brasil j&aacute; tem um dos servi&ccedil;os de TV por assinatura mais caros do mundo. O alto pre&ccedil;o cobrado pelas programadoras pela venda dos canais &agrave;s empacotadoras (que comercializam os &ldquo;pacotes&rdquo; de canais) e o modelo de neg&oacute;cio das operadoras, sustentado no alto valor da assinatura, fazem com que a base de assinantes n&atilde;o cres&ccedil;a de forma significativa. Ao mesmo tempo, dificultam a obten&ccedil;&atilde;o de uma escala maior de assinantes, criando um c&iacute;rculo vicioso que mant&eacute;m o pre&ccedil;o do servi&ccedil;o nas alturas e impede sua acesso pela maior parte da popula&ccedil;&atilde;o. Dados divulgados pela Ancine mostram que a penetra&ccedil;&atilde;o da TV por assinatura no pa&iacute;s &eacute; de 8,1%, a segunda menor de toda a Am&eacute;rica Latina.<\/p>\n<p>Al&eacute;m disso, no Brasil, as principais operadoras (NET Servi&ccedil;os e Sky) s&atilde;o relacionadas &agrave; principal empacotadora (NET Brasil) e &agrave; principal programadora de canais nacionais (Globosat), que por sua vez representa os produtores do mesmo grupo. Essa verticaliza&ccedil;&atilde;o gera o controle de boa parte do mercado por um s&oacute; ator e cria um quadro de grande desequil&iacute;brio, em que o Brasil produz mais de 50 longas-metragens por ano, centenas de curtas, document&aacute;rios e outras produ&ccedil;&otilde;es para TV, mas n&atilde;o tem como exibi-las. Isto &eacute;, existe produ&ccedil;&atilde;o, mas o grande gargalo para o conte&uacute;do chegar &agrave;s telas segue sendo a distribui&ccedil;&atilde;o e exibi&ccedil;&atilde;o. Dados da Ancine mostram que, no quarto trimestre de 2006, os 10 principais canais pagos de filmes exibiram 3.264 t&iacute;tulos de longas-metragens. Destes, apenas 17, ou cerca de 0,5%, eram brasileiros.<\/p>\n<p>&Eacute; por isso que a solu&ccedil;&atilde;o da cota de tela j&aacute; &eacute; adotada nas salas de cinema, em que a regra geral prev&ecirc; que cada sala exiba filmes nacionais em pelo menos 28 dias a cada ano. Al&eacute;m de garantir que a produ&ccedil;&atilde;o nacional complete seu ciclo de venda e chegue a quem mais interessa (o consumidor\/espectador brasileiro), esses mecanismos garantem que os meios de comunica&ccedil;&atilde;o brasileiros sejam utilizados para circula&ccedil;&atilde;o e difus&atilde;o da cultura nacional. A import&acirc;ncia da comunica&ccedil;&atilde;o na forma&ccedil;&atilde;o de valores e refer&ecirc;ncias culturais e educativas faz com que este setor &ndash; e o do audiovisual, em particular &ndash;, em qualquer tipo de plataforma de transmiss&atilde;o, receba um tratamento legal diferenciado em todo o mundo, sendo objetivo de regula&ccedil;&atilde;o que vai al&eacute;m do campo econ&ocirc;mico. As TVs por assinatura s&atilde;o parte desse setor e, especialmente por se utilizarem de uma outorga do Estado para operar, t&ecirc;m direitos e deveres para com a sociedade.<\/p>\n<p>No Brasil, no entanto, a ind&uacute;stria da comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; movida prioritariamente por interesses econ&ocirc;micos. Em 2006, o setor de TV por assinatura arrecadou R$ 5,13 bilh&otilde;es com publicidade e assinaturas, e foi respons&aacute;vel pela remessa de R$ 500 milh&otilde;es de reais ao exterior. S&atilde;o esses os interesses escondidos atr&aacute;s da grita das empresas de TV por assinatura. Nesse contexto, sem medidas positivas, como as cotas para produ&ccedil;&atilde;o nacional e para produ&ccedil;&atilde;o independente, &eacute; muito dif&iacute;cil que outro conte&uacute;do nacional seja incorporado &agrave;s programa&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>A proposta do PL 29 n&atilde;o difere da pr&aacute;tica de v&aacute;rios pa&iacute;ses da Europa e Am&eacute;rica do Norte, como Fran&ccedil;a, Alemanha, Espanha e Canad&aacute;. N&atilde;o h&aacute; a&iacute; nenhuma xenofobia: o que se busca &eacute; evitar que a presen&ccedil;a das produ&ccedil;&otilde;es estrangeiras seja avassaladora e asfixie completamente a produ&ccedil;&atilde;o nacional. Vale notar que os canais a cabo mais assistidos s&atilde;o aqueles que traduzem filmes para o portugu&ecirc;s. Portanto, medidas que aumentem o tempo de conte&uacute;do nacional nas programa&ccedil;&otilde;es das TVs por assinatura, ao inv&eacute;s de encarecer o servi&ccedil;o, podem at&eacute; barate&aacute;-lo, na medida em que mais programas brasileiros podem atrair novos assinantes.<\/p>\n<p>Na verdade, o argumento de que as cotas n&atilde;o s&atilde;o democr&aacute;ticas, usado pela ABTA, esconde os interesses dos programadores estrangeiros e das operadoras &ndash; estes sim antidemocr&aacute;ticos &ndash; de definir todo o conte&uacute;do que o espectador ir&aacute; assistir. Tamb&eacute;m nada democr&aacute;tica &eacute; a campanha que defende apenas os pr&oacute;prios interesses e a tentativa de impedir o debate p&uacute;blico sobre o tema, que permitiria a express&atilde;o de opini&otilde;es diversas e contradit&oacute;rias.<\/p>\n<p>Considerando o exposto, n&oacute;s, abaixo-assinados, acreditamos que uma pol&iacute;tica de cotas &ndash; aliada a uma forte pol&iacute;tica de est&iacute;mulo &agrave; produ&ccedil;&atilde;o nacional, como consta do projeto &ndash; seja a f&oacute;rmula ideal para fortalecer a ind&uacute;stria audiovisual brasileira. A implementa&ccedil;&atilde;o dessas medidas ser&aacute; uma importante vit&oacute;ria para o p&uacute;blico brasileiro e para a democracia no pa&iacute;s.<\/p>\n<p><u>Signat&aacute;rios (em ordem alfab&eacute;tica):<\/u><\/p>\n<p><span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\">ABCA &#8211; Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira do Cinema de Anima&ccedil;&atilde;o<br \/>ABCCOM &#8211; Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Canais Comunit&aacute;rios<br \/>Abepec &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Emissoras P&uacute;blicas, Educativas e Culturais<br \/>Abong &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de ONGs<br \/>ABPI-TV &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Produtores Independentes em Televis&atilde;o<br \/>Amarc &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o Mundial de R&aacute;dios Comunit&aacute;rias<br \/>Apaci &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o Paulista de Cineastas<br \/>APTC\/ABD-RS &#8211; Associa&ccedil;&atilde;o Profissional de T&eacute;cnicos Cinematogr&aacute;ficos do RS<br \/>Articula&ccedil;&atilde;o Mulher e M&iacute;dia<br \/>Artigo 19<br \/>Associa&ccedil;&atilde;o das Entidades Usu&aacute;rias do Canal Comunit&aacute;rio de Rio Claro &#8211; TV Cidade Livre<br \/>Associa&ccedil;&atilde;o de Difus&atilde;o Cultural de Atibaia \/ Difus&atilde;o Cineclube<br \/>Blog M&iacute;dia em Debate<br \/>Campanha Quem Financia a Baixaria &eacute; Contra a Cidadania<br \/>CBC &ndash; Congresso Brasileiro de Cinema <br \/>CCLF &ndash; Centro de Cultura Luiz Freire<br \/>Ciranda<br \/>Ciranda Afro<br \/>CNC &#8211; Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros<br \/>Comit&ecirc; da Bahia do F&oacute;rum Nacional pela Democratiza&ccedil;&atilde;o da Comunica&ccedil;&atilde;o<br \/>COMULHER &ndash; Comunica&ccedil;&atilde;o e Mulher<br \/>CONRAD &ndash; Conselho Regional de R&aacute;dios Comunit&aacute;rias do RS<br \/>CREC &#8211; Centro Rio-Clarense de Estudos Cinematogr&aacute;ficos<br \/>Enecos &ndash; Executiva Nacional dos Estudantes de Comunica&ccedil;&atilde;o Social<br \/>Federa&ccedil;&atilde;o de Cineclubes do Estado de S&atilde;o Paulo<br \/>FIC &#8211; F&oacute;rum Intermunicipal de Cultura<br \/>Fitert &ndash; Federa&ccedil;&atilde;o Interestadual dos Trabalhadores em Radiodifus&atilde;o e Televis&atilde;o<br \/>Fittel &ndash; Federa&ccedil;&atilde;o Interestadual dos Trabalhadores em Telecomunica&ccedil;&otilde;es<br \/>Instituto Paulo Freire<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\">Intervozes &ndash; Coletivo Brasil de Comunica&ccedil;&atilde;o Social<br \/>Observat&oacute;rio da Mulher<br \/>Rede de Mulheres em Comunica&ccedil;&atilde;o<br \/>Revista\/Projeto Vira&ccedil;&atilde;o<br \/>Sindcine &ndash; Sindicato dos Trabalhadores na Ind&uacute;stria Cinematogr&aacute;fica do Estado de S&atilde;o Paulo<br \/>Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal<br \/>TV Comunit&aacute;ria de Bras&iacute;lia<\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto entregue aos deputados \u00e9 resposta \u00e0 ofensiva lan\u00e7ada pelas operadoras e programadoras da TV paga; produtores respondem a estudo sobre custo de implementa\u00e7\u00e3o das cotas para conte\u00fado nacional.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[40],"tags":[556],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/20713"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=20713"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/20713\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=20713"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=20713"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=20713"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}