{"id":20499,"date":"2008-02-21T17:30:20","date_gmt":"2008-02-21T17:30:20","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=20499"},"modified":"2008-02-21T17:30:20","modified_gmt":"2008-02-21T17:30:20","slug":"estudo-britanico-alerta-para-vicio-de-checar-mensagens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=20499","title":{"rendered":"Estudo brit\u00e2nico alerta para v\u00edcio de checar mensagens"},"content":{"rendered":"<p><span>Um estudo da Universidade de Northampton, na Gr&atilde;-Bretanha, sugere que muitos brit&acirc;nicos est&atilde;o ficando viciados em tecnologia. <\/span><span>A professora Nada Kakabadse conduziu uma pesquisa de pequena escala com 360 pessoas e observou que cerca de um ter&ccedil;o dos entrevistados (33%) demonstrou sinais de v&iacute;cio em dispositivos como telefones celulares, Blackberries e outros aparelhos em que podem verificar suas mensagens com freq&uuml;&ecirc;ncia.&nbsp;<\/p>\n<p><\/span><span>Os pesquisadores chegaram a observar casos de pessoas que acordavam v&aacute;rias vezes durante a noite para checar e-mails e mensagens de texto. <\/span><span>&#39;Voc&ecirc; ficaria surpreso com o n&uacute;merode pessoas que mant&eacute;m seus PDAs e Blackberries pr&oacute;ximos de suas camas&#39;, diz Kakabadse. &#39;Os que s&atilde;o viciados se levantam duas ou tr&ecirc;s vezes durante a noite para checar as mensagens.&#39; <\/p>\n<p><\/span><span><strong>Relacionamentos <\/p>\n<p><\/strong><\/span><span>Segundo a professora, as pessoas podem ficar viciadas em praticamente tudo. &#39;Somos criaturas de h&aacute;bitos e podemos nos viciar em coisas bem diferentes&#39;, afirma. <\/span><span>&#39;A tecnologia ficou muito mais interessante nos &uacute;ltimos dez anos, com a dissemina&ccedil;&atilde;o da internet&#39;, acrescenta a pesquisadora. &#39;&Eacute; muito mais simples e muito mais port&aacute;til e, com isso, mais acess&iacute;vel.&#39; <\/span><span>Mas o v&iacute;cio em tecnologia tamb&eacute;m pode levar a problemas de relacionamento, principalmente quando o viciado se afasta da fam&iacute;lia. <\/p>\n<p><\/span><span>O estudo tamb&eacute;m aponta outras conseq&uuml;&ecirc;ncias: o viciado sofre de ansiedade e outras doen&ccedil;as, de acordo com Kakabadse. <\/span><span>A pesquisadora afirma que, nos primeiros est&aacute;gios do v&iacute;cio em tecnologia, as pessoas geralmente s&atilde;o bem produtivas no trabalho, respondendo a e-mails e mensagens. Mas, com o tempo, as conseq&uuml;&ecirc;ncias ficam mais graves. <\/span><span>&#39;Algumas pessoas ficam muito ansiosas quando est&atilde;o longe de seus celulares e outros aparelhos&#39;, diz. &#39;Elas podem tamb&eacute;m ter problemas no trabalho porque passam cada vez mais tempo checando mensagens.&#39; <\/span><span>&nbsp;<\/span><span>Para Kakabadse, &eacute; dif&iacute;cil detectar o v&iacute;cio em tecnologia no come&ccedil;o. &#39;E, quando podemos detectar, geralmente j&aacute; &eacute; tarde demais&#39;, afirma. <\/span><span>O estudo sugere que os empregadores deveriam treinar seus funcion&aacute;rios para o uso seguro das tecnologias fornecidas.&nbsp;<\/p>\n<p><\/span><span>Depois de analisar cada caso, Nada Kakabadse pretende estudar o quanto o problema est&aacute; disseminado na Gr&atilde;-Bretanha.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudo da Universidade de Northampton, na Gr&atilde;-Bretanha, sugere que muitos brit&acirc;nicos est&atilde;o ficando viciados em tecnologia. 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