{"id":20355,"date":"2008-02-07T14:53:46","date_gmt":"2008-02-07T14:53:46","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=20355"},"modified":"2008-02-07T14:53:46","modified_gmt":"2008-02-07T14:53:46","slug":"estudo-indica-2007-como-o-ano-mais-violento-da-decada-para-jornalistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=20355","title":{"rendered":"Estudo indica 2007 como o ano mais violento da d\u00e9cada para jornalistas"},"content":{"rendered":"<p>Em decorr&ecirc;ncia dos ataques no Iraque e na Som&aacute;lia, 2007 foi ano em que mais jornalistas morreram na d&eacute;cada, enquanto mais e mais profissionais foram presos por acusa&ccedil;&otilde;es imprecisas &#39;contra o estado&#39;, muitos deles pelos governos da China e de Cuba. As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o da nova edi&ccedil;&atilde;o do anu&aacute;rio do Comit&ecirc; para a Prote&ccedil;&atilde;o dos Jornalistas (CPJ), Ataques &agrave; imprensa. <\/p>\n<p>No entanto, a Associa&ccedil;&atilde;o Mundial de Jornais (WAN) e o Instituto Internacional de Imprensa (IPI) apresentaram n&uacute;meros que divergem dos do CPJ. Segundo eles, 2006 foi o ano mais violento; n&atilde;o 2007. A WAN contabiliza 45 mortos no ano que se passou; enquanto a CPJ aponta 65. <\/p>\n<p>Apesar das contradi&ccedil;&otilde;es, o anu&aacute;rio aponta aspectos importantes para a imprensa. Foram destacados temas como as restri&ccedil;&otilde;es impostas pelo governo chin&ecirc;s aos meios de comunica&ccedil;&atilde;o &agrave;s v&eacute;speras das Olimp&iacute;adas de Pequim, a falta de liberdade de imprensa em muitas democracias jovens, a penaliza&ccedil;&atilde;o do jornalismo na R&uacute;ssia e na &Aacute;sia Central, a deteriora&ccedil;&atilde;o da influ&ecirc;ncia norte-americana em quest&otilde;es relativas &agrave; imprensa na Am&eacute;rica Latina e o sutil uso de meios legais por parte dos governos &aacute;rabes para abafar manifesta&ccedil;&otilde;es dissidentes.<\/p>\n<p>Na R&uacute;ssia, por exemplo, o governo de Vladimir Putin criou um estado nacional em que qualquer tipo de trabalho informativo pode ser classificado como extremismo. O estudo tamb&eacute;m lembrou que o governo de Hugo Ch&aacute;vez obrigou uma emissora contr&aacute;ria a seu governode sair do ar. O trabalho alertou, ainda, para o descumprimento das promessas de maior liberdade de imprensa por parte do governo chin&ecirc;s. At&eacute; o presente momento, existem restri&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o ao tipo de conte&uacute;do que deve ser veiculado durante as Olimp&iacute;adas. <\/p>\n<p>O ponto que mais chamaaten&ccedil;&atilde;o na pesquisa, &eacute; o crescente n&uacute;mero de jornalistas mortos em conflitos ou ataques. No Iraque, por exemplo, pelo segundo ano consecutivo, 35 profissionais morreram em repres&aacute;lia direta por seu trabalho. O pa&iacute;s ainda sustenta, pelo quinto ano seguido, a posi&ccedil;&atilde;o de mais letal para profissionais da m&iacute;dia. <\/p>\n<p>O pr&oacute;logo de Christiane Amanpour, integrante da diretoria do CPJ e correspondente internacional chefe da CNN, sublinha a luta contra a impunidade nos assassinatos de jornalistas. &#39;A impunidade &eacute; a maior amea&ccedil;a enfrentada hoje pelos jornalistas. Afinal, o assassinato &eacute; a forma m&aacute;xima de censura&#39;, escreve Amanpour. Ataques &agrave; Imprensa apresenta informes regionais e an&aacute;lises sobre as condi&ccedil;&otilde;es da liberdade de imprensa. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em decorr&ecirc;ncia dos ataques no Iraque e na Som&aacute;lia, 2007 foi ano em que mais jornalistas morreram na d&eacute;cada, enquanto mais e mais profissionais foram presos por acusa&ccedil;&otilde;es imprecisas &#39;contra o estado&#39;, muitos deles pelos governos da China e de Cuba. 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