{"id":19907,"date":"2007-11-28T13:52:13","date_gmt":"2007-11-28T13:52:13","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=19907"},"modified":"2007-11-28T13:52:13","modified_gmt":"2007-11-28T13:52:13","slug":"internet-e-mais-cara-em-paises-pobres-que-em-ricos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=19907","title":{"rendered":"Internet \u00e9 mais cara em pa\u00edses pobres que em ricos"},"content":{"rendered":"<p>Um cidad&atilde;o de Manaus paga cerca de 1.600% a mais pelo uso da internet do que um morador da Europa ou dos Estados Unidos. Tal distor&ccedil;&atilde;o &eacute; causada, entre outros fatores, pela hegemonia dos americanos na administra&ccedil;&atilde;o dos dom&iacute;nios (propriedade dos endere&ccedil;os dos sites). Essa foi a conclus&atilde;o desta ter&ccedil;a-feira de painel da 6&ordf; Oficina para a Inclus&atilde;o Digital, que ocorre em Salvador at&eacute; o pr&oacute;ximo dia 29. Segundo Carlos Seabra, diretor de Tecnologia e Projetos do Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais e Tecnol&oacute;gicos (Ipso), &eacute; necess&aacute;rio o engajamento da popula&ccedil;&atilde;o para que o acesso &agrave; rede mundial seja democratizado. <\/p>\n<p>&mdash; Quanto mais pobre o pa&iacute;s, mais as pessoas pagam, e dentro do pa&iacute;s tamb&eacute;m existem diferen&ccedil;as. A popula&ccedil;&atilde;o que est&aacute; sendo inclu&iacute;da digitalmente precisa entender o que se passa pol&iacute;tica e economicamente para termos uma cidadania participativa &mdash; afirmou. <\/p>\n<p>Mediada por Seabra, a mesa contou com a presen&ccedil;a de Carlos Afonso, representante da sociedade civil no Comit&ecirc; Gestor da Internet Brasil, e de Jos&eacute; Alexandre Bicalho, representante da Ag&ecirc;ncia Nacional de Telecomunica&ccedil;&otilde;es (Anatel). A proposta foi fazer um balan&ccedil;o sobre os resultados do F&oacute;rum de Governan&ccedil;a da Internet (IGF), que aconteceu em novembro, no Rio de Janeiro. <\/p>\n<p>&mdash; As pessoas devem ter mais consci&ecirc;ncia do que est&aacute; por tr&aacute;s da inclus&atilde;o digital. Temos de entrar nas discuss&otilde;es de governan&ccedil;a de forma pesada. Se um pa&iacute;s como Ruanda quer se conectar &agrave; internet, tem que pagar um dinheir&atilde;o, ao passo que a Austr&aacute;lia, quando vai se conectar, paga muito menos, porque eles t&ecirc;m um poder de negocia&ccedil;&atilde;o maior com os Estados Unidos &mdash; declarou Seabra. <\/p>\n<p>No debate, tamb&eacute;m foram apresentados indicadores do uso da internet no Brasil. Para Seabra, a internet pelo celular pode se converter em uma maneira de ampliar o acesso &agrave; rede mundial de computadores. A neutralidade na transmiss&atilde;o de dados tamb&eacute;m foi foco das discuss&otilde;es. Seabra diz que h&aacute; provedores de acesso, no Brasil, que reconhecem quando o usu&aacute;rio est&aacute; no site do concorrente e, por isso, torna a conex&atilde;o mais lenta para aquela p&aacute;gina. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um cidad&atilde;o de Manaus paga cerca de 1.600% a mais pelo uso da internet do que um morador da Europa ou dos Estados Unidos. Tal distor&ccedil;&atilde;o &eacute; causada, entre outros fatores, pela hegemonia dos americanos na administra&ccedil;&atilde;o dos dom&iacute;nios (propriedade dos endere&ccedil;os dos sites). 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