{"id":19695,"date":"2007-11-06T19:28:48","date_gmt":"2007-11-06T19:28:48","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=19695"},"modified":"2007-11-06T19:28:48","modified_gmt":"2007-11-06T19:28:48","slug":"organizacao-divulga-nota-sobre-a-criacao-da-nova-tv-publica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=19695","title":{"rendered":"Organiza\u00e7\u00e3o divulga nota sobre a cria\u00e7\u00e3o da nova TV p\u00fablica"},"content":{"rendered":"<p><span>O Intervozes &ndash; Coletivo Brasil de Comunica&ccedil;&atilde;o Social divulgou nesta ter&ccedil;a-feira (06) uma nota em que defende a iniciativa da cria&ccedil;&atilde;o da Empresa Brasileira de Comunica&ccedil;&atilde;o &ndash; EBC, mas pontua com cr&iacute;ticas seu processo de constru&ccedil;&atilde;o e os mecanismos de gest&atilde;o da nova empresa. No texto, o Intervozes invoca a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal (que prev&ecirc; a complementariedade entre os sistemas p&uacute;blico, privado e estatal) para repudiar o discurso dos setores conservadores da sociedade que atualmente atacam a cria&ccedil;&atilde;o da EBC.&nbsp;<\/p>\n<p><\/span><span>&ldquo;Nos somamos aos que defendem a nova emissora como um ve&iacute;culo que, a depender do formato adotado para seu funcionamento, pode dar um passo importante para a exist&ecirc;ncia de um efetivo sistema p&uacute;blico de comunica&ccedil;&atilde;o a partir do fortalecimento da comunica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o-comercial&rdquo;, afirma, questionando a cr&iacute;tica dos partidos conservadores &agrave; quest&atilde;o do financiamento e&nbsp;defendendo a informa&ccedil;&atilde;o de qualidade enquanto um investimento p&uacute;blico. <\/p>\n<p><\/span><span>O Intervozes, no entanto, defende que o caminho para a constitui&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter verdadeiramente p&uacute;blico da TV Brasil ainda precisa ser percorrido. &ldquo;Tal caminho passa, necessariamente, pela revis&atilde;o da Medida Provis&oacute;ria que cria a EBC, que vincula quase que exclusivamente a emissora ao governo federal. Isso fica claro na subordina&ccedil;&atilde;o da empresa &agrave; Secretaria de Comunica&ccedil;&atilde;o Social da Presid&ecirc;ncia e no poder do Presidente da Rep&uacute;blica de indicar 80% dos membros do Conselho Administrativo e 95% dos integrantes do Conselho Curador&rdquo;, diz o texto, questionando ainda a op&ccedil;&atilde;o paternalista do governo de escolher os &ldquo;representantes&rdquo; da sociedade civil sem crit&eacute;rio definidos e sem participa&ccedil;&atilde;o popular. &ldquo;Mais do que corrigir estes problemas da Medida Provis&oacute;ria, no entanto, &eacute; preciso construir um mecanismo de gest&atilde;o que garanta a incid&ecirc;ncia da popula&ccedil;&atilde;o sobre toda a rede p&uacute;blica de televis&atilde;o, e n&atilde;o apenas sobre a TV Brasil&rdquo;, afirma a organiza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><\/span><span>Em rela&ccedil;&atilde;o ao financiamento da EBC, al&eacute;m de defender recursos suficientes para que a empresa atinja seus objetivos, a organiza&ccedil;&atilde;o reafirma a necessidade de que os recursos p&uacute;blicos n&atilde;o sejam contingenci&aacute;veis, &ldquo;para impedir que o controle sobre os recursos se transforme em uma forma de inger&ecirc;ncia do governo, o que pode ser visto em diversas educativas estaduais&rdquo;. Segundo o texto, &ldquo;&eacute; preciso garantir financiamento est&aacute;vel e vinculado a alguma fonte de receita. De outro modo, este ou futuros governos podem atacar a nova rede de televis&atilde;o p&uacute;blica, sucateando suas emissoras&rdquo;. <\/p>\n<p><\/span><span>Por fim, o Intervozes afirma que a rede p&uacute;blica deve ser considerada priorit&aacute;ria na pol&iacute;tica de destina&ccedil;&atilde;o de canais do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es e da Ag&ecirc;ncia Nacional de Telecomunica&ccedil;&otilde;es (Anatel). &ldquo;Com o modelo de transi&ccedil;&atilde;o para a TV digital adotado pelo governo, faltar&aacute; espa&ccedil;o no espectro para novos canais. Em S&atilde;o Paulo, por exemplo, <\/span><span>far&aacute; com que a TV Brasil seja alocada nos canais 68 e 69 do UHF, o que imp&otilde;e a ela uma condi&ccedil;&atilde;o marginal no dial&rdquo;, afirma a nota.<\/p>\n<p><\/span><span>Veja a &iacute;ntegra da nota do Intervozes &ndash; Coletivo Brasil de Comunica&ccedil;&atilde;o Social.<\/p>\n<p><\/span><span>*<\/p>\n<p><\/span><span><strong><u>TV Brasil: passo &agrave; frente, mas muito ainda a caminhar<\/p>\n<p><\/u><\/strong><\/span><span>A Medida Provis&oacute;ria que autoriza a constitui&ccedil;&atilde;o da Empresa Brasileira de Comunica&ccedil;&atilde;o &ndash; EBC, publicada no dia 11 de outubro e em tramita&ccedil;&atilde;o no Congresso, marca a cria&ccedil;&atilde;o oficial da nova TV do Poder Executivo, denominada TV Brasil. Sua proposta &eacute; ser a ponta de uma nova Rede P&uacute;blica de Televis&atilde;o, que tire esta modalidade de comunica&ccedil;&atilde;o de uma posi&ccedil;&atilde;o marginal para se constituir como uma refer&ecirc;ncia de programa&ccedil;&atilde;o de qualidade que mostre o Brasil em sua diversidade e promova o debate sobre os grandes <\/span><span>temas nacionais.<\/p>\n<p><\/span><span>De imediato, repudiamos as cr&iacute;ticas dos setores conservadores contra a cria&ccedil;&atilde;o da TV Brasil. Nos somamos aos que defendem a nova emissora como um ve&iacute;culo que, a depender do formato adotado para seu funcionamento, pode dar um passo importante para a exist&ecirc;ncia de um efetivo sistema p&uacute;blico de comunica&ccedil;&atilde;o (cumprindo o art. 223 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal) a partir do fortalecimento da comunica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o-comercial.<\/p>\n<p><\/span><span>O discurso dos partidos de oposi&ccedil;&atilde;o contr&aacute;rios &agrave; cria&ccedil;&atilde;o da EBC n&atilde;o se sustenta. Os gastos com o ve&iacute;culo do Poder Executivo n&atilde;o devem ser vistos como desperd&iacute;cio do dinheiro do cidad&atilde;o, mas como investimento na garantia de um espa&ccedil;o de comunica&ccedil;&atilde;o que veicule informa&ccedil;&otilde;es de qualidade, plurais e diversas, e geradoras de reflex&atilde;o, uma vez que isso n&atilde;o acontece no sistema comercial pela subordina&ccedil;&atilde;o de sua programa&ccedil;&atilde;o &agrave; busca do lucro. Al&eacute;m disso, vale lembrar que o cidad&atilde;o j&aacute; paga indiretamente &agrave;s redes privadas, seja nos produtos cujo custo de publicidade est&aacute; embutido no pre&ccedil;o, seja atrav&eacute;s dos tributos que viabilizam mais de R$ 1 bilh&atilde;o de reais que s&atilde;o gastos nas propagandas do Governo Federal.<\/p>\n<p><\/span><span>No entanto, vencidas as resist&ecirc;ncias destas fr&aacute;geis cr&iacute;ticas, faz-se necess&aacute;rio discutir qual ser&aacute; o formato do sistema p&uacute;blico de comunica&ccedil;&atilde;o. Os ve&iacute;culos vinculados a poderes da Rep&uacute;blica, como governos, Legislativos e &oacute;rg&atilde;os do Poder Judici&aacute;rio, s&atilde;o leg&iacute;timos, mas devem compor um sistema estatal, como prev&ecirc; a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal. Como o pr&oacute;prio nome diz, o sistema p&uacute;blico de comunica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o pode se restringir ao meio televis&atilde;o. Deve englobar o r&aacute;dio e as m&iacute;dias via internet. No que se refere &agrave; televis&atilde;o, a exist&ecirc;ncia de um sistema vai muito al&eacute;m da cria&ccedil;&atilde;o da TV Brasil, devendo incluir tamb&eacute;m a implanta&ccedil;&atilde;o de outros canais p&uacute;blicos (incluindo a possibilidade de emissoras tem&aacute;ticas, como h&aacute; em outros pa&iacute;ses), universit&aacute;rios e comunit&aacute;rios, dispon&iacute;veis a toda a popula&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><\/span><span>Para garantir o car&aacute;ter p&uacute;blico do que poderia ser o primeiro passo deste sistema &ndash; a cria&ccedil;&atilde;o da nova rede a partir da TV Brasil &ndash;, h&aacute; ainda um longo caminho a ser percorrido. Tal caminho passa, necessariamente, pela revis&atilde;o da Medida Provis&oacute;ria que cria a EBC, que vincula quase que exclusivamente a emissora ao governo federal. Isso fica claro na subordina&ccedil;&atilde;o da empresa &agrave; Secretaria de Comunica&ccedil;&atilde;o Social da Presid&ecirc;ncia (Secom) e no poder do Presidente da Rep&uacute;blica de indicar 80% dos membros do Conselho &nbsp;Administrativo e 95% dos integrantes do Conselho Curador (respons&aacute;vel pelas diretrizes e linha editorial), formado por &ldquo;representantes da sociedade civil&rdquo;. Assim como em outros &oacute;rg&atilde;os do Estado brasileiro, &eacute; necess&aacute;rio que a participa&ccedil;&atilde;o da sociedade civil na nova TV p&uacute;blica se estabele&ccedil;a atrav&eacute;s de um mecanismo de escolha independente do governo.<\/p>\n<p><\/span><span>Al&eacute;m da origem das indica&ccedil;&otilde;es, o perfil desejado para tais representa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m se mostra um problema. Para o governo federal, o Conselho Curador deve ser integrado por &ldquo;personalidades&rdquo;. O argumento apresentado pela Secom de que a representa&ccedil;&atilde;o de setores da sociedade daria um car&aacute;ter &ldquo;corporativo&rdquo; ao Conselho n&atilde;o se sustenta, j&aacute; que em diversas outras inst&acirc;ncias do Estado esta forma de representa&ccedil;&atilde;o &eacute; adotada, sem que esse risco se materialize. <\/p>\n<p><\/span><span>No tocante &agrave; programa&ccedil;&atilde;o da TV Brasil, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel fazer uma avalia&ccedil;&atilde;o a priori. Mas &eacute; poss&iacute;vel vislumbrar a falta de vontade do governo em romper com um modelo tradicional de jornalismo, cujo exemplo &eacute; a indica&ccedil;&atilde;o para a presid&ecirc;ncia da EBC e para a diretoria de Jornalismo de duas pessoas com longa carreira nas Organiza&ccedil;&otilde;es Globo. Esperava-se que a nova empresa pudesse se basear nos avan&ccedil;os logrados durante os &uacute;ltimos anos de gest&atilde;o da Radiobr&aacute;s, que apontou para um modelo de jornalismo p&uacute;blico com foco no cidad&atilde;o. Quanto ao restante das produ&ccedil;&otilde;es, a indica&ccedil;&atilde;o de Orlando Senna e Leopoldo Nunes &eacute; um bom sinal, mas ainda ficam em aberto como funcionar&aacute; o aproveitamento de produ&ccedil;&otilde;es independentes e <\/span><span>regionais, produzida fora dos grandes centros. <\/p>\n<p><\/span><span>Mais do que corrigir estes problemas da Medida Provis&oacute;ria, no entanto, &eacute; preciso construir um mecanismo de gest&atilde;o que garanta a incid&ecirc;ncia da popula&ccedil;&atilde;o sobre toda a rede p&uacute;blica de televis&atilde;o, e n&atilde;o apenas sobre a TV Brasil. Num primeiro momento, a tend&ecirc;ncia &eacute; que a nova rede fique restrita &agrave;s emissoras do Poder Executivo e emissoras educativas menores, que se associar&atilde;o &agrave; rede em fun&ccedil;&atilde;o de sua demanda programa&ccedil;&atilde;o e recursos estatais. Televis&otilde;es em pra&ccedil;as importantes, como S&atilde;o Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paran&aacute;, podem n&atilde;o entrar na nova rede, mas isso n&atilde;o significa que n&atilde;o devam funcionar como partes integrantes de um efetivo sistema p&uacute;blico, perme&aacute;vel &agrave; participa&ccedil;&atilde;o popular.<\/p>\n<p><\/span><span>Outra condi&ccedil;&atilde;o para a exist&ecirc;ncia de um sistema p&uacute;blico de comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; a garantia de recursos para seu funcionamento. Para a TV Brasil, a MP abre espa&ccedil;o para dota&ccedil;&otilde;es or&ccedil;ament&aacute;rias diversas. Embora pro&iacute;ba a veicula&ccedil;&atilde;o de an&uacute;ncios de produtos e servi&ccedil;os, ela permite a publicidade institucional de empresas de direito privado e deixa em aberto a possibilidade de outras formas de financiamento. Para impedir que o controle sobre os recursos se transforme em uma forma de inger&ecirc;ncia, o que pode ser visto em diversas educativas estaduais, &eacute; preciso garantir financiamento est&aacute;vel e vinculado a alguma fonte de receita. De outro modo, este ou futuros governos podem atacar a nova rede de televis&atilde;o p&uacute;blica, sucateando suas emissoras. O Intervozes j&aacute; vem defendendo, desde a realiza&ccedil;&atilde;o do I F&oacute;rum Nacional de TVs P&uacute;blicas, a cria&ccedil;&atilde;o de um fundo espec&iacute;fico para este fim, protegido de contingenciamento e com volume de recursos suficiente para garantir o bom funcionamento da rede.<\/p>\n<p><\/span><span>Por fim, de nada adianta uma rede forte, com gest&atilde;o p&uacute;blica, financiamento vultoso e est&aacute;vel e programa&ccedil;&atilde;o diversa e ousada se n&atilde;o houver canais para alocar novas emissoras no sistema p&uacute;blico. Para que se efetive, a rede p&uacute;blica deve ser considerada priorit&aacute;ria na pol&iacute;tica de destina&ccedil;&atilde;o de canais do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es e da Ag&ecirc;ncia Nacional de Telecomunica&ccedil;&otilde;es (Anatel). Por&eacute;m, com o modelo de transi&ccedil;&atilde;o para a TV digital adotado pelo governo, faltar&aacute; espa&ccedil;o no espectro para novos canais. Em S&atilde;o Paulo, por exemplo, <\/span><span>a destina&ccedil;&atilde;o de 6 MHz adicionais para que as atuais concession&aacute;rias do sinal anal&oacute;gico realizem em simult&acirc;neo a transmiss&atilde;o digital &ndash; embora a nova tecnologia requeira menos espa&ccedil;o &ndash;, far&aacute; com que a TV Brasil seja alocada nos canais 68 e 69 do UHF, o que imp&otilde;e a ela uma condi&ccedil;&atilde;o marginal no dial.<\/p>\n<p><\/span><span>Sair do atual est&aacute;gio da cria&ccedil;&atilde;o de uma TV estatal com aspira&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas para um sistema p&uacute;blico &eacute; tarefa urgente e necess&aacute;ria. As resist&ecirc;ncias atuais, dos partidos conservadores, apenas refletem o <\/span><span>status quo <\/span><span>da &aacute;rea das comunica&ccedil;&otilde;es, regida pelo interesse na reprodu&ccedil;&atilde;o do atual comando absoluto do oligop&oacute;lio dos grupos comerciais. Resta ao Executivo federal responder ao seu programa de governo setorial e &agrave;s resolu&ccedil;&otilde;es do I F&oacute;rum Nacional de TVs P&uacute;blicas, garantindo o cumprimento, no Brasil, de uma agenda j&aacute; executada h&aacute; d&eacute;cadas por outras na&ccedil;&otilde;es, sem perder de vista os desafios do s&eacute;culo XXI.<\/p>\n<p><\/span>Brasil, novembro de 2007.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Intervozes &ndash; Coletivo Brasil de Comunica&ccedil;&atilde;o Social divulgou nesta ter&ccedil;a-feira (06) uma nota em que defende a iniciativa da cria&ccedil;&atilde;o da Empresa Brasileira de Comunica&ccedil;&atilde;o &ndash; EBC, mas pontua com cr&iacute;ticas seu processo de constru&ccedil;&atilde;o e os mecanismos de gest&atilde;o da nova empresa. 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