{"id":19372,"date":"2007-10-01T15:04:14","date_gmt":"2007-10-01T15:04:14","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=19372"},"modified":"2007-10-01T15:04:14","modified_gmt":"2007-10-01T15:04:14","slug":"a-nova-regulacao-da-tv-por-assinatura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=19372","title":{"rendered":"A nova regula\u00e7\u00e3o da TV por assinatura"},"content":{"rendered":"<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span><em>Diminuir o pre&ccedil;o da TV por assinatura brasileira, ampliar o acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o e estimular a produ&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do audiovisual nacional s&atilde;o os principais objetivos do deputado Jorge Bittar (PT\/RJ), ao elaborar o projeto de lei que cria o novo Servi&ccedil;o de Acesso Condicionado. Por sua proposta, os canais de TV paga poder&atilde;o ser distribu&iacute;dos por qualquer empresa, inclusive de telecomunica&ccedil;&otilde;es, nacional ou estrangeira. A produ&ccedil;&atilde;o e a programa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m n&atilde;o teriam restri&ccedil;&atilde;o ao capital. Mas os pacotes de canais s&oacute; poderiam ser comercializados por empresas com o controle nacional. Al&eacute;m disso, tanto em um &uacute;nico canal como em um pacote de canais, pelo menos 10% de tudo que &eacute; transmitido ter&aacute; que ser ocupado pelo conte&uacute;do audiovisual nacional.<\/p>\n<p><\/em><\/span><\/p>\n<p><span><em>Confira a entrevista concedida pelo deputado &agrave; TeleS&iacute;ntese.<\/em><br \/><\/span><span><br \/><\/span><span><strong>Tele.S&iacute;ntese &ndash; A sua proposta de projeto de lei convergente ir&aacute;&nbsp; tratar da radiodifus&atilde;o?<br \/><\/strong><\/span><span>Jorge Bittar &ndash; &Eacute; um projeto de comunica&ccedil;&atilde;o de massa, s&oacute; que restrito aos servi&ccedil;os pagos. Com ele, est&aacute; sendo criado o Servi&ccedil;o de Acesso Condicionado. Pretendo quebrar o paradigma da atual regula&ccedil;&atilde;o, centrada na plataforma tecnolog&oacute;cia, e transformar a TV por assinatura em um servi&ccedil;o neutro do ponto de vista da tecnologia. A inten&ccedil;&atilde;o &eacute; abrir a cadeia de valor que envolve de um lado o audiovisual e de outro lado as telecomunica&ccedil;&otilde;es.&nbsp; <\/p>\n<p><\/span><span>A TV por assinatura no Brasil n&atilde;o pegou. N&oacute;s temos hoje menos de cinco milh&otilde;es de assinantes e uma penetra&ccedil;&atilde;o entre as menores do mundo, mesmo comparada com pa&iacute;ses com PIB per capta iguais ao nosso.&nbsp; No Brasil, enquanto a penetra&ccedil;&atilde;o de TV paga &eacute; de apenas 8%, na Argentina, a TV paga alcan&ccedil;a 54% da popula&ccedil;&atilde;o; no Chile, 25%; no M&eacute;xico, 23% e na Venezuela, 19%.<\/p>\n<p><\/span><span><strong>A que voc&ecirc; atribui essa diferen&ccedil;a?<br \/><\/strong><\/span><span>Bittar &ndash; Aos pre&ccedil;os. A TV paga no Brasil &eacute; muito cara. Conforme levantamento da Ancine, o pre&ccedil;os dos canais comerciais (exclu&iacute;dos os canais carregados pelo must carry) s&atilde;o muito mais altos do que os cobrados em outros pa&iacute;ses.&nbsp; Comparando-se os pacotes de programa&ccedil;&atilde;o de pa&iacute;ses como Portugal, Espanha, Argentina com os do Brasil, a diferen&ccedil;a de valores &eacute; muito grande. Enquanto aqui o menor pre&ccedil;o encontrado &eacute; de R$ 1,92 e o maior, de R$ 6,84 o canal, na Argentina o pre&ccedil;o m&iacute;nimo &eacute; de R$ 0,63 e o m&aacute;ximo, de R$ 0,80. Na Espanha, de R$ 1,51 a R$ 2,20 e em Portugal, de R$ 1,07 a R$ 1,24.&nbsp;<\/p>\n<p><\/span><span><strong>Nesses valores est&atilde;o embutidos os impostos?<br \/><\/strong><\/span><span>Bittar &ndash; Sim, pois esse levantamento tem como base o que paga o usu&aacute;rio final. Mesmo com a carga tribut&aacute;ria brasileira, os pre&ccedil;os no Brasil s&atilde;o muito mais altos, provocados pela falta de escala e falta de competi&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><\/span><span><strong>N&atilde;o h&aacute; diferentes operadores atuando no segmento de TV por assinatura?<br \/><\/strong>Bit<\/span><span>tar &#8211; Constatamos que a marca Net det&eacute;m 83% desse mercado, mesmo quando se considera todas as tecnologias (cabo, MMDS e sat&eacute;lite).&nbsp; A Sky, por exemplo, que presta servi&ccedil;o de TV paga via sat&eacute;lite,&nbsp; e que &eacute; controlada pelo capital estrangeiro e n&atilde;o &eacute; da Net, carrega os canais da Globosat. A Telef&ocirc;nica tamb&eacute;m firmou acordo com a Globosat.<\/p>\n<p><\/span><span>Para que possamos sair desss cinco milh&otilde;es de assinanates para 30 milh&otilde;es, que seria um n&uacute;mero razo&aacute;vel para o mercado brasileiro, precisamos criar um ambiente de maior competi&ccedil;&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o, programa&ccedil;&atilde;o, no empacotamento e na distribui&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p><\/span><span><strong>Por que a sua proposta concentra-se na TV paga e n&atilde;o trata da radiodifus&atilde;o?<br \/><\/strong><\/span><span>Bittar &#8211;&nbsp; A radiodifus&atilde;o, at&eacute; por preceito constitucional &eacute; tratada de maneira distinta dos demais servi&ccedil;os. E, at&eacute; para n&atilde;o suscitar discuss&atilde;o sobre a constitucionalidade do projeto,&nbsp; decidi n&atilde;o tocar na TV aberta e me concentrar na TV paga.&nbsp; Estou propondo a revoga&ccedil;&atilde;o da Lei do Cabo que tem a marca tecnol&oacute;gica, ou seja, &eacute; s&oacute; para o cabo. Proponho tamb&eacute;m a supress&atilde;o dos artigos na Lei Geral de Telecomunica&ccedil;&otilde;es que remetem &agrave; essa lei; e quero acrescentar um dispositivo que torna sem efeito as normas contratuais do Servi&ccedil;o Telef&ocirc;nico Fixo Comutado (o STFC), que pro&iacute;bem as teles de prestarem esse servi&ccedil;o.<\/p>\n<p><\/span><span><strong>Como se dar&aacute; a reoganiza&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o?<br \/><\/strong><\/span><span>Bittar &ndash; Qualquer empresa de telecomunica&ccedil;&otilde;es poder&aacute; prestar o servi&ccedil;o de TV por assinatura. Ao revogar a Lei do Cabo, proponho tamb&eacute;m a simplifica&ccedil;&atilde;o das licen&ccedil;as. Hoje, tem que se fazer licita&ccedil;&atilde;o, e as licen&ccedil;as se d&atilde;o sob a forma de concess&atilde;o, o que n&atilde;o faz qualquer sentido. As redes fixas n&atilde;o s&atilde;o um bem escasso. As &uacute;nicas limita&ccedil;&otilde;es continuar&atilde;o ocorrendo com as freq&uuml;&ecirc;ncias, administradas pela Anatel. <\/p>\n<p><\/span><span>Assim, os atuais servi&ccedil;os de TV a Cabo, de MMDS, de DTH e de TVA passar&atilde;o a ser um &uacute;nico Servi&ccedil;o de Acesso Condicionado, explorado em regime privado, sob autoriza&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o mais concess&atilde;o. <\/p>\n<p><\/span><span><strong>Quem tiver a licen&ccedil;a desse servi&ccedil;o, poder&aacute; prestar os demais servi&ccedil;os de telecomunica&ccedil;&otilde;es, como voz e dados?<br \/><\/strong><\/span><span>Bittar &ndash; Quem pode mais, pode menos. Se a licenciada pode levar sinais de v&iacute;deo, por que n&atilde;o levar os demais sinais?<\/p>\n<p><\/span><span><strong>H&aacute; restri&ccedil;&otilde;es de capital para a produ&ccedil;&atilde;o nacional?<br \/><\/strong><\/span><span>Bittar &ndash; A minha proposta &eacute; de desverticaliza&ccedil;&atilde;o da cadeia de valor. Por isso lida com a produ&ccedil;&atilde;o, programa&ccedil;&atilde;o, empacotamento e distribui&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do audiovisual.&nbsp;&nbsp; Na produ&ccedil;&atilde;o, entendo que n&atilde;o deve haver restri&ccedil;&atilde;o ao capital,&nbsp; ao ingresso de qualquer grupo econ&ocirc;mico e tamb&eacute;m nenhuma restri&ccedil;&atilde;o &agrave; gest&atilde;o. As &uacute;nicas limita&ccedil;&otilde;es devem ser as mesmas de lei geral de telecomunica&ccedil;&otilde;es, ou seja, os produtores devem ser empresas constitu&iacute;das sob as leis brasileiras.<\/p>\n<p><\/span><span><strong>A sua proposta prev&ecirc;, ent&atilde;o, a liberaliza&ccedil;&atilde;o total do setor?<br \/><\/strong><\/span><span>Bittar &ndash; N&atilde;o. Apenas na produ&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do audiovisual. No empacotemento desses canais, a&iacute;, sim, ter&aacute; que ser uma empresa sob o controle nacional, gerida por brasileiros, mas aberta &agrave; participa&ccedil;&atilde;o de qualquer grupo de qualquer segmento econ&ocirc;mico. &Eacute; no empacotamente que se deve assegurar a participa&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do nacional. <\/p>\n<p><\/span><span>Tanto no empacotamento como na programa&ccedil;&atilde;o as empresas dever&atilde;o ser geridas por brasileiros para preservar as responsabilidades editoriais exclusivas, previstas na Constitui&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p><\/span><span><strong>Pela sua proposta, ent&atilde;o, uma tele, se quiser distribuir os canais de TV paga, ter&aacute; que comprar os pacotes de canais de uma empresa nacional?<br \/><\/strong><\/span><span>Bittar &ndash; Sim, ou ela compra de outra empresa, como a Globosat, por exemplo, ou ela entra como s&oacute;cia minorit&aacute;ria em uma empresa nacional que vai empacotar e comercializar os canais. Fiz essa op&ccedil;&atilde;o para preservar a identidade e a cultura nacionais.&nbsp; <\/p>\n<p><\/span><span><strong>Como ficar&aacute; a rela&ccedil;&atilde;o do produtor nacional com esses diferentes agentes?<br \/><\/strong><\/span><span>Bittar &ndash; O produtor vai vender a sua produ&ccedil;&atilde;o ao programador, que desenha a grade do canal. Esse programador pode ser tamb&eacute;m uma empresa estrangeira, mas gerida por brasileiros. O programador organiza os canais e o empacotador junta esses canais.&nbsp;&nbsp; <\/p>\n<p><\/span><span><strong>O que &eacute; &ldquo;produ&ccedil;&atilde;o nacional&rdquo;?<br \/><\/strong><\/span><span>Bittar &ndash; Para identificar o conte&uacute;do nacional, uso o mesmo crit&eacute;rio adotado pela lei da Ancine, ou seja, tem que ser produzido por empresa com maioria de capital brasileiro (h&aacute; uma quantidade de t&eacute;cnicos que tamb&eacute;m precisam ser brasileiros), ou em regime de co-produ&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p><\/span><span>Uso tamb&eacute;m a mesma lei da Ancine para definir o que &eacute; produ&ccedil;&atilde;o independente. O independente n&atilde;o tem v&iacute;nculo e n&atilde;o pode ter contrato de exclusividade com o programador. E, para a programa&ccedil;&atilde;o, estou estabelecendo que 10% da teledramaturgia dever&aacute; ser nacional. <\/p>\n<p><\/span><span>Isso significa que os canais estrangeiros tamb&eacute;m ter&atilde;o que cumprir essa cota. Ela n&atilde;o ter&aacute; que ser atendida, no entanto, pelos canais com document&aacute;rios ou pelos canais especializados, mas sim pelos canais eminentemente comercais. Exemplo: na HBO, 10% de sua programa&ccedil;&atilde;o ter&aacute; que conter o conte&uacute;do nacional. Na Fox ou TeleCine, tamb&eacute;m. Todos os estrangeiros ter&atilde;o que cumprir essa cota. <\/p>\n<p><\/span><span>No projeto, vou tamb&eacute;m incorporar uma decis&atilde;o j&aacute; tomada pelo Cade, de que os canais t&ecirc;m que ser oferecidos, em condi&ccedil;&atilde;o ison&ocirc;mica, para todos os distribuidores. <\/p>\n<p><\/span><span><strong>E para o empacotamento?<br \/><\/strong><\/span><span>Bittar &ndash; Tamb&eacute;m haver&aacute; cota m&iacute;nima: 10% dos programas empacotados devem ser nacionais. Ou seja, se forem oferecidos 100 canais, 10 deles t&ecirc;m que ser de brasileiros, pelo menos. Mas s&oacute; essa cota n&atilde;o basta. Defino tamb&eacute;m que, no hor&aacute;rio nobre (que vai das 6 horas da manh&atilde; at&eacute; a meia-noite), 40% dos conte&uacute;dos devem ser nacionais. Dessas 50 horas semanais com conte&uacute;dos nacionais, 21 horas ter&atilde;o que corresponder &agrave; teledramaturgia, 17 horas &agrave; produ&ccedil;&atilde;o regional, 21 horas &agrave; produ&ccedil;&atilde;o independente e 7 horas&nbsp; &agrave; programa&ccedil;&atilde;o educativa. <\/p>\n<p><\/span><span><strong>Essa cota ir&aacute; considerar apenas os canais comerciais, ou os p&uacute;blicos, como TV C&acirc;mara, Senado, etc., poderiam ser contados para completar a cota?<br \/><\/strong><\/span><span>Bittar &ndash; N&atilde;o. A cota deve ser aplicada levando em considera&ccedil;&atilde;o somente os canais comerciais. <\/p>\n<p><\/span><span><strong>H&aacute; restri&ccedil;&otilde;es &agrave; publicidade?<br \/><\/strong><\/span><span>Bittar &ndash; Sim. Estou propondo um m&aacute;ximo de 10% de publicidade e 15% em cada hora, limitado &agrave; metade em programa&ccedil;&otilde;es infantis. Esse percentual &eacute; a metade do que prev&ecirc;, hoje, o C&oacute;digo Brasileiro de Telecomunica&ccedil;&otilde;es, que regula a TV aberta. N&atilde;o se pode descapitalizar as TVs abertas. <\/p>\n<p><\/span><span><strong>Na distribui&ccedil;&atilde;o, continuar&aacute; a existir a figura do must-carry, como ocorre hoje com a TV a cabo?<br \/><\/strong><\/span><span>Bittar &ndash; Sim. Com as especificidades de cada tecnologia, j&aacute; que , por exemplo, na transmiss&atilde;o via sat&eacute;lite (o DTH), se a operadora tiver que distribuir os programas de cada geradora aberta de TV, pode tornar a opera&ccedil;&atilde;o invi&aacute;vel, j&aacute; que a sua atua&ccedil;&atilde;o se d&aacute; em todo o territ&oacute;rio nacional. Tamb&eacute;m n&atilde;o poderia exigir o must carry para o MMDS anal&oacute;gico, que tem poucos canais, mas no digital, n&atilde;o vejo problemas. Caber&aacute; &agrave; Anatel regulamentar essa quest&atilde;o. <\/p>\n<p><\/span><span><strong>Mas h&aacute; segmentos que defendem o fim do must-carry, porque prejudicaria justamente a produ&ccedil;&atilde;o nacional.<br \/><\/strong><\/span><span>Bittar &ndash; Entendo que o must-carry est&aacute; dando certo, e por isso, n&atilde;o vou mexer. Mas, estou aberto &agrave; discuss&atilde;o, sobre se ele deveria ser remunerado ou n&atilde;o. <\/p>\n<p><\/span><span><strong>Com esse projeto, o que almeja alcan&ccedil;ar?<br \/><\/strong><\/span><span>Bittar &ndash; Uma regula&ccedil;&atilde;o convergente, neutra tecnologicamente. Com esse novo marco, acredito estar garantindo o acesso ison&ocirc;mico &agrave; progama&ccedil;&atilde;o nacional; estimulando a competi&ccedil;&atilde;o no mercado de distribui&ccedil;&atilde;o; incrementando a produ&ccedil;&atilde;o nacional de audiovisual, diminuindo o&nbsp; custo da assinatura do servi&ccedil;o e democratizando o acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Parlamentar quer liberdade de distribui\u00e7\u00e3o e cotas para o conte\u00fado nacional<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[43],"tags":[447],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/19372"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=19372"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/19372\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=19372"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=19372"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=19372"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}