{"id":19241,"date":"2007-09-17T11:19:59","date_gmt":"2007-09-17T11:19:59","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=19241"},"modified":"2007-09-17T11:19:59","modified_gmt":"2007-09-17T11:19:59","slug":"convergencia-colisao-ou-politica-de-governo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=19241","title":{"rendered":"Converg\u00eancia, colis\u00e3o ou pol\u00edtica de governo?"},"content":{"rendered":"<p><span>Em 1992, a Organiza&ccedil;&atilde;o de Coopera&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (OCDE) que congrega cerca de 30 pa&iacute;ses mais ricos do mundo (quase todos os europeus, mais o Jap&atilde;o, a Cor&eacute;ia, os Estados Unidos e seus dois s&oacute;cios de Nafta) lan&ccedil;ou um estudo com t&iacute;tulo em ingl&ecirc;s de Telecommunications and Broadcasting: convergence or collision, ou franc&ecirc;s de T&eacute;l&eacute;communications et radiodiffusion: covergence ou collision? Pretender que a converg&ecirc;ncia tecnol&oacute;gica e empresarial dos sistemas de comunica&ccedil;&atilde;o que hoje, finalmente, come&ccedil;a a entrar na nossa agenda, seja uma grande novidade, &eacute; apenas pr&oacute;prio de uma sociedade que precisou esperar quase acabar o s&eacute;culo XIX para declarar livres os seus escravos&#8230;<\/p>\n<p><\/span><span>Todo o reordenamento necess&aacute;rio das comunica&ccedil;&otilde;es brasileiras, encetado fragmentariamente ao longo dos anos 1990, j&aacute; podia ter-se realizado considerando o quadro maior da evolu&ccedil;&atilde;o social, econ&ocirc;mica e tecnol&oacute;gica pelas quais passavam as comunica&ccedil;&otilde;es globais e que, nos Estados Unidos e na Comunidade Europ&eacute;ia, vinha resultando na elabora&ccedil;&atilde;o de um conjunto de leis convergentes: Telecommunications Act de 1996, nos EUA; os europeus Livro Verde de 1987 e Relat&oacute;rio Bengemann de 1994, ambos sobre comunica&ccedil;&otilde;es e audiovisual. Ao contr&aacute;rio, por aqui, consideraram-se interesses menores e o resultado acabou sendo essa colcha de retalhos pol&iacute;tico-jur&iacute;dica que temos, n&atilde;o servindo mais a ningu&eacute;m: uma lei velha de 1962, convivendo com a Constitui&ccedil;&atilde;o dicot&ocirc;mica de 1988; uma lei para a TV por assinatura a cabo de 1995 que &quot;esquece&quot; a TV por assinatura a sat&eacute;lite; uma lei de telecomunica&ccedil;&otilde;es de 1997 que, convenientemente, ignora a converg&ecirc;ncia j&aacute; em pleno curso&#8230;<\/p>\n<p><\/span><span><strong>Converg&ecirc;ncia ou colis&atilde;o <br \/><\/strong><br \/><\/span><span>O assunto afinal teve que eclodir, no correr deste ano, indeciso entre a converg&ecirc;ncia ou a colis&atilde;o. Parece que, por enquanto, caminha mais para esta do que para aquela. Na verdade, sabemos, o que se discute &eacute; quem vai convergir e quem ser&aacute; convergido&#8230; O que menos se discute &eacute; o lugar que o Brasil, enquanto Brasil, pretende ocupar no mundo global das comunica&ccedil;&otilde;es. <\/p>\n<p><\/span><span>Assim como o Brasil poderia sediar, hoje, a maior operadora latino-americana de telecomunica&ccedil;&otilde;es (vaga que gentilmente cedeu ao M&eacute;xico), nosso Pa&iacute;s tem tudo para ser, neste s&eacute;culo que se inicia, um dos grande p&oacute;los mundiais de produ&ccedil;&atilde;o audiovisual para o cinema e televis&atilde;o. Mat&eacute;ria-prima, por &oacute;bvio, n&atilde;o nos falta. Compet&ecirc;ncia empresarial tamb&eacute;m n&atilde;o. Mas a julgar pela completa omiss&atilde;o do Governo nesse debate e pelos projetos de leis que t&ecirc;m sido apresentados no Congresso, a riqueza e beleza da nossa cultura e a capacidade de iniciativa de nossos empres&aacute;rios e produtores culturais n&atilde;o parecem iluminar os respons&aacute;veis pelas formula&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas e elabora&ccedil;&otilde;es legais.<\/p>\n<p><\/span><span>No momento em que grandes corpora&ccedil;&otilde;es empresariais movem suas pe&ccedil;as para, no que &eacute; de direito, ocuparem seus lugares no tabuleiro do futuro, o Governo e suas lideran&ccedil;as pol&iacute;ticas poderiam entrar em campo na condi&ccedil;&atilde;o de juizes da partida. Como, claramente, est&atilde;o faltando regras &ndash; se n&atilde;o, para qu&ecirc; est&atilde;o sendo apresentados tantos (e t&atilde;o pobres) projetos de leis? &ndash; caberia ao Governo, mais do que ser juiz, formular e propor essas regras. O momento &eacute; prop&iacute;cio. Quando cada um busca puxar a brasa para a sua sardinha, o Governo poderia sentir-se &agrave; vontade para estabelecer um projeto estrat&eacute;gico, a cavaleiro das disputas, que pudesse contentar um pouco a todos, descontentar um tanto a muitos, mas atendesse sobretudo aos interesses dessa entidade difusa chamada&nbsp; Na&ccedil;&atilde;o. Mas quando um secret&aacute;rio de Minist&eacute;rio n&atilde;o se peja em dizer publicamente que o C&oacute;digo de 1962 ainda &eacute; atual, desconfia-se seriamente que falta na Esplanada gente &agrave; altura do momento&#8230;<\/p>\n<p><\/span><span>O debate por aqui continua se prendendo &agrave; velha e superada dicotomia &quot;telecomunica&ccedil;&otilde;es&quot; e &quot;radiodifus&atilde;o&quot;. Quando a Vodafone ou a Orange, na Europa, ou a Claro, agora, no Brasil, comercializam canais de TV fechada atrav&eacute;s de aparelhos terminais de telefonia celular, ainda ser&aacute; poss&iacute;vel defin&iacute;-las como operadoras de telecomunica&ccedil;&otilde;es? Quando ouvimos esta&ccedil;&otilde;es de r&aacute;dio na internet, n&atilde;o raro via algum provedor gratuito e poderia ser at&eacute; via alguma rede p&uacute;blica Wi-Fi, dessas que j&aacute; se espalham em municipalidades brasileiras, estamos nas ondas da radiodifus&atilde;o? Se for por causa do meio, desculpem-me: na &eacute;poca de St&aacute;lin, 70% dos aparelhos sovi&eacute;ticos receptores de radiodifus&atilde;o eram devidamente cabeados&#8230;<\/p>\n<p><\/span><span><strong>A alma do neg&oacute;cio <\/p>\n<p><\/strong><\/span><span>Telecomunica&ccedil;&otilde;es e radiodifus&atilde;o distinguiam-se, principalmente, porque o neg&oacute;cio daquela era a qualidade do sinal, e o neg&oacute;cio desta era a produ&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do. No mundo de hoje, n&atilde;o cabe mais fazer tal distin&ccedil;&atilde;o, do ponto de vista do neg&oacute;cio. O conte&uacute;do est&aacute; em toda parte, inclusive nos terminais celulares, e n&atilde;o somente na televis&atilde;o terrestre, aberta e dita gratuita (desde que se ignore o custo embutido da publicidade nos pre&ccedil;os dos produtos). Mais: o conte&uacute;do &eacute; a verdadeira alma do neg&oacute;cio.<\/p>\n<p><\/span><span>&Eacute; por isto que, nos pa&iacute;ses centrais, o processo pol&iacute;tico-legislativo tende, agora, a distinguir infra-estrutura e conte&uacute;do: trata-se de permitir e organizar a comercializa&ccedil;&atilde;o de qualquer conte&uacute;do por qualquer plataforma de comunica&ccedil;&otilde;es, sejam as freq&uuml;&ecirc;ncias VHF, seja cabo, sat&eacute;lite, celular, Wi-Fi, o que mais aparecer. A quest&atilde;o, portanto, &eacute; a de regulamentar as rela&ccedil;&otilde;es gerais entre produtores de conte&uacute;do (sejam quais forem) e provedores de infra-estrutura (sejam quais forem).<\/p>\n<p><\/span><span>&Eacute; claro que isto implica, no limite, em uma clara separa&ccedil;&atilde;o normativa entre esses dois segmentos, inclusive na TV terrestre. Na Europa, por exemplo, as emissoras de TV terrestre n&atilde;o mais det&ecirc;m os canais de transmiss&atilde;o. No Reino Unido, a BBC produz, programa e gera, mas quem transmite &eacute; a Crown Castle &ndash; &eacute; esta quem det&eacute;m a concess&atilde;o do canal VHF.<\/p>\n<p><\/span><span>Mas deixando de lado a TV terrestre &ndash; assunto complicado no Brasil, como sabemos &ndash; poder-se-ia pelo menos tratar com a mesma racionalidade e modernidade a quest&atilde;o da TV por assinatura, agora renomeada &quot;servi&ccedil;o de comunica&ccedil;&atilde;o social eletr&ocirc;nico de acesso condicionado&quot;. Para simplificar, SAC. O provimento de infra-estrutura deveria ter um tratamento &uacute;nico, hoje imposs&iacute;vel pela lei do Cabo, pela lei das Telecomunica&ccedil;&otilde;es e pela falta de lei no sat&eacute;lite. Que se crie por lei (aproveitando que h&aacute; tantos projetos em curso) uma norma &uacute;nica a ser regulamentada pela Anatel, e que nos concentremos na discuss&atilde;o do que interessa: a produ&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos nacionais. Assunto aos cuidados da Ancine.<\/p>\n<p><\/span><span>Na Europa, ningu&eacute;m questionaria a necessidade de os conte&uacute;dos europeus serem protegidos da concorr&ecirc;ncia estrangeira, especialmente da norte-americana. A diretriz Televis&atilde;o Sem Fronteiras tem essa finalidade (apesar do nome&#8230;). No Brasil, h&aacute; quem n&atilde;o goste, mas, todos sabemos, uma parte do debate embandeirou-se na quest&atilde;o do conte&uacute;do nacional. Para proteg&ecirc;-lo, prop&otilde;em-se regras que favoreceriam empresas sob controle efetivo de brasileiros natos ou naturalizados (com apoio na Constitui&ccedil;&atilde;o). Se essas regras funcionassem, n&atilde;o ter&iacute;amos por a&iacute;, tantas e tantas esta&ccedil;&otilde;es de r&aacute;dio nas quais ser&aacute; quase imposs&iacute;vel ouvirmos alguma m&uacute;sica brasileira. Ali&aacute;s, n&atilde;o faltam brasileiros e brasileiras &agrave; frente de empresas tanto estrangeiras quanto nacionais, sem no entanto manifestarem o m&iacute;nimo zelo sequer pela l&iacute;ngua portuguesa&#8230;<\/p>\n<p><\/span><span><strong>Cont&eacute;udo nacional <\/p>\n<p><\/strong><\/span><span>Se quisermos tratar a quest&atilde;o do conte&uacute;do nacional de modo efetivo e eficaz, o foco ser&aacute; outro: ser&aacute; necess&aacute;rio assegurar que a produ&ccedil;&atilde;o nacional chegue ao assinante do servi&ccedil;o, n&atilde;o importa se a empresa respons&aacute;vel pelo servi&ccedil;o de entrega seja estrangeira ou brasileira. Importa &eacute; que esta empresa tenha produto nacional para entregar. Ou seja, n&atilde;o basta querer obrig&aacute;-la a entregar o produto, se na ponta produtora esse produto n&atilde;o existir.<\/p>\n<p><\/span><span>No SAC, as duas etapas chaves do processo s&atilde;o a programa&ccedil;&atilde;o e o empacotamento. Quem efetivamente decide o qu&ecirc; o assinante ir&aacute; ver, &eacute; o programador. &Eacute; ele quem cria os canais (a maioria dos programadores possui v&aacute;rios canais), define seus perfis (filmes, esportes, not&iacute;cias, variedades, vendas etc.), produz diretamente ou adquire de terceiros, os conte&uacute;dos que ir&aacute; programar em cada canal, seus hor&aacute;rios de exibi&ccedil;&atilde;o, e at&eacute; as campanhas publicit&aacute;rias com as quais atrair&aacute; os assinantes. O empacotador organiza uns poucos &ldquo;pacotes&rdquo; contendo conjuntos diferenciados dos diversos canais oferecidos pelos muitos programadores. O empacotador n&atilde;o pode, em princ&iacute;pio, colocar em quaisquer de seus &ldquo;pacotes&rdquo; programas ou canais inexistentes &ndash; salvo se resolver retroceder na sua posi&ccedil;&atilde;o dentro da cadeia, e tornar-se (ou for for&ccedil;ado a tornar-se) tamb&eacute;m um programador. Ao assinante, na ponta, apenas &eacute; dado escolher, dependendo dos seus gostos e do seu bolso, um entre os poucos &ldquo;pacotes&rdquo; a ele oferecidos.<\/p>\n<p><\/span><span>Quanto ao provedor de infra-estrutura (seja STFC, SMP, DTH, cabo etc., como pretende um dos projetos em curso), este ent&atilde;o n&atilde;o tem mesmo nenhum poder a&iacute;. E se a lei que vier&nbsp; ser aprovada tiver um m&iacute;nimo de racionalidade, simplesmente reconhecer&aacute; isto ignorando essa sopa de letrinhas. O provedor de infra-estrutura para SAC ser&aacute; provedor de infra-estrutura para SAC. Ponto.<\/p>\n<p><\/span><span>Conclus&atilde;o l&oacute;gica: a obriga&ccedil;&atilde;o de fornecer conte&uacute;dos nacionais deve recair sobre os programadores. Seja produzindo diretamente, seja adquirindo programas produzidos por produtores independentes, s&atilde;o eles que devem assegurar que uma parte dos filmes, document&aacute;rios, desenhos oferecidos aos assinantes brasileiros seja realizado por diretores e artistas nacionais. A cota (j&aacute; que alguns projetos falam em cota) deve incidir a&iacute;. Pode ser por cada canal, pode ser pelo somat&oacute;rio dos canais de cada programador.<\/p>\n<p><\/span><span>Duas quest&otilde;es. H&aacute; que se acautelar &ndash; e muito &ndash; para que, na defini&ccedil;&atilde;o de &ldquo;conte&uacute;do nacional&rdquo; ou &ldquo;conte&uacute;do produzido por empresas brasileiras&rdquo;, n&atilde;o acabe se incluindo desde o emocionante jogo de futebol entre o Bambala e o Arimat&eacute;ia, at&eacute; teleshopping&nbsp; e leil&otilde;es de tapetes. Estamos falando de filmes, seriados, telenovelas, telecines, document&aacute;rios, desenhos infanto-juven&iacute;s, outros produtos art&iacute;sticos ou educativos. N&atilde;o de notici&aacute;rios, mesas-redondas, programas de audit&oacute;rio ou de entrevistas, inser&ccedil;&otilde;es publicit&aacute;rias e que tais. A lei deve ser clara sobre este ponto.<\/p>\n<p><\/span><span><strong>Guiso no gato <\/p>\n<p><\/strong><\/span><span>A segunda quest&atilde;o &eacute; o guiso no gato. Isto &eacute;: programadores estrangeiros inclu&iacute;dos? Sim, claro. Caso contr&aacute;rio, o programador nacional (temos mais de um?) ser&aacute; pesadamente penalizado. N&atilde;o sabemos quanto o Brasil envia para o exterior em lucros e royalties pela programa&ccedil;&atilde;o estrangeira que nos chega. Mas sabemos que essa programa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o paga quase nada para entrar no pa&iacute;s. Um produto material, paga impostos de importa&ccedil;&atilde;o. Uma programa&ccedil;&atilde;o completa de televis&atilde;o, de 24 horas, que aqui nos chega diretamente via sat&eacute;lite, &eacute; imposs&iacute;vel de ser taxada. Mas a companhia programadora pode ser &ldquo;convidada&rdquo; a investir na produ&ccedil;&atilde;o de filmes e outros conte&uacute;dos brasileiros. Dinheiro que sai e dinheiro que entra. Para isto, cota associada a incentivos fiscais ou financiamentos do BNDES ajudam. E geram empregos para diretores, artistas e t&eacute;cnicos brasileiros, geram renda no Pa&iacute;s, geram conte&uacute;dos baseados na nossa cultura, na nossa hist&oacute;ria, na nossa maneira brasileira de viver o mundo.<\/p>\n<p><\/span><span>Finalmente, seria necess&aacute;rio decidir quem pendurar&aacute; o guiso no gato. A resposta &eacute; uma &uacute;nica: o Governo, se tiver pol&iacute;tica. <\/span><span>&nbsp;<\/span> <\/p>\n<p><span><em>*Marcos Dantas &eacute; professor do Departamento de Comunica&ccedil;&atilde;o Social da PUC-Rio. Foi membro do Conselho Consultivo da Anatel, Secret&aacute;rio de Planejamento do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es e Secret&aacute;rio de Educa&ccedil;&atilde;o a Dist&acirc;ncia do MEC. &Eacute; autor de A l&oacute;gica do capital-informa&ccedil;&atilde;o (Ed. Contraponto, 1996, 2&ordf; ed. 2002).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"images\/stories\/politica_publicacoes\/c_normal_pq.png\" alt=\"Active Image\" width=\"15\" height=\"15\" \/>&nbsp;<\/em>TeleS&iacute;ntese.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1992, a Organiza&ccedil;&atilde;o de Coopera&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (OCDE) que congrega cerca de 30 pa&iacute;ses mais ricos do mundo (quase todos os europeus, mais o Jap&atilde;o, a Cor&eacute;ia, os Estados Unidos e seus dois s&oacute;cios de Nafta) lan&ccedil;ou um estudo com t&iacute;tulo em ingl&ecirc;s de Telecommunications and Broadcasting: convergence or collision, ou franc&ecirc;s de &hellip; <a href=\"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=19241\" class=\"more-link\">Continue lendo <span class=\"screen-reader-text\">Converg\u00eancia, colis\u00e3o ou pol\u00edtica de governo?<\/span> <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[42],"tags":[67],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/19241"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=19241"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/19241\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=19241"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=19241"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=19241"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}