{"id":19146,"date":"2007-09-05T14:46:20","date_gmt":"2007-09-05T14:46:20","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=19146"},"modified":"2007-09-05T14:46:20","modified_gmt":"2007-09-05T14:46:20","slug":"brasil-ja-e-o-sexto-maior-do-mundo-em-celulares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=19146","title":{"rendered":"Brasil j\u00e1 \u00e9 o sexto maior do mundo em celulares"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil &eacute; o sexto maior mercado para celulares no mundo e os grandes pa&iacute;ses emergentes, como China, &Iacute;ndia e R&uacute;ssia, al&eacute;m do pr&oacute;prio Brasil, j&aacute; s&atilde;o os principais respons&aacute;veis pelo crescimento do setor de telecomunica&ccedil;&otilde;es no mundo. No total, o mundo soma 1 bilh&atilde;o de usu&aacute;rios de internet e 4 bilh&otilde;es de usu&aacute;rios de celulares e de telefones fixos. Os dados s&atilde;o da Uni&atilde;o Internacional de Telecomunica&ccedil;&otilde;es (UIT), que ontem publicou seu relat&oacute;rio anual. No entanto, a dist&acirc;ncia entre os pa&iacute;ses ricos e os mais pobres ainda &eacute; considerada &#39;profunda&#39; pela organiza&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>Em 2006, o mundo atingiu a marca de 1,26 bilh&atilde;o de telefones fixos e 2,68 bilh&otilde;es de celulares, dos quais 61% est&atilde;o nos pa&iacute;ses em desenvolvimento. O que impressiona a organiza&ccedil;&atilde;o &eacute; que quase a totalidade do crescimento est&aacute; vindo dos grandes pa&iacute;ses emergentes. No primeiro trimestre do ano, apenas a China e a &Iacute;ndia registraram quase 200 milh&otilde;es de novos usu&aacute;rios de celular &#8211; 87 milh&otilde;es na China e 110 milh&otilde;es na &Iacute;ndia. <\/p>\n<p>Segundo a UIT, o Brasil registrou at&eacute; o final do ano passado um total de 100 milh&otilde;es de usu&aacute;rios de celular. O Pa&iacute;s &eacute; superado apenas pela China (461 milh&otilde;es de usu&aacute;rios), EUA (233 milh&otilde;es), Jap&atilde;o, R&uacute;ssia e &Iacute;ndia. Em 2005, os sinais de celulares atingiam 88% do territ&oacute;rio nacional e o n&uacute;mero de usu&aacute;rios &eacute; hoje quatro vezes maior que em 2001. <\/p>\n<p>Outros pa&iacute;ses emergentes tamb&eacute;m est&atilde;o vendo uma alta sem precedentes na venda de celulares. O governo da &Iacute;ndia j&aacute; anunciou um plano ambicioso de ter 250 milh&otilde;es de usu&aacute;rios de celular at&eacute; o final deste ano. Para 2010, a meta &eacute; atingir a marca de 500 milh&otilde;es. <\/p>\n<p>No Ir&atilde;, o n&uacute;mero em 2006 dobrou em rela&ccedil;&atilde;o a 2005, chegando a 16,7 milh&otilde;es de usu&aacute;rios. Na Venezuela, Uruguai e Paraguai, a taxa de usu&aacute;rios teve um aumento de mais de 50% em 2006. Na Nig&eacute;ria, o crescimento foi de 74% &#8211; o pa&iacute;s j&aacute; conta com 32 milh&otilde;es de usu&aacute;rios. <\/p>\n<p>Apesar do crescimento acelerado, a UIT destaca que a diferen&ccedil;a entre os pa&iacute;ses ricos epobres ainda &eacute; substancial. Nos 30 pa&iacute;ses mais ricos do planeta, onde est&atilde;o 18% da popula&ccedil;&atilde;o mundial, a taxa de penetra&ccedil;&atilde;o de celular &eacute; de 86% &#8211; ou seja, h&aacute; 86 celulares para cada 100 habitantes. Nos pa&iacute;ses emergentes, a taxa cai para 34%. Mas a situa&ccedil;&atilde;o mais cr&iacute;tica &eacute; dos pa&iacute;ses mais pobres, com uma taxa de penetra&ccedil;&atilde;o de apenas 8%. <\/p>\n<p>Uma situa&ccedil;&atilde;o similar &eacute; vista no que se refere &agrave; internet. Os grandes pa&iacute;ses emergentes continuam apresentando taxas elevadas de crescimento no uso da rede. O Brasil, por exemplo, j&aacute; &eacute; o 11&ordm; maior do mundo em banda larga, com 5,9 milh&otilde;es de usu&aacute;rios. No total, 17 em cada 100 brasileiros est&atilde;o conectados &agrave; Internet. Os l&iacute;deres no que se refere &agrave; banda larga s&atilde;o os americanos, com 58 milh&otilde;es de usu&aacute;rios, mas j&aacute; seguidos de perto pela China, com 50 milh&otilde;es. O Jap&atilde;o vem em terceiro lugar, com 25 milh&otilde;es de usu&aacute;rios de banda larga. <\/p>\n<p>O problema &eacute; que a &Aacute;frica, com 10% da popula&ccedil;&atilde;o mundial, representa apenas 0,1% dos usu&aacute;rios de banda larga no planeta, o que deixa claro a diferen&ccedil;a entre os pa&iacute;ses. Na &uacute;ltima d&eacute;cada, a taxa de penetra&ccedil;&atilde;o nos pa&iacute;ses emergentes vem crescendo a um ritmo de 56% ao ano. Ainda assim, apenas 10% da popula&ccedil;&atilde;o dessas economias est&aacute; conectada. J&aacute; nos pa&iacute;ses ricos, a taxa &eacute; superior a 50%. <\/p>\n<p>Para a UIT, j&aacute; est&aacute; na hora de os pa&iacute;ses emergentes se prepararem para a pr&oacute;xima fase do desenvolvimento da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o. O desafio ser&aacute;o de acompanhar a instala&ccedil;&atilde;o das redes da pr&oacute;xima gera&ccedil;&atilde;o (NGN, sigla em ingl&ecirc;s para next generation network). A tecnologia promete unir transmiss&atilde;o de dados, voz e v&iacute;deo em um &uacute;nico sistema. <\/p>\n<p>&#39;Trata-se do casamento entre telefonia fixa, celular, TV e internet&#39;, disse Susan Schorr, especialista da UIT. Segundo ela, &eacute; necess&aacute;rio que operadores e reguladores estejam prontos para atender &agrave;s exig&ecirc;ncias da nova tecnologia.Nos pa&iacute;ses ricos, converg&ecirc;ncia entre as tecnologias j&aacute; come&ccedil;ou e t&eacute;cnicos apontam que a migra&ccedil;&atilde;o pode estar conclu&iacute;da at&eacute; 2012. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"images\/stories\/politica_publicacoes\/c_normal_pq.png\" alt=\"Active Image\" width=\"15\" height=\"15\" \/>&nbsp;O Estado de S&atilde;o Paulo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil &eacute; o sexto maior mercado para celulares no mundo e os grandes pa&iacute;ses emergentes, como China, &Iacute;ndia e R&uacute;ssia, al&eacute;m do pr&oacute;prio Brasil, j&aacute; s&atilde;o os principais respons&aacute;veis pelo crescimento do setor de telecomunica&ccedil;&otilde;es no mundo. 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