{"id":19111,"date":"2007-09-03T11:28:11","date_gmt":"2007-09-03T11:28:11","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=19111"},"modified":"2007-09-03T11:28:11","modified_gmt":"2007-09-03T11:28:11","slug":"com-bndes-e-teles-cbc-discute-financiamento-da-producao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=19111","title":{"rendered":"Com BNDES e Teles, CBC discute financiamento da produ\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Come&ccedil;ou nesta sexta, 31, em S&atilde;o Roque (SP), a Reuni&atilde;o Extraordin&aacute;ria do Congresso Brasileiro de Cinema. &quot;Vivemos um momento de crise dos formatos existentes. &Eacute; hora de rediscutirmos os modelos. A discuss&atilde;o estimula a busca de novas alternativas&quot;, afirmou o presidente da entidade, Paulo Boccato, na abertura do evento.<\/p>\n<p>No primeiro painel, participaram BNDES, Rio Bravo e Ancine para discutir os modelos de financiamento. Segundo o gerente de investimentos em cultura do BNDES, Luiz Andr&eacute; S&aacute; d&#39;Oliveira, o edital do banco para investimentos em cinema atrav&eacute;s de mecanismos de incentivo est&aacute; em fase final de avalia&ccedil;&atilde;o e deve ser anunciado em breve. S&aacute; d&#39;Oliveira voltou a apresentar o Procult, programa de investimentos na ind&uacute;stria audiovisual, apontando que o banco aprovou a primeira opera&ccedil;&atilde;o destinada ao setor produtivo. A opera&ccedil;&atilde;o foi de desconto de contrato.<\/p>\n<p>Outra novidade do BNDES &eacute; que o banco deve ampliar o or&ccedil;amento anual destinado aos Funcines para R$ 25 milh&otilde;es. Atualmente, o banco investe em apenas um fundo, da Rio Bravo, R$ 7 milh&otilde;es. Segundo o gerente de investimentos em cultura do BNDES, est&aacute; em an&aacute;lise o investimento de R$ 8 milh&otilde;es em um Funcine. H&aacute; ainda o pedido de investimentos de outros seis fundos, o que totalizaria um investimento de R$ 40 milh&otilde;es.<\/p>\n<p>O gestor do funcine RB1 da Rio Bravo, Thierry Peronne, aposta em um aumento nos investimentos no fundos. Isso porque agora &eacute; permitido captar junto a pessoas f&iacute;sicas.<\/p>\n<p><strong>Fundo Setorial<\/p>\n<p><\/strong>Questionado sobre a possibilidade de usar recursos n&atilde;o reembols&aacute;veis do Fundo Setorial do Audiovisual no investimento em desenvolvimento de projetos audiovisuais, o diretor da Ancine Nilsion Rodrigues respondeu que &eacute; prov&aacute;vel. Os recursos n&atilde;o reembols&aacute;veis tamb&eacute;m devem ser utilizados na produ&ccedil;&atilde;o de projetos culturais. Contudo, Rodrigues esclareceu que a prioridade do fundo s&atilde;o os projetos retorn&aacute;veis. <\/p>\n<p><span class=\"titnews\"><strong>Teles participam de debate<br \/><\/strong><\/span><br \/>A participa&ccedil;&atilde;o da Vivo, Brasil Telecom e da associa&ccedil;&atilde;o Telebrasil foi o destaque da tarde desta sexta-feira, dia 31, no primeiro dia da reuni&atilde;o extraordin&aacute;ria do CBC (Congresso Brasileiro de Cinema), que acontece at&eacute; domingo em S&atilde;o Roque (SP). Trata-se de um evento que, at&eacute; ent&atilde;o, era exclusivo do setor de cinema e de profissionais do mundo audiovisual.<\/p>\n<p>As teles apresentaram aos produtores e distribuidores de audiovisual seus servi&ccedil;os de v&iacute;deo, avisando que est&atilde;o abertas a parcerias para a distribui&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos.<\/p>\n<p>Carlos Watanabe, diretor adjunto de desenvolvimento de neg&oacute;cios e v&iacute;deo comunica&ccedil;&atilde;o da Brasil Telecom, detalhou o servi&ccedil;o de video-on-demand que a operadora lan&ccedil;a em setembro em Bras&iacute;lia. Segundo ele, a tele est&aacute; em busca de conte&uacute;dos de todos os tipos, e o modelo de remunera&ccedil;&atilde;o ser&aacute; o de revenue share, ou seja, o produtor\/distribuidor fica com uma parte da receita cada vez que seu conte&uacute;do for assistido. Watanabe prev&ecirc; uma remunera&ccedil;&atilde;o aproximada de R$ 1,50 por exibi&ccedil;&atilde;o de um longa-metragem. &quot;&Eacute; mais, em m&eacute;dia, do que pagamos para os est&uacute;dios norte-americanos&quot;, contou.<\/p>\n<p>Evidentemente, as negocia&ccedil;&otilde;es com a majors s&atilde;o feitas em escalas maiores, atrav&eacute;s da DLA, que atua como broker da Brasil Telecom na aquisi&ccedil;&atilde;o de programa&ccedil;&atilde;o internacional.<\/p>\n<p><strong>Confedera&ccedil;&atilde;o<\/p>\n<p><\/strong>O superintendente executivo da associa&ccedil;&atilde;o Telebrasil, C&eacute;sar R&ocirc;mulo Silveira Neto, sugeriu aos produtores que criem uma federa&ccedil;&atilde;o, a exemplo do que j&aacute; existe na ind&uacute;stria de software, radiodifus&atilde;o e telecomunica&ccedil;&atilde;o, para compor uma Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Informa&ccedil;&atilde;o e Comunica&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Silveira Neto afirmou a este notici&aacute;rio que j&aacute; existem conversas entre as federa&ccedil;&otilde;es existentes, faltando apenas &quot;convergir em uma confedera&ccedil;&atilde;o&quot;. Para formar uma confedera&ccedil;&atilde;o, explica, s&atilde;o necess&aacute;rias tr&ecirc;s confedera&ccedil;&otilde;es. &quot;Queremos mais uma para que a confedera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o fique ref&eacute;m de nenhum dos setores participantes&quot;, afirmou.<\/p>\n<p>O executivo tamb&eacute;m informou que a Telebrasil quer fazer um Festival de Conte&uacute;do Multim&iacute;dia dentro de seu evento anual, que acontece em junho de 2008. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"images\/stories\/politica_publicacoes\/c_normal_pq.png\" alt=\"Active Image\" width=\"15\" height=\"15\" \/>&nbsp;TELA VIVA News<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Come&ccedil;ou nesta sexta, 31, em S&atilde;o Roque (SP), a Reuni&atilde;o Extraordin&aacute;ria do Congresso Brasileiro de Cinema. &quot;Vivemos um momento de crise dos formatos existentes. &Eacute; hora de rediscutirmos os modelos. 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