{"id":19089,"date":"2007-08-29T13:29:54","date_gmt":"2007-08-29T13:29:54","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=19089"},"modified":"2007-08-29T13:29:54","modified_gmt":"2007-08-29T13:29:54","slug":"pelo-menos-13-paises-censuram-a-internet-revela-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=19089","title":{"rendered":"Pelo menos 13 pa\u00edses censuram a Internet, revela pesquisa"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;Segundo uma pesquisa divulgada hoje pelo jornal franc&ecirc;s Le Monde, pelo menos 13 pa&iacute;ses exercem censura na internet com o objetivo de &#39;impedir a circula&ccedil;&atilde;o das id&eacute;ias, informa&ccedil;&otilde;es e correntes de pensamento independentes&#39;, embora isso nem sempre seja poss&iacute;vel. A lista publicada pelo di&aacute;rio menciona S&iacute;ria, Cuba, Bielo-R&uacute;ssia, Turcomenist&atilde;o, Uzbequist&atilde;o, China, Tun&iacute;sia, Egito, Ar&aacute;bia Saudita, Ir&atilde;, Birm&acirc;nia, Vietn&atilde; e Cor&eacute;ia do Norte. <\/p>\n<p>Em Pequim, 40 mil policiais foram destacados especificamente para monitorar os 162 milh&otilde;es de internautas e 20 milh&otilde;es de blogs existentes no pa&iacute;s. L&aacute;, os chamados &#39;ciberdissidentes&#39; podem ser punidos com severas penas, incluindo a pris&atilde;o. Atualmente, segundo o Le Monde, na China existem 52 internautas presos. Segundo dados fornecidos pela organiza&ccedil;&atilde;o Rep&oacute;rteres Sem Fronteiras, que defende a liberdade de imprensa e dos jornalistas, e difundidos pelo di&aacute;rio, a S&iacute;ria proibiu o acesso a sites da oposi&ccedil;&atilde;o e da comunidade curda. No Ir&atilde;, 10 milh&otilde;es de portais foram considerados &#39;imorais&#39;, entre eles aqueles vinculados aos direitos da mulher. Na Ar&aacute;bia Saudita, foram bloqueados os portais e blogs que falam de Israel, oposi&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e homossexualismo. O Egito, por sua vez, mant&eacute;m sob controle os sites dos irm&atilde;os mu&ccedil;ulmanos. No Uzbequist&atilde;o, a maioria dos portais independentes &eacute; bloqueada, principalmente os russos e aqueles vinculados aos direitos do homem. A China censura as p&aacute;ginas que cont&ecirc;m &#39;palavras-chave&#39; consideradas subversivas. Em Cuba, a conex&atilde;o privada de internet &eacute; rara; no Turcomenist&atilde;o, a web &eacute; censurada e proibida para a maioria da popula&ccedil;&atilde;o. Na Cor&eacute;ia do Norte, poucas pessoas t&ecirc;m acesso. <\/p>\n<p>Segundo o Le Monde, s&atilde;o diversas as t&eacute;cnicas usadas pelos &#39;regimes autorit&aacute;rios&#39; para controlar o acesso &agrave; internet, m&eacute;todo que ao que parece &eacute; abastecido pelas pr&oacute;prias empresas norte-americanas que criaram a rede e seus derivados, fornecendo tecnologias que asseguram seu controle. O &uacute;ltimo exemplo s&atilde;o os blogs chineses: a Yahoo e a Microsoft assinaram recentemente um pacto de autodisciplina com o compromisso de n&atilde;o difundir &#39;mensagens ilegais e err&ocirc;neas&#39; e proteger os interesses do Estado e dos usu&aacute;rios. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;Segundo uma pesquisa divulgada hoje pelo jornal franc&ecirc;s Le Monde, pelo menos 13 pa&iacute;ses exercem censura na internet com o objetivo de &#39;impedir a circula&ccedil;&atilde;o das id&eacute;ias, informa&ccedil;&otilde;es e correntes de pensamento independentes&#39;, embora isso nem sempre seja poss&iacute;vel. 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