{"id":18664,"date":"2007-07-04T16:09:41","date_gmt":"2007-07-04T16:09:41","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=18664"},"modified":"2007-07-04T16:09:41","modified_gmt":"2007-07-04T16:09:41","slug":"financiamento-coletivo-pode-ser-solucao-para-emissoras-pequenas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=18664","title":{"rendered":"Financiamento &#8220;coletivo&#8221; pode ser solu\u00e7\u00e3o para emissoras pequenas"},"content":{"rendered":"<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>A apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas coletivas para financiamento de projetos de TV digital pode ser a solu&ccedil;&atilde;o para emissoras que tenham dificuldade de ter seu cr&eacute;dito aprovado junto ao BNDES. A id&eacute;ia foi levantada pelo diretor da Abert (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Emissoras de R&aacute;dio e Televis&atilde;o) Fl&aacute;vio Cavalcanti Jr, durante evento promovido pelo banco para discutir seu programa de fomento &agrave; TV digital, o ProTVD. Cavalcanti sugeriu que as cabe&ccedil;as de rede se juntem a algumas afiliadas e apresentem pedidos em conjunto, em vez de cada emissora procurar o banco separadamente. O chefe do departamento de ind&uacute;stria eletr&ocirc;nica do BNDES, Maur&iacute;cio Neves, disse que n&atilde;o h&aacute; problema nenhum, desde que a cabe&ccedil;a de rede assuma o risco pelas suas afiliadas.<\/p>\n<p><\/span><span>No ProTVD, os projetos apresentados diretamente ao BDNES por radiodifusores para a aquisi&ccedil;&atilde;o de equipamentos precisam ter um valor m&iacute;nimo de R$ 5 milh&otilde;es. T&eacute;cnicos do banco fazem uma an&aacute;lise de cr&eacute;dito da empresa solicitante a partir de seus tr&ecirc;s &uacute;ltimos balan&ccedil;os. Se a empresa n&atilde;o atingir um rating m&iacute;nimo exigido, o BNDES n&atilde;o pode financiar o projeto diretamente. Segundo Jakson Sosa, diretor executivo do Grupo RF e um dos conselheiros do F&oacute;rum Brasileiro de TV Digital, algumas emissoras estariam vivendo esse problema de n&atilde;o ter atingido o rating m&iacute;nimo para o empr&eacute;stimo. &ldquo;As empresas n&atilde;o est&atilde;o capitalizadas para investir em t&atilde;o curto espa&ccedil;o de tempo. Temos que investir nos pr&oacute;ximos dez anos o que investimos nos &uacute;ltimos 50&rdquo;, criticou. Sosa sugeriu durante o encontro que o BNDES flexibilizasse a exig&ecirc;ncia do rating em troca de novas garantias, como receb&iacute;veis. O banco, entretanto, deixou claro que, quanto ao rating, n&atilde;o h&aacute; como flexibilizar. Neves, do BNDES, aconselhou essas empresas a trocarem a benefici&aacute;ria em seus projetos: &ldquo;&Agrave;s vezes uma empresa de leasing de equipamentos, por exemplo, tem o rating melhor que a emissora&rdquo;.<\/p>\n<p><\/span><span><strong>Transmissores<\/p>\n<p><\/strong><\/span><span>Alguns representantes de emissoras presentes no evento questionaram a decis&atilde;o do BNDES de n&atilde;o financiar a compra de equipamentos de transmiss&atilde;o de TV digital de alta pot&ecirc;ncia apesar de n&atilde;o haver similares nacionais. O executivo de uma emissora de m&eacute;dio porte do sudeste que preferiu n&atilde;o se identificar reclamou ao TELA VIVA NEWS que o programa do BNDES n&atilde;o contempla empresas como a sua. &ldquo;As pequenas emissoras podem comprar antenas de baixa pot&ecirc;ncia fabricadas no Brasil com financiamento do banco. As grandes emissoras t&ecirc;m dinheiro para importar. Mas e as de porte m&eacute;dio?&rdquo;, questionou o executivo.<\/p>\n<p><\/span><span>Neves, do BNDES, explicou que a op&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o financiar transmissores importados foi tomada na esperan&ccedil;a de incentivar o surgimento dessa ind&uacute;stria no Brasil. Um representante do fabricante nacional Linear aproveitou a discuss&atilde;o para informar que sua empresa j&aacute; produz equipamentos de transmiss&atilde;o de TV digital com pot&ecirc;ncia de 7,5 kW.<\/p>\n<p><\/span><span><strong>Juros<\/p>\n<p><\/strong><\/span><span>O BNDES anunciou a redu&ccedil;&atilde;o de 6% para 4,5% ao ano o spread b&aacute;sico que ser&aacute; cobrado no financiamento a projetos de pesquisa e desenvolvimento em TV digital. H&aacute; ainda a cobran&ccedil;a de um spread de risco que varia de 0,8% a 1,8%, como em qualquer outro empr&eacute;stimo feito pelo banco. &ldquo;Isso est&aacute; abaixo do nosso custo de capta&ccedil;&atilde;o, mas entendemos que vale a pena para fomentar a ind&uacute;stria nacional&rdquo;, explicou a gerente do departamento de ind&uacute;stria eletr&ocirc;nica do BNDES, Regina Gutierrez. O banco financia diretamente projetos de pesquisa e desenvolvimento em TV digital a partir de R$ 400 mil. Garantias reais s&atilde;o dispensadas para tais projetos, desde que seu valor seja de at&eacute; R$ 10 milh&otilde;es. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"images\/stories\/politica_publicacoes\/c_normal_pq.png\" alt=\"Active Image\" width=\"15\" height=\"15\" \/>&nbsp;publica&ccedil;&atilde;o autorizada.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas coletivas para financiamento de projetos de TV digital pode ser a solu&ccedil;&atilde;o para emissoras que tenham dificuldade de ter seu cr&eacute;dito aprovado junto ao BNDES. 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