{"id":18329,"date":"2007-05-08T09:33:04","date_gmt":"2007-05-08T09:33:04","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=18329"},"modified":"2007-05-08T09:33:04","modified_gmt":"2007-05-08T09:33:04","slug":"expectativa-cerca-forum-de-tvs-publicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=18329","title":{"rendered":"Expectativa cerca F\u00f3rum de TVs P\u00fablicas"},"content":{"rendered":"<p><span>Cercado de expectativa, come&ccedil;a nesta ter&ccedil;a-feira (8\/5), em Bras&iacute;lia, o I F&oacute;rum Nacional de TVs P&uacute;blicas, evento promovido pelo Minist&eacute;rio da Cultura, Radiobr&aacute;s, TVE, Casa Civil e Secretaria Geral da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, com o apoio das associa&ccedil;&otilde;es das emissoras do campo p&uacute;blico (comunit&aacute;rias, universit&aacute;rias, p&uacute;blicas e estatais) e de organiza&ccedil;&otilde;es da sociedade civil.<\/span><span>&nbsp;<\/p>\n<p><\/span><span>&Aacute;pice de um processo iniciado em 2006 com os trabalhos de sete grupos tem&aacute;ticos (financiamento; legisla&ccedil;&atilde;o e marcos regulat&oacute;rios; miss&atilde;o e finalidade; configura&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica e institucional; tecnologia e infra-estrutura; programa&ccedil;&atilde;o e modelo de neg&oacute;cios; migra&ccedil;&atilde;o digital), que discutiram e apontaram os princ&iacute;pios a serem considerados pelo governo, o f&oacute;rum nasceu para enfrentar um dos principais desafios do Brasil no campo das comunica&ccedil;&otilde;es: a institui&ccedil;&atilde;o, na pr&aacute;tica, do que determina o Art. 223 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, ou seja, a complementariedade dos sistemas p&uacute;blico, privado e estatal na radiodifus&atilde;o brasileira.<\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>Em um ambiente onde as emissoras privadas s&atilde;o hegem&ocirc;nicas, a fase final do f&oacute;rum deve necessariamente debru&ccedil;ar-se n&atilde;o s&oacute; em como o Estado brasileiro ir&aacute; fortalecer as emissoras diretamente controladas pelo Estado (do Legislativo, Judici&aacute;rio e Executivo), mas principalmente em como ir&aacute; efetivar um Sistema P&uacute;blico de Radiodifus&atilde;o, n&atilde;o-comercial e n&atilde;o-estatal, ou seja, aut&ocirc;nomo em rela&ccedil;&atilde;o aos governos e ao mercado. Incluem-se neste perfil de emissoras, al&eacute;m da TVs p&uacute;blicas propriamente ditas, tamb&eacute;m as do chamado &ldquo;campo p&uacute;blico&rdquo;, como as tev&ecirc;s universit&aacute;rias e comunit&aacute;rias. <\/span><\/p>\n<p><span>&nbsp;<\/span> <\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>Para os idealizadores do f&oacute;rum, que ter&aacute; aproximadamente 600 participantes, a iniciativa j&aacute; pode ser considerada uma conquista. Segundo Jos&eacute; Roberto Garcez, presidente da Radiobr&aacute;s, &ldquo;apenas o processo de aproxima&ccedil;&atilde;o entre as entidades do campo p&uacute;blico de televis&atilde;o e o ac&uacute;mulo retratado nos dois cadernos de debates j&aacute; publicados significam um grande avan&ccedil;o. O f&oacute;rum servir&aacute; para aproximar ainda mais outros setores envolvidos com a televis&atilde;o p&uacute;blica no Brasil e aprofundar as propostas para a elabora&ccedil;&atilde;o de um plano de trabalho&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><strong><span>Os desafios do f&oacute;rum<\/span> <\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>A expectativa do professor Ven&iacute;cio Lima, pesquisador do N&uacute;cleo de Estudos de M&iacute;dia e Pol&iacute;tica da Universidade de Bras&iacute;lia (UnB), entretanto, vai al&eacute;m. Lima defende que o encontro de quatro dias seja um espa&ccedil;o de reflex&atilde;o sobre o campo p&uacute;blico, mas que tamb&eacute;m produza propostas que influenciem os debates que est&atilde;o acontecendo no &acirc;mbito do grupo de trabalho criado na Secretaria de Comunica&ccedil;&atilde;o Social pelo ministro Franklin Martins. &ldquo;N&atilde;o faz sentido esta comiss&atilde;o entregar um relat&oacute;rio que n&atilde;o leve em conta este processo&rdquo;, afirma, ressaltando que o grupo formado por Martins teria 30 dias para apresentar uma proposta, prazo que coincide com a data de realiza&ccedil;&atilde;o do f&oacute;rum. <\/span><\/p>\n<p><span>&nbsp;<\/span> <\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>O presidente da Radiobr&aacute;s, por&eacute;m, esclarece que o grupo de trabalho deve apresentar neste primeiro momento propostas b&aacute;sicas para quest&otilde;es de gest&atilde;o, financiamento e modelo de rede, mas &ldquo;a partir dessa proposta, devemos estabelecer uma discuss&atilde;o ampla, levando em conta os debates proporcionados pelo F&oacute;rum de TVs P&uacute;blicas, at&eacute; a defini&ccedil;&atilde;o de um modelo que atenda efetivamente as necessidades da popula&ccedil;&atilde;o brasileira de contar com uma rede efetivamente p&uacute;blica de televis&atilde;o&rdquo;, diz Garcez.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>Na mesma dire&ccedil;&atilde;o, o professor Laurindo Leal Filho, da Escola de Comunica&ccedil;&atilde;o e Artes da Universidade de S&atilde;o Paulo acredita que haver&aacute; uma inter-rela&ccedil;&atilde;o entre o grupo de trabalho e o f&oacute;rum. &ldquo;O encontro vai coincidir com os primeiros 30 dias em que est&atilde;o sendo decididas, pelo grupo formado na secretaria, quest&otilde;es-chave como financiamento, controle e rede. Depois, haver&aacute; mais 60 dias de prazo at&eacute; a elabora&ccedil;&atilde;o do decreto. A expectativa &eacute; de que o f&oacute;rum contribua para a reda&ccedil;&atilde;o do decreto&rdquo;, afirma Lalo.<\/span><\/p>\n<p><span>&nbsp;<\/span> <\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>Uma das organiza&ccedil;&otilde;es da sociedade civil que participa do processo desde 2006, o Intervozes &#8211; Coletivo Brasil de Comunica&ccedil;&atilde;o Social, ressalta que o f&oacute;rum &eacute; o ambiente ideal para buscar uma defini&ccedil;&atilde;o consensual do significado do termo &ldquo;p&uacute;blico&rdquo;. &ldquo;Quando o ministro H&eacute;lio Costa afirmou que ter&iacute;amos uma TV &lsquo;p&uacute;blica do Executivo&rsquo;, causou uma confus&atilde;o conceitual que precisa ser desfeita definitivamente. Afinal, televis&atilde;o estatal, de governos, dos legislativos ou do Judici&aacute;rio, &eacute; uma coisa. Televis&atilde;o p&uacute;blica, controlada pela sociedade, &eacute; outra&rdquo;, afirma Jonas Valente, membro da organiza&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p><span>&nbsp;<\/span> <\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>Gabriel Priolli, presidente da ABTU &#8211; Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Televis&atilde;o Universit&aacute;ria, aponta quest&atilde;o semelhante: &ldquo;Ainda existem muitos pontos que precisam ser esclarecidos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; rede p&uacute;blica de TV anunciada pelo governo. O primeiro desafio, que &eacute; tamb&eacute;m demanda do f&oacute;rum, &eacute; separar conceitualmente o que &eacute; TV estatal e o que &eacute; TV p&uacute;blica, como manda o Artigo 223 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal. Depois isso precisa ser formalizado, transformado em lei espec&iacute;fica. O governo precisa decidir se a proposta que est&aacute; apresentando &eacute; de uma rede estatal ou de uma rede efetivamente p&uacute;blica&rdquo;. <\/span><\/p>\n<p><span><br \/><strong>Al&eacute;m de uma rede p&uacute;blica?<\/strong><\/span><span> <\/p>\n<p><\/span><span>A avalia&ccedil;&atilde;o de organiza&ccedil;&otilde;es da sociedade civil como o Intervozes &eacute; de que o ideal seria que o f&oacute;rum introduzisse uma discuss&atilde;o mais ampla sobre outras m&iacute;dias, evoluindo do debate sobre uma rede televis&atilde;o para a de um sistema p&uacute;blico de comunica&ccedil;&atilde;o, que seja discutido em uma Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&otilde;es, que envolva outros setores da sociedade civil.<\/span> <\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>Para Garcez, da Radiobr&aacute;s, as principais respostas que o grupo de trabalho designado pelo presidente Lula e coordenado pelo ministro Franklin Martins deve dar est&atilde;o relacionadas a este debate. &ldquo;O importante &eacute; que, pela primeira vez, se discute a necessidade de adotar o princ&iacute;pio constitucional (da complementaridade dos sistemas)&quot;, diz. <\/span><\/p>\n<p><span>&nbsp;<\/span> <\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>N&atilde;o h&aacute;, entre os participantes do f&oacute;rum, entretanto, a inten&ccedil;&atilde;o de negar a comunica&ccedil;&atilde;o direta do Estado com os cidad&atilde;os, como exp&otilde;e Priolli: &ldquo;Os tr&ecirc;s sistemas devem coexistir, como diz a Constitui&ccedil;&atilde;o. O Estado tamb&eacute;m precisa se comunicar com a sociedade atrav&eacute;s da televis&atilde;o. Mas a rede p&uacute;blica precisa ser controlada pela sociedade, com conselho gestor formado pela sociedade, onde o governo tamb&eacute;m poder&aacute; participar, mas sem maioria&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span>&nbsp;<\/span> <\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>Outro debate fundamental que deve acompanhar as discuss&otilde;es do f&oacute;rum &eacute; sobre como ser&aacute; formada a rede p&uacute;blica de televis&atilde;o. Se a proposta de cria&ccedil;&atilde;o da rede tem ades&atilde;o geral, h&aacute; diferen&ccedil;as sobre como ela deve nascer. Para Laurindo Leal Filho, por exemplo, &ldquo;o ideal seria a cria&ccedil;&atilde;o de uma nova rede de televis&atilde;o, de abrang&ecirc;ncia nacional, forte, que fa&ccedil;a frente &agrave;s redes comerciais e que aproveite, de alguma forma, a produ&ccedil;&atilde;o das emissoras j&aacute; existentes, desde que esta programa&ccedil;&atilde;o seja compat&iacute;vel com a grade nacional&rdquo;, explica.<\/span><\/p>\n<p><span>&nbsp;<\/span> <\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>J&aacute; a ABTU, pondera, e afirma que a nova rede p&uacute;blica s&oacute; ter&aacute; possibilidade de se constituir sobre uma rede j&aacute; existente de canais. &ldquo;Ser&aacute; preciso um grande esfor&ccedil;o coletivo de v&aacute;rios canais e dos v&aacute;rios governos estaduais&rdquo;, afirma Priolli.<\/span><\/p>\n<p><span>&nbsp;<\/span> <\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>Por parte do governo, a estrat&eacute;gia ainda est&aacute; indefinida. Garcez explica que &ldquo;a realidade brasileira imp&otilde;e a constru&ccedil;&atilde;o de modelo que leve em conta a extrema diversidade e as condi&ccedil;&otilde;es j&aacute; instaladas. N&atilde;o frutificar&aacute; um projeto que imponha um modelo de cima para baixo. J&aacute; existe no Brasil um conjunto de emissoras p&uacute;blicas de v&aacute;rios tipos que n&atilde;o podem ser ignoradas ou desprezadas. Elas representam a diversidade brasileira em todas as regi&otilde;es, mas ser&aacute; preciso tamb&eacute;m criar condi&ccedil;&otilde;es de produ&ccedil;&atilde;o para quem mais atores entrem em cena&rdquo;, diz.<\/span><\/p>\n<p><strong><span>O embri&atilde;o da rede e a quest&atilde;o do financiamento<\/span> <\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>Al&eacute;m da garantia de autonomia em rela&ccedil;&atilde;o ao Estado e ao mercado, outro desafio &eacute; apontar as formas de financiamento, tanto da nova rede de televis&atilde;o quanto das emissoras do campo p&uacute;blico, especialmente as comunit&aacute;rias e universit&aacute;rias. Para Leal Filho, a aplica&ccedil;&atilde;o de recursos do governo federal nas emissoras j&aacute; existentes &eacute; insuficiente e incompat&iacute;vel com a cria&ccedil;&atilde;o de uma rede nacional. &ldquo;Estas emissoras t&ecirc;m atua&ccedil;&atilde;o fragmentada. &Eacute; jur&iacute;dica e politicamente invi&aacute;vel constituir uma rede aproveitando s&oacute; o que j&aacute; existe hoje&rdquo;, diz. &ldquo;Os recursos do governo federal devem ser canalizados na constru&ccedil;&atilde;o de uma nova rede nacional de TV, competitiva, n&atilde;o s&oacute; para fazer n&uacute;mero e dizer que existe. Precisa ter audi&ecirc;ncia, um outro patamar de qualidade&rdquo;, conclui.<\/span><\/p>\n<p><span>&nbsp;<\/span> <\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>A quest&atilde;o do financiamento &eacute; exatamente um dos tr&ecirc;s eixos sobre os quais o grupo de trabalho criado pelo governo est&aacute; debru&ccedil;ado. &ldquo;Mas j&aacute; existe a determina&ccedil;&atilde;o de que essa rede p&uacute;blica n&atilde;o pode copiar os modelos de financiamento das emissoras privadas, pois isso afetaria o resultado final que deve ser uma programa&ccedil;&atilde;o desvinculada de interesses comerciais&rdquo;, informa Garcez. <\/span><\/p>\n<p><span>&nbsp;<\/span> <\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>Sobre a utiliza&ccedil;&atilde;o das estruturas de TVE e Radiobr&aacute;s, Garcez &eacute; categ&oacute;rico: &ldquo;N&atilde;o poderia ser diferente. Precisamos integrar as emissoras do governo federal para dar exemplo de racionalidade dos gastos p&uacute;blicos. As estruturas de programa&ccedil;&atilde;o e administrativa das duas institui&ccedil;&otilde;es precisam se aproximar e abranger a participa&ccedil;&atilde;o da sociedade na defini&ccedil;&atilde;o das diretrizes estrat&eacute;gicas das emissoras&rdquo;, completa.<\/span><\/p>\n<p><span>&nbsp;<\/span> <\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>Valente, do Intervozes, tamb&eacute;m defende a possibilidade de aproveitar as estruturas das emissoras j&aacute; existentes, mas ressalta o dilema: &ldquo;estas estruturas ser&atilde;o usadas para uma rede de emissoras p&uacute;blicas efetivas ou para um canal comandado pelo Executivo? Defendemos que seja para a primeira op&ccedil;&atilde;o e temos a convic&ccedil;&atilde;o de que ser&aacute; um desperd&iacute;cio n&atilde;o aproveitar o momento para criar o embri&atilde;o de um Sistema P&uacute;blico de Comunica&ccedil;&otilde;es&rdquo;. Priolli, da ABTU, concorda: &ldquo;Esta &eacute; a melhor oportunidade que temos em d&eacute;cadas para discutir a televis&atilde;o p&uacute;blica. O F&oacute;rum &eacute; uma esp&eacute;cie de Constituinte da TV p&uacute;blica brasileira. Ser&aacute; uma oportunidade de redefinir tudo, de estabelecer par&acirc;metros para que a partir da&iacute; tenhamos pol&iacute;ticas p&uacute;blicas efetivas para o setor&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span>&nbsp;<\/span> <\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>Mas, se a expectativa &eacute; grande e os desafios s&atilde;o muitos, entre os participantes do F&oacute;rum impera a certeza de que a iniciativa se tornou um momento de extrema relev&acirc;ncia para os que defendem a democratiza&ccedil;&atilde;o das Comunica&ccedil;&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p><span>&nbsp;<\/span> <\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>*<\/span><\/p>\n<p><span>&nbsp;<\/span> <\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span>Este Observat&oacute;rio estar&aacute; presente em Bras&iacute;lia nos quatros dias do I F&oacute;rum Nacional de TVs P&uacute;blicas e far&aacute; uma cobertura di&aacute;ria dos debates. Acompanhe.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\" class=\"MsoNormal\"><span><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"images\/stories\/politica_publicacoes\/c_invertido_pq.png\" alt=\"Active Image\" width=\"15\" height=\"15\" \/><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cercado de expectativas e desafios, come\u00e7a nesta ter\u00e7a-feira (8\/5), em Bras\u00edlia, o I F\u00f3rum Nacional de TVs P\u00fablicas, evento promovido pelo governo federal com o apoio das associa\u00e7\u00f5es das emissoras do campo p\u00fablico e de organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[40],"tags":[222],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/18329"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=18329"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/18329\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=18329"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=18329"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=18329"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}