{"id":18321,"date":"2007-05-07T13:07:48","date_gmt":"2007-05-07T13:07:48","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=18321"},"modified":"2015-08-30T01:36:03","modified_gmt":"2015-08-30T01:36:03","slug":"cade-aprova-nova-proposta-para-fim-de-exclusividade-nos-canais-globosat","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=18321","title":{"rendered":"CADE aprova nova proposta para fim de exclusividade nos canais Globosat"},"content":{"rendered":"<p align=\"justify\">O Conselho Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica (CADE) aprovou no final de fevereiro de 2007 mudan&ccedil;as no acordo firmado com a Globosat em maio de 2006, em que a programadora se compromete a comercializar, de forma n&atilde;o discriminat&oacute;ria, seus canais com as operadoras n&atilde;o afiliadas do sistema NET. <\/p>\n<p align=\"justify\">Essas mudan&ccedil;as foram motivadas por uma reclama&ccedil;&atilde;o da Associa&ccedil;&atilde;o NeoTV (associa&ccedil;&atilde;o que re&uacute;ne 59 operadoras de TV por assinatura n&atilde;o afiliadas a NET) ao Cade, em setembro de 2006, questionando a continuidade do tratamento n&atilde;o ison&ocirc;mico da Globosat na venda dos canais, mesmo depois de ter assinado o Termo de Cess&atilde;o de Conduta (TCC), em maio do mesmo ano.<\/p>\n<p align=\"justify\">A nova proposta traz um maior detalhamento das condi&ccedil;&otilde;es para comercializa&ccedil;&atilde;o dos pacotes da Globosat com as operadoras:<\/p>\n<p align=\"justify\"><em>&#8211; Pacotes<\/em> <\/p>\n<p align=\"justify\">Pela proposta anterior, a Globosat disponibilizaria um pacote &uacute;nico com cinco canais (SporTV, SporTV2, GNT, Globonews e Multishow) para ser comercializado pelas operadoras n&atilde;o afiliadas. Na nova proposta, ser&atilde;o disponibilizados dois tipos de pacotes, iguais aos oferecidos &agrave;s operadoras da NET. O b&aacute;sico, com os cinco canais e o chamado &ldquo;minib&aacute;sico&rdquo;, contendo apenas Multishow e Globonews. Por&eacute;m, a oferta do pacote &ldquo;minib&aacute;sico&rdquo; dever&aacute; se restringir a 20% da base de assinantes de cada operadora.<\/p>\n<p align=\"justify\"><em>&#8211; Car&ecirc;ncia<\/em><\/p>\n<p align=\"justify\">A Globosat vinha utilizando uma tabela na qual os valores dos pacotes variavam conforme o grau de penetra&ccedil;&atilde;o em cada operadora. Com isso, onde a venda de pacotes Globosat era menor, os valores cobrados eram maiores. A NeoTV questionou esta regra, argumentando que ela impediria que as operadoras conseguissem oferecer os canais Globosat em seus pacotes praticando pre&ccedil;os competitivos, e que por isso nunca alcan&ccedil;ariam o patamar necess&aacute;rio para obter taxas mais compat&iacute;veis.<\/p>\n<p align=\"justify\">Pela nova proposta, a Globosat se comprometeu a dar um ano de car&ecirc;ncia para os contratos de compra de conte&uacute;do com validade de cinco anos, praticando pre&ccedil;os equivalentes ao maior grau de penetra&ccedil;&atilde;o, com maior faixa de desconto. Ao t&eacute;rmino da car&ecirc;ncia, as regras de pre&ccedil;os de acordo com o grau de penetra&ccedil;&atilde;o voltam a vigorar.<\/p>\n<p align=\"justify\"><em>&#8211; Clientes n&atilde;o residenciais<\/em><\/p>\n<p align=\"justify\">No novo acordo a Globosat aceita que as operadoras n&atilde;o afiliadas &agrave; NET comercializem as duas modalidades de pacote com clientes n&atilde;o residenciais. Com isso, bares, restaurantes, hot&eacute;is e afins poder&atilde;o ter acesso aos canais Globosat, mesmo que n&atilde;o sejam assinantes da Net.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Antecedentes&#8230;<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">O Termo de Cess&atilde;o de Conduta (TCC) assinado pela Globosat em 2006 foi resultado de um processo administrativo movido pela NeoTV contra empresas das Organiza&ccedil;&otilde;es Globo, por suas pr&aacute;ticas anticompetitivas, ao manter a exclusividade dos canais SporTV e SporTV2 para seus afiliados e n&atilde;o comercializar as transmiss&otilde;es esportivas com as demais operadoras.<\/p>\n<p align=\"justify\">Esse fato marcou o rompimento com a pol&iacute;tica de exclusividade de canais, praticada no mercado de TV por assinatura no Brasil desde o seu surgimento. <\/p>\n<p style=\"line-height: 0.53cm; font-family: Verdana; text-align: justify\" align=\"justify\">&gt;&gt; Sobre esse fato, leia o Boletim Prometheus de 20 de junho de 2006, Especial &ndash; TV por assinatura: &ldquo;A bipolaridade e a pol&iacute;tica de exclusividade&rdquo; e &ldquo;Globosat aceita flexibilizar exclusividade para n&atilde;o ser punida pelo Cade&rdquo;, dispon&iacute;veis <a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=17934\" target=\"_blank\">clicando aqui<\/a>.<\/p>\n<p style=\"line-height: 0.53cm; font-family: Verdana; text-align: justify\" align=\"justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"line-height: 0.53cm; font-family: Verdana; text-align: justify\" align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"images\/stories\/politica_publicacoes\/c_invertido_pq.png\" alt=\"Sample Image\" width=\"15\" height=\"15\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Conselho Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica (CADE) aprovou no final de fevereiro de 2007 mudan&ccedil;as no acordo firmado com a Globosat em maio de 2006, em que a programadora se compromete a comercializar, de forma n&atilde;o discriminat&oacute;ria, seus canais com as operadoras n&atilde;o afiliadas do sistema NET. 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