{"id":18245,"date":"2007-04-24T13:46:10","date_gmt":"2007-04-24T13:46:10","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=18245"},"modified":"2007-04-24T13:46:10","modified_gmt":"2007-04-24T13:46:10","slug":"a-digitalizacao-das-ondas-do-radio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=18245","title":{"rendered":"A digitaliza\u00e7\u00e3o das ondas do r\u00e1dio"},"content":{"rendered":"<p><span>No dia 7 de setembro de 1922, nas comemora&ccedil;&otilde;es do centen&aacute;rio do anivers&aacute;rio da independ&ecirc;ncia brasileira, os cariocas ouviram pela primeira vez, com certo espanto, o r&aacute;dio. Foi a primeira vez que uma transmiss&atilde;o deste, ent&atilde;o novo, ve&iacute;culo de comunica&ccedil;&atilde;o foi feita na terra do cruzeiro do sul.<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>O entusiasmo s&oacute; n&atilde;o foi maior por que chiados em demasia atravessavam-se diante da voz empolada do presidente da Rep&uacute;blica, Epit&aacute;cio Pessoa, que discursava. Discurso &agrave; parte, coube mesmo ao pioneiro Edgar Roquette Pinto, em 1923, a inaugura&ccedil;&atilde;o da primeira esta&ccedil;&atilde;o de r&aacute;dio do Brasil. Tratava-se de emissora Sociedade, do Rio de Janeiro.<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>A partir de ent&atilde;o, o r&aacute;dio popularizou-se assustadoramente, tornando-se um dos mais capilares ve&iacute;culos de comunica&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s. Hoje, para se instalar uma emissora de baixa pot&ecirc;ncia, bastam R$ 5 mil em equipamentos (M&iacute;dia com democracia, 2006). Mas a evolu&ccedil;&atilde;o do meio n&atilde;o parou a&iacute;. Assim como a televis&atilde;o, o r&aacute;dio tamb&eacute;m ir&aacute; metamorfosear-se com a era digital, ganhando em qualidade e em possibilidades de transmiss&atilde;o.<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span><strong>Custo alto<\/strong><\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>Com o advento do r&aacute;dio digital, as principais novidades ser&atilde;o: a agrega&ccedil;&atilde;o de componentes de interatividade, a possibilidade da transmiss&atilde;o de mais de um programa simultaneamente (revista Fonte, 2005), a melhoria significativa na qualidade do som, concedendo &agrave;s esta&ccedil;&otilde;es AM a qualidade de som equivalente &agrave;s esta&ccedil;&otilde;es FM atuais, e &agrave;s FM, som com qualidade de CD (RAB&Ecirc;LO), o fim das interfer&ecirc;ncias na transmiss&atilde;o das emissoras AM e a converg&ecirc;ncia de m&iacute;dias &ndash; o que possibilitar&aacute; a transmiss&atilde;o de textos e imagens, visualizados por meio de uma tela no aparelho de r&aacute;dio digital (MASCARENHAS). H&aacute; tamb&eacute;m a possibilidade da amplia&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de emissoras.<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>Como se v&ecirc;, as mudan&ccedil;as prometem reavivar o entusiasmo em torno do r&aacute;dio. Todavia, para se ter acesso a tais melhorias n&atilde;o basta esperar a convers&atilde;o do sistema anal&oacute;gico (atual) para o digital. O ouvinte ter&aacute; que arcar com a compra de um aparelho de som compat&iacute;vel com a tecnologia digital. Caso contr&aacute;rio, n&atilde;o conseguir&aacute; observar diferen&ccedil;a alguma. E, pelo menos por enquanto, seu pre&ccedil;o n&atilde;o deve ser nada democr&aacute;tico. Embora sem valores consolidados, &eacute; poss&iacute;vel estim&aacute;-los entre R$ 700 e R$ 1 000 &ndash; para os aparelhos fixos &ndash; e entre R$ 550 e R$ 700 para aparelhos automotivos (RAB&Ecirc;LO).<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>As emissoras de r&aacute;dio tamb&eacute;m pagar&atilde;o caro, literalmente, pela convers&atilde;o da tecnologia. A adapta&ccedil;&atilde;o ao sistema digital vai requerer a compra de equipamentos, tais como novos transmissores e adaptadores de transmissores anal&oacute;gicos (revista Fonte, 2005). Diante do custo elevado, o governo acena com a possibilidade de desenvolver a&ccedil;&otilde;es visando ao barateamento do processo.<\/span><span>&nbsp;<\/p>\n<p><\/span><strong><span>Testes<\/span><span>&nbsp;<\/span><\/strong><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>Os custos aos radiodifusores e ouvintes n&atilde;o s&atilde;o &agrave;s &uacute;nicas barreiras para que os brasileiros possam sair escutando o t&atilde;o propalado r&aacute;dio digital. Ainda h&aacute; a escolha do padr&atilde;o a ser adotado no pa&iacute;s. Existem quatro cons&oacute;rcios internacionais distintos sedentos por abiscoitar a prefer&ecirc;ncia nacional. S&atilde;o eles: o Iboc (In-Band On-Channel), oriundo dos Estados Unidos; o DAB Eureka (Digital Audio Broadcasting) e o DRM, (Digital Radio Mondiale), ambos europeus, e, finalmente, o ISDB-TSB (Integrated Services Digital Broadcasting &ndash; Terrestrial), do Jap&atilde;o.<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>Embora estejamos aparentemente bem servidos de op&ccedil;&otilde;es, somente dois desses padr&otilde;es foram aprovados pela Uni&atilde;o Internacional de Telecomunica&ccedil;&otilde;es, UIT: o Iboc e o DRM (ZORNITTA e JUNIA). &Eacute; justamente entre os dois que o debate em torno da escolha do padr&atilde;o a ser adotado no Brasil, vem se intensificando.<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>Diante dessa dupla possibilidade, o melhor a se fazer, deduz-se, &eacute; testar. E, de fato, &eacute; o que vem sendo feito. Desde setembro de 2005, a Ag&ecirc;ncia Nacional de Telecomunica&ccedil;&otilde;es, Anatel, passou a conceder autoriza&ccedil;&otilde;es para interessados em p&ocirc;r &agrave; prova o novo sistema (M&iacute;dia com democracia, 2006), por meio de concess&otilde;es provis&oacute;rias de seis meses, com possibilidade de prorroga&ccedil;&atilde;o. Os t<\/p>\n<p>estes devem se restringir &agrave;s regi&otilde;es metropolitanas de S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro, Bras&iacute;lia, Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba (RAMOS).<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<span>Oficialmente, o prop&oacute;sito dos testes contempla a avalia&ccedil;&atilde;o do desempenho do sistema no tocante &agrave; qualidade do &aacute;udio, &agrave; &aacute;rea de cobertura e ao vigor diante de ru&iacute;dos e interfer&ecirc;ncias, dentre outros pontos declarados (Anatel).<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<br \/><span><br \/><strong>O padr&atilde;o Iboc<\/strong><\/span><span><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><span>&nbsp;<\/p>\n<p><\/span>&nbsp;<span>Embora estejamos apenas na fase de testes, j&aacute; &eacute; claramente percept&iacute;vel a prefer&ecirc;ncia do setor privado da radiodifus&atilde;o nacional pelo padr&atilde;o norte-americano, o Iboc. As r&aacute;dios Excelsior FM; Bandeirantes, de S&atilde;o Paulo; e Ga&uacute;cha, de Porto Alegre, s&atilde;o exemplos de emissoras que est&atilde;o realizando testes com o padr&atilde;o Iboc. Em contrapartida, apenas a r&aacute;dio da Faculdade de Tecnologia da UnB, de Bras&iacute;lia, e a Radiobr&aacute;s, ambas p&uacute;blicas, est&atilde;o conduzindo testes com o padr&atilde;o DRM. As demais op&ccedil;&otilde;es seguem ignoradas, inclusive a DAB Eureka, cujo &ocirc;nus para viabiliza&ccedil;&atilde;o &eacute; considerado demasiado (Anatel).<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<br \/><\/span><span><br \/>O padr&atilde;o Iboc &eacute; gerido pela empresa norte-americana Ibiquity, dona de seus direitos. H&aacute; algo em torno de 40 patentes internacionais assegurando a sua propriedade. Possui, inclusive, um not&aacute;vel pre&ccedil;o para licenciamento: US$ 5 mil, o que seguramente assusta os radiodifusores de esta&ccedil;&otilde;es comunit&aacute;rias ou de situa&ccedil;&atilde;o financeira semelhante.<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>A transi&ccedil;&atilde;o de tecnologia, sob a bandeira do padr&atilde;o norte-americano, &eacute; bastante cara. Em seu pa&iacute;s de origem, Estados Unidos, h&aacute; um fundo n&atilde;o-governamental auxiliando as r&aacute;dios p&uacute;blicas em sua &quot;metamorfose&quot; digital (M&iacute;dia com democracia, 2006). A despeito do or&ccedil;amento, alinhado aos Estados Unidos, Canad&aacute; e M&eacute;xico optaram pela sua escolha (revista Fonte, 2005).<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>Sua vantagem mais divulgada reside na possibilidade da transi&ccedil;&atilde;o para o sistema digital ser efetuada sem exigir a troca da freq&uuml;&ecirc;ncia das emissoras. Da mesma forma, o padr&atilde;o Iboc permite que a transmiss&atilde;o da emissora seja feita para aparelhos digitais e anal&oacute;gicos, concebendo a coexist&ecirc;ncia de ambos. Em se tratando do Brasil, onde provavelmente grande parte da popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o ter&aacute; acesso imediato &agrave; nova tecnologia e, conseq&uuml;entemente, permanecer&aacute; servindo-se do r&aacute;dio anal&oacute;gico, tal atributo se mostra relevante.<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>Em sua aberta defesa, a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de R&aacute;dios e Televis&atilde;o, Abert, tem incentivado experi&ecirc;ncias com o padr&atilde;o norte-americano. Todavia, o consultor t&eacute;cnico da associa&ccedil;&atilde;o, Djalma Ferreira, reconhece que o Iboc possui not&aacute;veis falhas no que diz respeito &agrave; transmiss&atilde;o de ondas m&eacute;dias. Falhas estas acentuadas no per&iacute;odo noturno. Ainda assim, Djalma Ferreira afirma ser uma &quot;alternativa indesej&aacute;vel&quot; aguardar conclus&otilde;es sobre o padr&atilde;o DRM.<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>Outro ponto considerado negativo por muitos &eacute; que, entre os padr&otilde;es apresentados, o Iboc &eacute; o que mais apresenta barreiras &agrave; cria&ccedil;&atilde;o de novas emissoras. Este elemento poderia ser um entrave &agrave; democratiza&ccedil;&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o via r&aacute;dio.<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><span>O padr&atilde;o DRM<\/span><span>&nbsp;<\/span><\/strong><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>O padr&atilde;o DRM, embora apontado como europeu, &eacute; fruto de um extenso cons&oacute;rcio envolvendo institui&ccedil;&otilde;es europ&eacute;ias famosas, como a francesa Radio France Internacionale, a inglesa BBC, a alem&atilde; Deutsche Welle e de outros continentes, como a NHK, do Jap&atilde;o. Tamb&eacute;m constam emissoras de pa&iacute;ses fora do eixo das na&ccedil;&otilde;es desenvolvidas, como Tun&iacute;sia e Equador (CABRAL, 2006).<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>O fato de n&atilde;o contemplar a faixa FM, tem se mostrado &quot;o calcanhar de Aquiles&quot; do padr&atilde;o DRM. Embora estejam sendo realizados estudos no sentido de incluir as freq&uuml;&ecirc;ncias FM no bojo das transmiss&otilde;es do padr&atilde;o, atualmente o DRM permite somente o uso das faixas de onda m&eacute;dia, ondas tropicais e ondas curtas.<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<br \/><span><br \/><strong>Movimentos sociais<\/strong><\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>Enquanto as grandes organiza&ccedil;&otilde;es de comunica&ccedil;&atilde;o social brasileiras realizam seus testes com os padr&otilde;es que elas pr&oacute;prias escolheram, os movimentos sociais tentam ser ouvidos. A maior queixa refere-se ao perigo do interesse econ&ocirc;mico se sobrepor aos interesses da sociedade, altamente dependente de ve&iacute;culos de massa, como o r&aacute;dio.<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>Ao conceder a livre licen&ccedil;a para que os pr&oacute;prios radiodifusores fa&ccedil;am sua escolha e empreendam suas avalia&ccedil;&otilde;es &ndash; sem um debate que inclua sequer os usu&aacute;rios do r&aacute;dio &ndash;, corre-se o risco de manter a ordem vigente com a tecnologia anal&oacute;gica: poucos e grandes conglomerados de comunica&ccedil;&atilde;o, servindo aos interesses de algumas fam&iacute;lias e pol&iacute;ticos. &Eacute; o que se chama de manuten&ccedil;&atilde;o do status quo da radiodifus&atilde;o brasileira.<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>Josu&eacute; Franco Lopes, representante da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Radiodifus&atilde;o Comunit&aacute;ria no Estado do Rio Grande do Sul, ABRA&Ccedil;O-RS, declarou-se surpreso com a falta de debates em torno da digitaliza&ccedil;&atilde;o do r&aacute;dio. Para ele, no caso da radiodifus&atilde;o, a aus&ecirc;ncia de democracia no processo foi ainda mais acentuada que nos debates envolvendo a TV digital (M&iacute;dia com democracia, 2006).<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span><strong>Tribuna de debates<\/strong><\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>&Agrave; margem do processo, e sem condi&ccedil;&otilde;es de seguir os passos das grandes emissoras &ndash; que j&aacute; est&atilde;o testando o padr&atilde;o Iboc &ndash;, as r&aacute;dios comunit&aacute;rias temem a falta de recursos para se adaptarem ao caro padr&atilde;o norte-americano, exaltado pelo lobby dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o de massa privados.<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span>Em audi&ecirc;ncia p&uacute;blica na Assembl&eacute;ia Legislativa do Rio de Janeiro, em fevereiro de 2006, representantes dos movimentos sociais reclamaram da condu&ccedil;&atilde;o da digitaliza&ccedil;&atilde;o do r&aacute;dio no pa&iacute;s. Na ocasi&atilde;o foram feitas reivindica&ccedil;&otilde;es, dentre as quais a realiza&ccedil;&atilde;o de um debate claro e democr&aacute;tico por parte do governo, visando ao desenvolvimento da r&aacute;dio digital no Brasil (ZORNITTA e JUNIA).<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<span>Ironicamente, o r&aacute;dio, que n&atilde;o raro realizou um verdadeiro papel de tribuna de debates em momentos chaves da hist&oacute;ria do Brasil, atualmente encontra-se praticamente mudo quando a quest&atilde;o &eacute; debater, ou mesmo informar, sobre quest&otilde;es relativas &agrave; sua t&atilde;o esperada digitaliza&ccedil;&atilde;o.<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span><u><strong>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas:<\/strong><\/u><\/span><span>&nbsp;<\/p>\n<p><\/span><span>ANATEL. Dispon&iacute;vel aqui. Acessado em 11 de abril 2007.<\/span><span>&nbsp;<\/p>\n<p><\/span><span>CABRAL, Adilson. DRM &eacute; a nova onda da r&aacute;dio digital. Informativo eletr&ocirc;nico Sete Pontos, n. 32, fevereiro de 2006. Dispon&iacute;vel aqui. Acessado em 12 de abril de 2007. <\/span><span>&nbsp;<\/span><span>____. Converg&ecirc;ncia no s&eacute;culo da mobilidade: a hist&oacute;ria vem de longe, a revolu&ccedil;&atilde;o ainda est&aacute; no come&ccedil;o. Revista Fonte, Belo Horizonte: Prodemge, N. 03, P&aacute;g. 14 &ndash; 38, Dezembro de 2005. <\/span><span>&nbsp;<\/p>\n<p><\/span><span>FERREIRA, Djalma. O caminho do r&aacute;dio digital. Dispon&iacute;vel aqui. Acessado em 12 de abril de 2007.<\/span><span>&nbsp;<\/p>\n<p><\/span><span>MASCARENHAS, Andr&eacute;. Pa&iacute;s inicia testes de r&aacute;dio digital: a partir de hoje, Anatel autoriza r&aacute;dios a experimentar a nova tecnologia, no padr&atilde;o &quot;In Band On Channel&quot;, dos EUA. Dispon&iacute;vel aqui. Acessado em 11 de abril de 2007. <\/span><span>&nbsp;<\/p>\n<p><\/span><span>RAB&Ecirc;LO, Paulo. O r&aacute;dio digital j&aacute; come&ccedil;ou no Brasil. Sabia? Dispon&iacute;vel aqui. Acessado em 11 de abril de 2007.<\/span><span>&nbsp;<\/span><span>____. R&aacute;dio digital: decis&atilde;o antes da hora? Revista M&iacute;dia com Democracia. <\/p>\n<p>FNDC, n 03, P&aacute;g. 16 &ndash; 18, Setembro de 2006<\/span><span>&nbsp;<\/p>\n<p><\/span><span>RAMOS, Luiz Carlos. 83 anos no ar: o r&aacute;dio renovado com for&ccedil;a digital. Dispon&iacute;vel aqui. Acessado em 11 de abril de 2007.<\/span><span>&nbsp;<\/p>\n<p><\/span><span>ZORNITTA, Bruno e JUNIA, Raquel. R&aacute;dio digital: democratiza&ccedil;&atilde;o ou &quot;cala-boca tecnol&oacute;gico&quot;. Dispon&iacute;vel aqui.. Acessado em 11 de abril de 2007.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span><font size=\"3\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"images\/stories\/politica_publicacoes\/c_invertido_pq.png\" alt=\"Active Image\" width=\"15\" height=\"15\" \/><\/font><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No dia 7 de setembro de 1922, nas comemora&ccedil;&otilde;es do centen&aacute;rio do anivers&aacute;rio da independ&ecirc;ncia brasileira, os cariocas ouviram pela primeira vez, com certo espanto, o r&aacute;dio. 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