{"id":18205,"date":"2007-04-18T12:12:35","date_gmt":"2007-04-18T12:12:35","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=18205"},"modified":"2007-04-18T12:12:35","modified_gmt":"2007-04-18T12:12:35","slug":"usuarios-dos-eua-preferem-wimax-no-brasil-teles-fazem-testes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=18205","title":{"rendered":"Usu\u00e1rios dos EUA preferem WiMax; no Brasil, teles fazem testes"},"content":{"rendered":"<p>Os usu&aacute;rios de telefonia m&oacute;vel preferem WiMax (tecnologia de banda larga sem fio via IP, que permite servi&ccedil;os de voz, dados e v&iacute;deo) ao inv&eacute;s de dados no celular ou servi&ccedil;os de Wi-Fi. A pesquisa foi feita pela In-Stat Survey, em fevereiro, junto a 1,2 mil pessoas residentes nos Estados Unidos. Mais de 50% disseram que trocariam o provedor de banda larga atual que presta servi&ccedil;os para o computador dom&eacute;stico por outro que oferecesse pacotes wireless com servi&ccedil;o de banda larga para a resid&ecirc;ncia. Segundo a In-Stat, o interesse pela comunica&ccedil;&atilde;o de dados por celular caiu drasticamente quando foi feita a compara&ccedil;&atilde;o com pre&ccedil;os via WiMax.<\/p>\n<p>Enquanto o foco de WiMax est&aacute; centrado em dispositivos m&oacute;veis, que ainda demorar&atilde;o alguns anos para amadurecer, h&aacute; oportunidades reais para produtos baseados em WiMax que podem ser distribu&iacute;dos hoje, afirma a empresa de pesquisa. Entre as possibilidades est&atilde;o o suporte a servi&ccedil;os nom&aacute;dicos com cart&otilde;es de laptop e dispositivos USB, que estar&atilde;o no mercado em um ano. A integra&ccedil;&atilde;o desses servi&ccedil;os nom&aacute;dicos com o que est&aacute; dispon&iacute;vel para servi&ccedil;os fixos dar&aacute; aos provedores de WiMax um meio de diferenciarem seus servi&ccedil;os de banda larga dos demais atualmente dispon&iacute;veis, diz a In-Stat.<\/p>\n<p><strong>Brasil e regi&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>O WiMax vem sendo testado no Brasil e pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina por 16 operadoras, no m&iacute;nimo, sendo que algumas delas j&aacute; est&atilde;o em fase comercial. O Brasil, inclusive, foi considerado como um dos quatro maiores mercados do mundo para a tecnologia, segundo executivos presentes na CTIA Wireless, em Orlando, nos EUA, em mar&ccedil;o. No mercado brasileiro, empresas de todos os portes est&atilde;o interessadas na oferta do servi&ccedil;o, tanto da &aacute;rea de TV a cabo quanto telefonia fixa, ou m&oacute;vel: Oi, Brasil Telecom, Embratel e TVA, por exemplo. A edi&ccedil;&atilde;o de abril da revista TELETIME mostra como est&atilde;o as apostas e os investimentos na tecnologia, que dever&atilde;o atingir R$ 442 milh&otilde;es na Am&eacute;rica Latina, nos pr&oacute;ximos cinco anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"images\/stories\/politica_publicacoes\/c_normal_pq.png\" alt=\"Active Image\" width=\"15\" height=\"15\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os usu&aacute;rios de telefonia m&oacute;vel preferem WiMax (tecnologia de banda larga sem fio via IP, que permite servi&ccedil;os de voz, dados e v&iacute;deo) ao inv&eacute;s de dados no celular ou servi&ccedil;os de Wi-Fi. A pesquisa foi feita pela In-Stat Survey, em fevereiro, junto a 1,2 mil pessoas residentes nos Estados Unidos. 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