{"id":18066,"date":"2007-02-22T17:27:59","date_gmt":"2007-02-22T17:27:59","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=18066"},"modified":"2014-09-07T02:53:11","modified_gmt":"2014-09-07T02:53:11","slug":"desdobramentos-do-segundo-dia-da-terceira-sessao-do-pcda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=18066","title":{"rendered":"Desdobramentos do segundo dia da terceira sessao do PCDA"},"content":{"rendered":"<div>Segunda-feira passada, dia 19 de fevereiro de 2007, teve inicio a terceira sess&atilde;o do PCDA, Comit&ecirc; Provis&oacute;rio para discuss&otilde;es sobre a <a href=\"http:\/\/a2kbrasil.org.br\/Analise-dos-resultados-da\" target=\"_blank\">Agenda do Desenvolvimento da OMPI<\/a>, aqui em Genebra. Esta sess&atilde;o tem 05 dias, de 19 a 23 de fevereiro, sendo que as duas primeiras ocorreram no ano passado. Em 2005 tivemos 03 s&eacute;ries de reuni&otilde;es, tamb&eacute;m sobre a Agenda do Desenvolvimento, as ent&atilde;o chamadas IIMs, ou reuni&otilde;es inter-governamentais inter-sess&otilde;es.<\/div>\n<div class=\"BLOG_POST_CONTENT\">\n<p class=\"spip\">Como apontado no Programa <a href=\"http:\/\/www.culturalivre.org.br\/\" target=\"_blank\">Cultura Livre<\/a>, bem como mencionado no Programa <a href=\"http:\/\/www.direitodeacesso.org.br\/\" target=\"_blank\">A2K (Acesso a Conhecimento)<\/a>, ambos do <a href=\"http:\/\/www.direitorio.fgv.br\/cts\" target=\"_blank\">Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS)<\/a> da <a href=\"http:\/\/www.direitorio.fgv.br\/\" target=\"_blank\">FGV DIREITO RIO<\/a>, em todas as 05 reuni&otilde;es anteriores, havidas exclusivamente para se discutir a Agenda do Desenvolvimento (03 IIMs em 2005, mais 02 sess&otilde;es do PCDA em 2006), al&eacute;m das Assembl&eacute;ias Gerais da OMPI, de 2005 e 2006, desde a propositura da Agenda do Desenvolvimento em setembro de 2004 e no decorrer dos dois anos e meio seguintes, muito se discutiu sobre forma, em detrimento de conte&uacute;do. De modo resumido e simplista, as discuss&otilde;es giraram em torno de quest&otilde;es muito mais procedimentais do que de conte&uacute;do, muito disso devido a press&atilde;o dos Estados Unidos, da Uni&atilde;o Europ&eacute;ia e do Jap&atilde;o. Contudo, apesar de a evolu&ccedil;&atilde;o n&atilde;o ser muito ligeira, &eacute; evidente que j&aacute; se pode sentir, ainda que indiretamente, os efeitos positivos das discuss&otilde;es sobre a Agenda, tanto no &acirc;mbito internacional, bem como na esfera nacional.<\/p>\n<p class=\"spip\">No &acirc;mbito internacional pode-se ver, por exemplo, a inclus&atilde;o de limita&ccedil;&otilde;es e exce&ccedil;&otilde;es aos direitos exclusivos de radiodifusores nos debates sobre o pol&ecirc;mico <a href=\"http:\/\/a2kbrasil.org.br\/Tratado-de-Radiodifusao\" target=\"_blank\">Tratado de Radiodifus&atilde;o (Broadcasting Treaty) da OMPI<\/a>. Tamb&eacute;m muito se tem discutido sobre a reparti&ccedil;&atilde;o dos lucros provenientes da explorac&atilde;o de recursos gen&eacute;ticos, j&aacute; que diversas vezes pa&iacute;ses do hemisf&eacute;rio norte se utilizam de recursos gen&eacute;ticos provenientes de pa&iacute;ses do hemisf&eacute;rio sul, sem contudo repartir os beneficios advindos de, por exemplo, produtos patenteados e que tomaram como base recursos gen&eacute;ticos de pa&iacute;ses do hemisf&eacute;rio sul. Tal discuss&atilde;o tem ocorrido com maior frequ&ecirc;ncia tanto no &acirc;mbito da OMC (TRIPs), bem como no Comit&ecirc; sobre Recursos Gen&eacute;ticos, Conhecimentos Tradicionais e Folclore, da OMPI. Isso apenas para citar alguns poucos casos.<\/p>\n<p>Nas esferas nacional e regional, tamb&eacute;m ocorrem discuss&otilde;es grandes. Na Europa, por exemplo, atualmente se tem debatido muito sobre os DRMs (direitos digitais de gerenciamento) e TPMs (medidas tecnol&oacute;gicas de prote&ccedil;&atilde;o). Estes &uacute;ltimos s&atilde;o utilizados para controlar c&oacute;pias digitais, bem como quantas vezes e em quais tocadores digitais uma m&uacute;sica ou filme s&atilde;o escutados ou vistos. H&aacute; inclusive decis&otilde;es judiciais (Noruega, com a mesma tend&ecirc;ncia na Alemanha, Franca, Finl&acirc;ndia etc.) considerando ilegal o software iTunes, da Apple, por impedir a interoperabilidade, ou seja, porque tal software, utilizado para baixar m&uacute;sica baixada da loja virtual de m&uacute;sicas da Apple, bem como para tocar m&uacute;sicas digitais, n&atilde;o funciona com m&uacute;sicas baixadas de empresas concorrentes e que utilizam outro sistema de TPM. No mercado h&aacute; algumas variedades de tecnologia DRM\/TPM, sendo que as duas mais difundidas s&atilde;o a da Microsoft e a da Apple, sendo que uma n&atilde;o funciona (n&atilde;o &eacute; interoper&aacute;vel) com a outra, o que em &uacute;ltima inst&acirc;ncia acaba por prejudicar os consumidores. No Brasil, ve-se um forte apoio do Minist&eacute;rio da Cultura a proposta de flexibiliza&ccedil;&atilde;o da propriedade intelectual de forma a te-la como um meio para se chegar ao desenvolvimento sustent&aacute;vel, ao inv&eacute;s de a ter como um fim em si mesma.<\/p>\n<p class=\"spip\">Para quem quiser ter uma resumida retrospectiva sobre propriedade intelectual e desenvolvimento, e como e porque tal assunto muito provavelmente afeta ou afetar&aacute; a vida de todos que habitam este Planeta, sugerimos a leitura de um artigo previamente escrito: <a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=18651\" target=\"_blank\">clique aqui<\/a>.<\/p>\n<p>Retornando a terceira sess&atilde;o do PCDA, na segunda-feira passada, dia 19 de fevereiro, a reuni&atilde;o formal teve inicio com 48 minutos de atraso, ou seja, por volta das 10:48h, hor&aacute;rio de Genebra, devido a realiza&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via de v&aacute;rias reuni&otilde;es de grupos regionais. O Brasil, em nome do Grupo de pa&iacute;ses Latino-Americanos e do Caribe (GRULAC), nomeou o Embaixador Trevor Clarke, de Barbados, para presidente desta terceira sess&atilde;o do PCDA. O Embaixador Clarke acabou de ter encerrado o cargo de presidente, por um ano, do Conselho de TRIPs da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial do Com&eacute;rcio (OMC). TRIPs &eacute; o acordo integrante da OMC que trata de quest&otilde;es relacionadas a propriedade intelectual. Ou seja, o Embaixador Clarke teve atua&ccedil;&atilde;o em quest&otilde;es de propriedade intelectual no &acirc;mbito da OMC, e agora passa a ter atua&ccedil;&atilde;o no &acirc;mbito da ONU, j&aacute; que a OMPI &eacute; uma ag&ecirc;ncia especializada da ONU.<\/p>\n<p>Na interven&ccedil;&atilde;o feita pela delega&ccedil;&atilde;o do Brasil, foi dito que o Embaixador Clarke foi uma &ldquo;excelente escolha&rdquo; e que &ldquo;n&oacute;s confiamos inteiramente nele, que ser&aacute; uma pessoa boa para nos guiar para um resultado positivo&rdquo;.<\/p>\n<p>A It&aacute;lia, em nome do Grupo B, um grupo de pa&iacute;ses industrializados, apoiou a indica&ccedil;&atilde;o do Embaixador Clarke e prop&ocirc;s o Embaixador Muktar Djumaliev, do Quirguizist&atilde;o, para vice-presidente. Ambas indica&ccedil;&otilde;es foram aceitas pelo PCDA da OMPI. Mas &eacute; curioso notar a indica&ccedil;&atilde;o do Embaixador do Quirguizist&atilde;o, uma vez que foi justamente o Quirguizist&atilde;o que, literalmente, no ultimo minuto da segunda sess&atilde;o do PCDA, ocorrido em junho de 2006, colocou na mesa a proposta de an&aacute;lise das 40 propostas que devem ser discutidas nesta terceira sess&atilde;o do PCDA. Na realidade, era o Secretariado da OMPI que havia feito a sugest&atilde;o das tais 40 propostas, mas como a OMPI n&atilde;o tem poder de decis&atilde;o, ou melhor, como apenas os pa&iacute;ses-membro da OMPI &eacute; que podem fazer propostas, o Quirguizist&atilde;o estranhamente colocou a proposta na mesa como se sua fosse, o que no m&iacute;nimo levanta d&uacute;vidas sobre a imparcialidade n&atilde;o apenas do documento que traz tais propostas, mas Tamb&eacute;m do pr&oacute;prio Quirguizist&atilde;o.<\/p>\n<p>O Embaixador Clarke abriu sua participa&ccedil;&atilde;o ressaltando que ele trabalhar&aacute; de forma cautelosa, uma vez que este &eacute; um papel muito s&eacute;rio, e que at&eacute; hoje ele sabe muito pouco sobre o PCDA, mas que tem conversado com a maior quantidade poss&iacute;vel de pa&iacute;ses-membro de modo a entender melhor o que tem se passado. E ressaltou que qualquer contribui&ccedil;&atilde;o que ele possa fazer somente ser&aacute; poss&iacute;vel com o apoio de todos aqui presentes na OMPI, sendo que seu papel &eacute; facilitar o di&aacute;logo. E por fim o Embaixador Clarke ressaltou a import&acirc;ncia do documento produzido pelo Presidente da &uacute;ltima Assembl&eacute;ia Geral da OMPI, Embaixador Enrique Manalo, das Filipinas, documento este que contem as 40 propostas de relativo maior consenso &ndash; e que ser&atilde;o discutidas agora em fevereiro &ndash; e as demais propostas, com suposto maior grau de dificuldade, que ser&atilde;o discutidas na quarta sess&atilde;o do PCDA, em junho deste ano.<\/p>\n<p>E como o Embaixador Clarke tinha outro compromisso as 11:00h, ele suspendeu a reuni&atilde;o ate as 15:00h. Antes de se encerrar a parte da manh&atilde;, foram aceitos os pedidos de credenciamento ad hoc (para esta reuni&atilde;o em especifico) do Yale Information Society Project, projeto sobre a sociedade da informa&ccedil;&atilde;o da Universidade de Yale; e da Knowledge Ecology International (KEI), ONG rec&eacute;m constitu&iacute;da e do qual faz parte o Consumer Project on Technology (CPTech), de James Love.<\/p>\n<p>Na parte da tarde, houve interven&ccedil;&otilde;es de grupos regionais e de alguns pa&iacute;ses em nome pr&oacute;prio. A It&aacute;lia, em nome do Grupo B (de pa&iacute;ses desenvolvidos), ressaltou que este &eacute; o terceiro ano de discuss&otilde;es e, portanto, deve-se chegar a &ldquo;resultados tang&iacute;veis&rdquo; muito em breve, j&aacute; que o mandato do PCDA &eacute; limitado no tempo.<\/p>\n<p>A Alemanha, em nome da Comiss&atilde;o Europ&eacute;ia, agora formada por 27 pa&iacute;ses, destacou o comprometimento da Comiss&atilde;o Europ&eacute;ia para levar adiante um debate frut&iacute;fero, destacando, ainda, que promete escutar com aten&ccedil;&atilde;o as propostas dos outros grupos, de modo que se possa chegar num patamar comum onde haja consenso.<\/p>\n<p>O Marrocos sugeriu que se deva dar &ecirc;nfase ao in&iacute;cio de uma minuta de textos relacionados aos pontos de consenso, o que, segundo eles, daria uma din&acirc;mica as negocia&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>A Argentina, em nome do Grupo dos Amigos do Desenvolvimento, ressaltou que apesar de o trabalho do Presidente da Assembl&eacute;ia Geral da OMPI de 2006 ser proveitoso, os trabalhos devem ir al&eacute;m disso, e n&atilde;o se deve apenas passar item por item do documento, mas sim encontrar-se um equil&iacute;brio entre os itens resumidos. Alem disso, a Argentina argumentou que as atividades supostamente desenvolvidas pela OMPI, tal como mencionadas pelo Presidente da Assembl&eacute;ia Geral, e como constam do documento elaborado por aquele Presidente, s&atilde;o atividades desempenhadas de forma ad hoc, ou seja, para alguns casos espec&iacute;ficos. Portanto, o Grupo dos Amigos do Desenvolvimento gostaria de ver tais atividades de fato institucionalizadas dentro da OMPI. A delega&ccedil;&atilde;o da Argentina ainda ressaltou que h&aacute; muitas propostas no Anexo A (lista de itens relativamente mais f&aacute;ceis de se chegar a consenso) e no Anexo B (lista de itens relativamente mais dif&iacute;ceis de se chegar a consenso), do documento preparado pelo Presidente da Assembl&eacute;ia Geral, que se sobrep&otilde;em; concluindo por fim que o Grupo espera que todas as propostas possam ser discutidas at&eacute; o final da pr&oacute;xima sess&atilde;o em junho.<\/p>\n<p>O Paquist&atilde;o ressaltou a import&acirc;ncia de cada pa&iacute;s ter sua independ&ecirc;ncia politica para poder chegar as suas necessidades de desenvolvimento. Nesse sentido, destacou tr&ecirc;s pontos cruciais: i) o impacto da propriedade intelectual nos pre&ccedil;os de produtos essenciais: software para fins educacionais, medicamentos essenciais e livros educacionais; ii) acesso a tecnologia se tornou algo muito complicado devido a exist&ecirc;ncia das patentes, ao aumento do tempo de prote&ccedil;&atilde;o as mesmas, a insufici&ecirc;ncia descritiva dos pedidos de patentes, e aos pools de patentes, ou seja, ao patenteamento de um grande segmento tecnol&oacute;gico o que por fim acaba por impedir ou ao menos dificultar o acesso a tecnologias semelhantes ou derivadas, e iii) a persistente apropria&ccedil;&atilde;o indevida de conhecimentos tradicionais e de recursos gen&eacute;ticos.<\/p>\n<p>Jap&atilde;o e Cor&eacute;ia do Sul, cada um em sua vez, curiosamente disseram que chegaram ao desenvolvimento e crescimento econ&ocirc;mico com base no uso do sistema de propriedade intelectual. O que n&atilde;o foi dito, obviamente, &eacute; que ambos os pa&iacute;ses copiaram, por anos a fio, tecnologia estrangeira sem pagamento de royalties e somente ap&oacute;s terem um consider&aacute;vel desenvolvimento tecnol&oacute;gico &eacute; que passaram a proteger com mais vigor os direitos de propriedade intelectual.<\/p>\n<p>A Su&iacute;&ccedil;a ressaltou que n&atilde;o se deve chegar a Assembl&eacute;ia Geral deste ano, em setembro-outubro pr&oacute;ximos, sem recomenda&ccedil;&otilde;es referentes a Agenda do Desenvolvimento. E agora em fevereiro deve-se discutir os itens do Anexo A, para em junho discutir-se os itens do Anexo B.<\/p>\n<p>Os Estados Unidos disseram que n&atilde;o concordam em ter taxas vinculadas aos dep&oacute;sitos de patentes feitos via o tratado PCT (Tratado de Coopera&ccedil;&atilde;o em Mat&eacute;ria de Patentes) para o melhoramento da situa&ccedil;&atilde;o em pa&iacute;ses em desenvolvimento ou em menor grau relativo de desenvolvimento. Por fim, num ato no m&iacute;nimo curioso, os EUA ressaltaram que a Agenda do Desenvolvimento n&atilde;o foi adotada, mas t&atilde;o somente alguns pontos referentes a mesma &eacute; que est&atilde;o sendo acordados.<\/p>\n<p>Assim se encerrou o primeiro dos cinco dias de discuss&otilde;es da terceira sess&atilde;o do PCDA sobre a Agenda do Desenvolvimento da OMPI.<\/p>\n<p class=\"spip\">Para mais novidades em tempo praticamente real, continue acessando os websites dos Programas <a href=\"http:\/\/www.culturalivre.org.br\/\" target=\"_blank\">Cultura Livre<\/a>, e <a href=\"http:\/\/www.direitodeacesso.org.br\/\" target=\"_blank\">A2K<\/a> do <a href=\"http:\/\/www.direitorio.fgv.br\/cts\" target=\"_blank\">Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS)<\/a> da <a href=\"http:\/\/www.direitorio.fgv.br\/\" target=\"_blank\">FGV DIREITO RIO<\/a>.<\/p>\n<p class=\"spip\">&nbsp;<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" style=\"width: 41px; height: 35px\" src=\"images\/stories\/politica_publicacoes\/c_invertido.png\" alt=\"Sample Image\" width=\"41\" height=\"35\" \/><\/p>\n<p class=\"spip\">&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segunda-feira passada, dia 19 de fevereiro de 2007, teve inicio a terceira sess&atilde;o do PCDA, Comit&ecirc; Provis&oacute;rio para discuss&otilde;es sobre a Agenda do Desenvolvimento da OMPI, aqui em Genebra. 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