{"id":24190,"date":"2010-03-31T13:05:27","date_gmt":"2010-03-31T13:05:27","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=24190"},"modified":"2014-09-07T02:59:41","modified_gmt":"2014-09-07T02:59:41","slug":"objetivo-do-governo-com-plano-e-criar-concorrencia","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=24190","title":{"rendered":"Objetivo do governo com plano \u00e9 criar concorr\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"padrao\">A audi&ecirc;ncia p&uacute;blica sobre o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) realizada ontem (30), na Comiss&atilde;o de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia Comunica&ccedil;&atilde;o e Inform&aacute;tica (CCTCI) da C&acirc;mara dos Deputados foi mais uma vez palco da disputa sobre o modelo a ser adotado para o que o governo pretende ser um programa para massificar o acesso &agrave; internet em alta velocidade no pa&iacute;s. Os temas principais da disputa s&atilde;o o regime de presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o da banda larga e tamb&eacute;m a reativa&ccedil;&atilde;o da Telebr&aacute;s, ou seja, o papel do Estado na oferta do servi&ccedil;o. O secret&aacute;rio de Log&iacute;stica e Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio do Planejamento Rog&eacute;rio Santanna, que tamb&eacute;m &eacute; membro do Grupo de Trabalho criado pelo Governo Federal para elabora&ccedil;&atilde;o do PNBL, afirmou que a quest&atilde;o central do plano n&atilde;o &eacute; se o servi&ccedil;o da banda larga &eacute; prestado em regime p&uacute;blico ou privado, mas sim como fazer para aumentar a concorr&ecirc;ncia entre os atores e tirar as concession&aacute;rias de telecomunica&ccedil;&otilde;es que prestam servi&ccedil;o de internet da &ldquo;zona de conforto&rdquo; em que se encontram. <\/p>\n<p>Na semana passada, em outra audi&ecirc;ncia p&uacute;blica realizada na C&acirc;mara, entidades de defesa do consumidor &ndash; a ProTeste e o Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (Idec) &ndash; e do direito &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o &ndash; Intervozes &#8211; Coletivo Brasil de Comunica&ccedil;&atilde;o Social &ndash; defenderam a ado&ccedil;&atilde;o do regime p&uacute;blico como quest&atilde;o chave para a universaliza&ccedil;&atilde;o da banda larga (<a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=24154\">saiba mais<\/a>). Ontem, Santanna defendeu que o regime p&uacute;blico n&atilde;o resolveu o problema da telefonia fixa porque, neste setor, &ldquo;n&atilde;o teve concorr&ecirc;ncia&rdquo;. Portanto, para o secret&aacute;rio, este n&atilde;o deve ser o centro do debate. <\/p>\n<p>A tentativa do representante do governo de tirar o foco da discuss&atilde;o da natureza do servi&ccedil;o e colocar na concorr&ecirc;ncia, aponta para uma j&aacute; poss&iacute;vel defini&ccedil;&atilde;o do governo sobre o tema. Refor&ccedil;a a ideia de que o governo n&atilde;o mexer&aacute; no regime de presta&ccedil;&atilde;o do Servi&ccedil;o de Comunica&ccedil;&atilde;o Multim&iacute;dia (SCM) o pedido feito por Santanna para que os deputados votem a favor do Projeto de Lei 1.481\/07, que estava ontem na pauta do plen&aacute;rio da C&acirc;mara, mas cuja vota&ccedil;&atilde;o foi novamente adiada. O PL muda substancialmente o car&aacute;ter do Fundo Nacional de Universaliza&ccedil;&atilde;o das Telecomunica&ccedil;&otilde;es (Fust), criando a possibilidade de seus recursos serem usados nos servi&ccedil;os prestados em regime privado &#8211; como a banda larga. O secret&aacute;rio, entretanto, seguiu afirmando que &ldquo;nada foi resolvido at&eacute; agora&rdquo;.<\/p>\n<p><strong>A favor do regime p&uacute;blico<\/strong><\/p>\n<p>Em defesa da presta&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os de banda larga em regime p&uacute;blico, posicionou-se, t&atilde;o somente, o representante da empresa p&uacute;blica Inform&aacute;tica de Munic&iacute;pios Associados (IMA), Pedro Jaime Ziller, que relembrou tamb&eacute;m que as discuss&otilde;es da reativa&ccedil;&atilde;o da Telebr&aacute;s permeiam os debates da C&acirc;mara dos Deputados desde 2003. Ziller, ex-conselheiro da Ag&ecirc;ncia Nacional de Telecomunica&ccedil;&otilde;es (Anatel), foi taxativo quanto &agrave; impossibilidade de o setor privado prestar o servi&ccedil;o de banda larga de forma a universaliz&aacute;-lo sem que isso se d&ecirc; no regime p&uacute;blico.<\/p>\n<p>Apoiando-se na fala do representante das prestadoras, Jos&eacute; Fernandes Pauletti, que afirmou que o papel do Estado deveria ser fazer chegar a internet onde &ldquo;n&atilde;o havia interesse das operadoras&rdquo; por n&atilde;o haver &ldquo;mercado&rdquo;, Ziller defendeu a reativa&ccedil;&atilde;o da Telebr&aacute;s e a cria&ccedil;&atilde;o de subsidi&aacute;rias para presta&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os finais. Segundo ele, n&atilde;o se pode deixar um servi&ccedil;o essencial nas m&atilde;os de quem s&oacute; pode prest&aacute;-los a partir da l&oacute;gica de mercado.<\/p>\n<p>&ldquo;Se n&atilde;o fosse um acordo do governo pela troca de metas do Plano Geral de Metas e Universaliza&ccedil;&atilde;o do Servi&ccedil;o de Telefone Fixo Comutado por internet nas Escolas P&uacute;blicas, por exemplo, isso n&atilde;o teria sido feito pelas concession&aacute;rias&rdquo;, afirmou Ziller, que estava na Anatel quando houve a mudan&ccedil;a no PGMU. &ldquo;Estados e munic&iacute;pios precisam ter acesso &agrave;s redes p&uacute;blicas. &Eacute; necess&aacute;rio e oportuno que a presta&ccedil;&atilde;o desse servi&ccedil;o seja em regime p&uacute;blico, conforme deixa muito clara a Lei Geral de Telecomunica&ccedil;&otilde;es em seu artigo 64.&rdquo;<\/p>\n<p>Ziller lembrou que o que est&aacute; em quest&atilde;o com a discuss&atilde;o do Plano Nacional de Banda Larga &eacute; fundamentalmente a democratiza&ccedil;&atilde;o dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o, para a proporcionar a pluralidade e a diversidade de forma a n&atilde;o mais fazer dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o indutores da forma&ccedil;&atilde;o de consensos.<\/p>\n<p><strong>Telebr&aacute;s, pomo da disc&oacute;rdia<\/strong><\/p>\n<p>A fala de Rog&eacute;rio Santanna polarizou principalmente com a de Jos&eacute; Fernandes Pauletti, representante Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Concession&aacute;rias de Servi&ccedil;o Telef&ocirc;nico Fixo Comutado (Abrafix), obviamente n&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao regime em que deve ser prestado a banda larga. O tema da disc&oacute;rdia entre governo e empres&aacute;rios segue sendo a reativa&ccedil;&atilde;o da Telebr&aacute;s, e, mais especificamente, a fun&ccedil;&atilde;o que dever&aacute; cumprir a estatal na execu&ccedil;&atilde;o do PNBL.<\/p>\n<p>Na opini&atilde;o de Pauletti, n&atilde;o &eacute; papel do Estado, em princ&iacute;pio e no atual modelo, atender ao usu&aacute;rio final. Para o representante empresarial, o Estado deve se ater &agrave; tarefa de organizar os debates sobre o PNBL e tamb&eacute;m favorecer que haja o uso intensivo das infraestruturas existentes. <\/p>\n<p>Santanna n&atilde;o deixou claro se o Estado vai ou n&atilde;o prestar a &uacute;ltima milha &ndash; levar o servi&ccedil;o at&eacute; a porta da casa dos usu&aacute;rios, como temem &agrave;s concession&aacute;rias. O secret&aacute;rio defendeu que a Telebr&aacute;s &eacute; fundamental para o que ele chamou de &ldquo;mudan&ccedil;a de paradigma tecnol&oacute;gico&rdquo; que estaria em curso no Brasil. <\/p>\n<p>Segundo o secret&aacute;rio, neste novo cen&aacute;rio, onde aparentemente n&atilde;o h&aacute; mercado para as concession&aacute;rias hoje pode haver amanh&atilde; e o Estado tamb&eacute;m poderia atuar nessas &aacute;reas e ainda ter rendimentos. Para Santanna o crit&eacute;rio da inova&ccedil;&atilde;o pode ser um boa aliada das novas tecnologias, e citou o Google e o Skype como modelos de servi&ccedil;o que &ldquo;exploraram o inusitado e se deram bem&rdquo;. O recado velado de Santanna aos empres&aacute;rios foi: invistam em outros servi&ccedil;os. &nbsp;<\/p>\n<p><strong>Rede p&uacute;blica e soberania<\/strong><\/p>\n<p>O secret&aacute;rio defendeu que a Telebr&aacute;s e n&atilde;o os Correios, como quer o agora ex-ministro das Comunica&ccedil;&otilde;es H&eacute;lio Costa, ou a Serpro, como andou sendo ventilado na m&iacute;dia esta semana, seja a gestora do PNBL. A favor da Telebr&aacute;s pesam o fato de que o Brasil n&atilde;o tem ofertantes suficientes para atingir a grande maioria da popula&ccedil;&atilde;o estruturalmente &ndash; ou seja, faltam os backbones (estrutura central de cabos) e backhauls (as estruturas que d&atilde;o acesso aos estados e munic&iacute;pios) necess&aacute;rios &ndash; e a necessidade da exist&ecirc;ncia de uma rede p&uacute;blica tamb&eacute;m como uma quest&atilde;o de soberania nacional.<\/p>\n<p>&ldquo;Ter o controle das comunica&ccedil;&otilde;es, ter uma rede pr&oacute;pria do Estado nos dias de hoje &eacute; t&atilde;o estrat&eacute;gico como ter submarinos e outros aparatos de defesa nacional&rdquo;, afirmou o secret&aacute;rio. &ldquo;Como ser&aacute; a situa&ccedil;&atilde;o do Brasil se em um momento de conflito mundial depender de um sat&eacute;lite que est&aacute; nas m&atilde;os de uma empresa estrangeira, que &eacute; influ&ecirc;ncia de outra na&ccedil;&atilde;o? Em um poss&iacute;vel conflito de interesses, eles podem deixar o Brasil incomunic&aacute;vel. As for&ccedil;as de defesa de uma pa&iacute;s precisam de autonomia nas comunica&ccedil;&otilde;es.&rdquo;<\/p>\n<p>A falta de uma infraestrutura de cabeamento que atenda &agrave; grande maioria da popula&ccedil;&atilde;o, para Santanna, tamb&eacute;m estaria resolvida com a revitaliza&ccedil;&atilde;o da Telebr&aacute;s. A estatal tem uma rede de aproximadamente 20 mil quil&ocirc;metros de fibra &oacute;tica que pode ser usada na expans&atilde;o da banda larga, al&eacute;m dos ativos de energia das redes da Eletronorte e da Eletrobr&aacute;s que tamb&eacute;m podem ser usados.<\/p>\n<p>Apesar de n&atilde;o ter deixado expl&iacute;cito isso em sua fala, Santanna mostrou-se pr&oacute;ximo a ideia de a Telebr&aacute;s servir como um &oacute;rg&atilde;o catalizador da concorr&ecirc;ncia entre grandes e pequenos provedores e chegando, possivelmente com a ajuda destes &uacute;ltimos, onde n&atilde;o h&aacute; interesse dos primeiros. N&atilde;o informou, por&eacute;m, se o governo vai ou n&atilde;o prestar a chamada &uacute;ltima milha, ou seja, se tornar ele mesmo um provedor p&uacute;blico de internet.<\/p>\n<p>Santanna mostrou-se, a princ&iacute;pio, motivado com a instabilidade que gera a discuss&atilde;o da Telebr&aacute;s para as concession&aacute;rias, que na opini&atilde;o do secret&aacute;rio s&oacute; fazem concess&otilde;es sob press&atilde;o e amea&ccedil;a do Estado. &ldquo;&Agrave;s vezes a instabilidade ajuda, porque est&aacute;vamos acomodados. Se as concession&aacute;rias continuarem achando que o Estado &eacute; um le&atilde;o sem dentes v&atilde;o continuar como est&atilde;o. S&oacute; quando acham que v&atilde;o ter concorrentes &eacute; que se movimentam, como no caso da banda larga. Podem ver: as empresas de telecomunica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o as campe&atilde;s de reclama&ccedil;&atilde;o no Procon.&rdquo; <\/p>\n<p>Ao responder &agrave;s provoca&ccedil;&otilde;es do Secret&aacute;rio, Pauletti avaliou que o governo acerta no diagn&oacute;stico sobre os desafios da banda larga, mas erra nas conclus&otilde;es que, ainda na opini&atilde;o do representante da Abrafix, s&atilde;o tendenciosas. As concession&aacute;rias parecem temer que a Telebr&aacute;s venha a ter facilidades que dificultem a concorr&ecirc;ncia em p&eacute; de igualdade entre os atores p&uacute;blicos e privados. <\/p>\n<p>&ldquo;Os competidores devem ser tratados de forma ison&ocirc;mica e devem poder utilizar os fundos tamb&eacute;m de forma ison&ocirc;mica, bem como participar das licita&ccedil;&otilde;es. Devemos todos estar submetidos &agrave; mesma regra&rdquo;, advertiu Pauletti. O empres&aacute;rio disse ainda que a diminui&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o das tarifas da telefonia &ndash; e , supostamente, tamb&eacute;m dos demais servi&ccedil;os de comunica&ccedil;&atilde;o &ndash;, citada por Rog&eacute;rio Santanna nas cr&iacute;ticas &agrave;s teles, dependia tamb&eacute;m da diminui&ccedil;&atilde;o da carga tribut&aacute;ria cobrada pelo Estado a este servi&ccedil;o.<\/p>\n<p><strong>Pequenos a favor do PNBL<\/strong><\/p>\n<p>Ao contr&aacute;rio das grandes operadoras de telecomunica&ccedil;&otilde;es, os pequenos provedores de internet est&atilde;o alinhado com o governo federal. O representante da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Pequenos Provedores de Internet e Telecomunica&ccedil;&otilde;es (Abrappit), Ricardo Sanchez, defendeu a reativa&ccedil;&atilde;o da Telebr&aacute;s. Segundo ele, a associa&ccedil;&atilde;o, desde o in&iacute;cio do debate do PNBL, vem fazendo testes de uso da rede p&uacute;blica j&aacute; existente e, atualmente, 250 pequenos provedores est&atilde;o usando a rede da Eletrobr&aacute;s para prestar internet por r&aacute;dio para alguns munic&iacute;pios do pa&iacute;s. Segundo Sanchez isso responde a uma das perguntas iniciais da deputada proponente da audi&ecirc;ncia, Luiza Erundina (PSB-SP), sobre a viabilidade da rede das redes que possivelmente ser&atilde;o geridas pela Telebr&aacute;s. <\/p>\n<p>Sanchez defende justamente que a Telebr&aacute;s atue como a tal catalizadora da concorr&ecirc;ncia entre os pequenos e grande provedores, visto que os primeiros n&atilde;o querem chegar onde n&atilde;o h&aacute; um grande mercado a ser explorado e os pequenos provedores poderiam contar com a rede p&uacute;blicas para n&atilde;o mais depender das rede que est&atilde;o sob dom&iacute;nio das concession&aacute;rias.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>   \t \t \t \t \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"padrao\">Audi&ecirc;ncia na C&acirc;mara mostra que PNBL vai reativar Telebr&aacute;s para ser concorrente de mercado; n&atilde;o deve haver mudan&ccedil;a da banda larga para regime p&uacute;blico<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[40],"tags":[1123],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/24190"}],"collection":[{"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=24190"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/24190\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":28096,"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/24190\/revisions\/28096"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=24190"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=24190"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=24190"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}