{"id":22191,"date":"2008-11-27T23:12:26","date_gmt":"2008-11-27T23:12:26","guid":{"rendered":"https:\/\/obscom.intervozes.org.br\/wordpress\/?p=22191"},"modified":"2014-09-07T02:57:39","modified_gmt":"2014-09-07T02:57:39","slug":"entidades-denunciam-estado-e-emissoras-por-irregularidades","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/?p=22191","title":{"rendered":"Entidades denunciam Estado e emissoras por irregularidades"},"content":{"rendered":"<p> \t<!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> \t      <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm\" class=\"western padrao\"><span class=\"padrao\">Em outubro de 2007, venceram as concess&otilde;es de importantes emissoras brasileiras de TV, entre as quais as cinco pr&oacute;prias das Organiza&ccedil;&otilde;es Globo e as &quot;cabe&ccedil;as-de-rede&quot; da Record e da Bandeirantes. O encerramento do prazo serviu de gancho para que v&aacute;rias entidades questionassem o sistema de outorgas no Brasil por meio da Campanha por Democracia e Transpar&ecirc;ncia nas Concess&otilde;es de R&aacute;dio e TV. A iniciativa reuniu movimentos sociais e organiza&ccedil;&otilde;es da &aacute;rea da comunica&ccedil;&atilde;o em torno desta bandeira, mobiliza&ccedil;&atilde;o que conseguiu dar aos processos um novo car&aacute;ter, intervindo especialmente para evitar que as renova&ccedil;&otilde;es fossem feitas de maneira autom&aacute;tica e sem participa&ccedil;&atilde;o da sociedade, como historicamente tem ocorrido.<\/p>\n<p>Como resultado da a&ccedil;&atilde;o de entidades ligadas &agrave; campanha, foi realizada hoje (27) audi&ecirc;ncia p&uacute;blica na Comiss&atilde;o de Ci&ecirc;ncia, Tecnologia, Comunica&ccedil;&atilde;o e Inform&aacute;tica (CCTCI) da C&acirc;mara dos Deputados para debater a renova&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es vencidas em 2007 e o sistema brasileiro de outorgas de r&aacute;dio e TV. Entre den&uacute;ncias, questionamentos e propostas, prevaleceram as cr&iacute;ticas ao Executivo, embora por motivos diferentes. Na &oacute;tica das entidades da sociedade civil e de parlamentares, o governo federal n&atilde;o fiscaliza os concession&aacute;rios, permitindo que estes cometam abusos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o e aos preceitos constitucionais. <\/p>\n<p>Em um documento assinado por v&aacute;rios movimentos sociais e entidades [<a href=\"http:\/\/www.intervozes.org.br\/noticias\/resolveuid\/9a7bc3412138e1f36843598b110deba0\" target=\"_blank\">veja aqui<\/a> ], as organiza&ccedil;&otilde;es questionaram por que o minist&eacute;rio n&atilde;o fiscaliza as exig&ecirc;ncias legais m&iacute;nimas existentes hoje, como as restri&ccedil;&otilde;es referentes &agrave; publicidade, o &iacute;ndice m&iacute;nimo para programas jornal&iacute;sticos e educativos e os limites de propriedade constantes no marco normativo do setor. &quot;&Eacute; inadmiss&iacute;vel que o Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es n&atilde;o fiscalize exig&ecirc;ncias b&aacute;sicas&quot;, contestou Jonas Valente, do Intervozes &ndash; Coletivo Brasil de Comunica&ccedil;&atilde;o Social.<\/p>\n<p>Jos&eacute; Soter, da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Radiodifus&atilde;o Comunit&aacute;ria (Abra&ccedil;o) e do F&oacute;rum Nacional pela Democratiza&ccedil;&atilde;o da Comunica&ccedil;&atilde;o (FNDC), refor&ccedil;ou a cr&iacute;tica, evidenciando o tratamento diferenciado dispensado pelos &oacute;rg&atilde;os reguladores &agrave;s m&iacute;dias comercial e comunit&aacute;ria. &quot;H&aacute; uma fiscaliza&ccedil;&atilde;o muito r&iacute;gida em rela&ccedil;&atilde;o ao conte&uacute;do das comunit&aacute;rias e uma permissividade muito grande em rela&ccedil;&atilde;o as comerciais&quot;, disparou o ativista. &quot;A &aacute;rea de fiscaliza&ccedil;&atilde;o ainda est&aacute; muito d&eacute;bil&quot;, refor&ccedil;ou o deputado Jorge Bittar (PT-RJ). <\/p>\n<p><strong>Empres&aacute;rios e minist&eacute;rio culpam burocracia<\/strong><\/p>\n<p>Os concession&aacute;rios tamb&eacute;m criticaram o Executivo Federal, mas pelo excesso de burocracia. &quot;As empresas por for&ccedil;a de lei s&atilde;o obrigadas a entregar uma s&eacute;rie de documentos e atender as exig&ecirc;ncias legais. Isso nem sempre &eacute; f&aacute;cil, mas temos um prazo para cumprir&quot;, disse Deniz Munhoz, da Rede TV e representante da <span style=\"font-style: normal\">Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Radiodifusores (Abra)<\/span>. &quot;Desde os primeiros debates, citamos a demora nos processos de renova&ccedil;&atilde;o e outorgas. H&aacute; necessidade de uma norma que se estabele&ccedil;a um prazo para as autoridades respons&aacute;veis pela renova&ccedil;&atilde;o&quot;, sugeriu Marcelo Cordeiro, da Rede Record. <\/p>\n<p>O Consultor Jur&iacute;dico do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es, Marcelo Bechara, concordou com os empres&aacute;rios. &quot;O processo de renova&ccedil;&atilde;o &eacute; extremamente burocr&aacute;tico. Ningu&eacute;m tem d&uacute;vidas com rela&ccedil;&atilde;o a isso. J&aacute; passou da hora de termos uma uniformiza&ccedil;&atilde;o dos procedimentos&quot;, afirmou. Para o representante do Minicom, a raz&atilde;o &eacute; a falta de estrutura do &oacute;rg&atilde;o. &quot;O fechamento de delegacias no governo passado ainda pesa sobre os servidores. Todos os processos se concentram em Bras&iacute;lia&quot;, apontou.<\/p>\n<p><strong>&ldquo;Falta vontade pol&iacute;tica&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p>Jos&eacute; Soter contestou a justificativa de Bechara, indicando que a alega&ccedil;&atilde;o da falta de estrutura seria uma desculpa para a fiscaliza&ccedil;&atilde;o deficiente. &quot;Por tr&aacute;s das causas alegadas, de falta de infra-estrutura, est&aacute; escondida uma falta de vontade pol&iacute;tica para o Estado n&atilde;o exercer sua fun&ccedil;&atilde;o&quot;, disse. Jonas Valente, do Intervozes, questionou, sem resposta, o porqu&ecirc; de um governo que tem realizado tantos concursos e criado novas estruturas n&atilde;o ter incrementado a estrutura do Minicom e sugeriu &agrave; CCTCI que fa&ccedil;a uma audi&ecirc;ncia p&uacute;blica com o Minist&eacute;rio do Planejamento para discutir provid&ecirc;ncias emergenciais referentes aos recursos f&iacute;sicos e humanos da pasta das Comunica&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>Marcelo Bechara anunciou que o minist&eacute;rio contratou a consultoria da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas para modernizar procedimentos internos e, qui&ccedil;&aacute;, apresentar propostas de reforma na legisla&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea. Jonas Valente destacou que as propostas de mudan&ccedil;as, para irem ao encontro do esp&iacute;rito da audi&ecirc;ncia, precisariam ser submetidas a uma consulta p&uacute;blica, de modo a incorporar sugest&otilde;es da popula&ccedil;&atilde;o para que o sistema de outorgas de radiodifus&atilde;o responda melhor aos seus anseios.<\/p>\n<p>O documento de organiza&ccedil;&otilde;es da sociedade civil e de movimentos sociais tamb&eacute;m questionou o minist&eacute;rio pelo n&atilde;o encaminhamento de renova&ccedil;&otilde;es at&eacute; o encerramento do prazo da nova outorga, fato que teria resultado no arquivamento de 184 processos de r&aacute;dios e TVs. Valente e S&oacute;ter criticaram fortemente a falta de transpar&ecirc;ncia do Executivo nos processos de outorga, citando a falta de resposta do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es a um pedido de informa&ccedil;&otilde;es do Intervozes, da Central &Uacute;nica dos Trabalhadores (CUT) e da Uni&atilde;o Nacional dos Estudantes (UNE) sobre as concess&otilde;es vencidas em 2007. As entidades anunciaram que entrariam com um Mandado de Seguran&ccedil;a para obter as informa&ccedil;&otilde;es, mas Marcelo Bechara afirmou que o &oacute;rg&atilde;o disponibilizar&aacute; as informa&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p><strong>Obriga&ccedil;&otilde;es e compromissos das emissoras<\/strong><\/p>\n<p>Para al&eacute;m da fiscaliza&ccedil;&atilde;o, as entidades participantes da audi&ecirc;ncia propuseram novas obriga&ccedil;&otilde;es para constar nos termos aditivos ao contrato de concess&atilde;o, que deve ser assinado ao final do processo de renova&ccedil;&atilde;o [<a href=\"http:\/\/www.intervozes.org.br\/noticias\/resolveuid\/4db54b7f8c1fa9badc3a92d8233bc886\" target=\"_blank\">veja aqui<\/a> ]. Entre as propostas est&atilde;o a &ldquo;proibi&ccedil;&atilde;o de arrendamento ou subconcess&atilde;o total ou parcial da outorga por parte do concession&aacute;rio&rdquo;; o cumprimento dos incisos II e III do artigo 221 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, que prev&ecirc;em um percentual de produ&ccedil;&atilde;o regional e est&iacute;mulo &agrave; produ&ccedil;&atilde;o independente, em termos determinados pela C&acirc;mara dos Deputados; o estabelecimento de ouvidorias e Conselhos de Programa&ccedil;&atilde;o; a classifica&ccedil;&atilde;o da programa&ccedil;&atilde;o quanto ao g&ecirc;nero e a garantia de acessibilidade para pessoas com defici&ecirc;ncia. <\/p>\n<p>A deputada Luiza Erundina (PSB-SP), que prop&ocirc;s a audi&ecirc;ncia, manifestou-se favor&aacute;vel ao acr&eacute;scimo de cl&aacute;usulas no contrato das concession&aacute;rias. &quot;O Decreto 52.795\/63 [Regulamento dos Servi&ccedil;os de Radiodifus&atilde;o] j&aacute; estabelece a necessidade de se aditar a renova&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es. Ap&oacute;s 10 anos de r&aacute;dio e 15 de TV coloca-se a necessidade de se rever os crit&eacute;rios e as exig&ecirc;ncias. O Decreto 88.066\/83 traz as cl&aacute;usulas atuais, que devem ser alteradas, adequando as que definem os crit&eacute;rios para a renova&ccedil;&atilde;o&quot;, defendeu Erundina.<\/p>\n<p>Segundo Jonas Valente, tais pontos contribuiriam para que as emissoras cumprissem sua fun&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;o p&uacute;blico. O representante do Intervozes tamb&eacute;m apresentou um Termo de Compromisso P&uacute;blico elaborado pelas organiza&ccedil;&otilde;es que objetiva estabelecer acordos com as emissoras em rela&ccedil;&atilde;o a princ&iacute;pios de atendimento do interesse p&uacute;blico [<a href=\"http:\/\/www.intervozes.org.br\/noticias\/resolveuid\/0e528460e8a21954dc4ba49b23e0fe24\" target=\"_blank\">veja aqui<\/a> ].<\/p>\n<p><strong>Abert diz que emissoras n&atilde;o precisam atender &ldquo;todo o p&uacute;blico&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p>O consultor jur&iacute;dico da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Emissoras de R&aacute;dio e Televis&atilde;o (Abert), Alexandre Jobim, rebateu, diferenciando as responsabilidades dos tr&ecirc;s sistemas previstos na Constitui&ccedil;&atilde;o Brasileira. &quot;Os concession&aacute;rios comerciais n&atilde;o precisam atender todo o p&uacute;blico, uma vez que pertencem ao sistema privado&quot;, argumentou. &quot;Embora haja tr&ecirc;s sistemas, a radiodifus&atilde;o &eacute; servi&ccedil;o p&uacute;blico e, portanto, precisa haver mecanismos institucionais que permitam ao p&uacute;blico acompanhar a programa&ccedil;&atilde;o e opinar no momento da renova&ccedil;&atilde;o&quot;, respondeu Jonas Valente.<\/p>\n<p>Al&eacute;m das propostas das entidades, foram apresentadas in&uacute;meras den&uacute;ncias de viola&ccedil;&otilde;es dos direitos humanos pelas emissoras, casos de desrespeito flagrante &agrave;s exig&ecirc;ncias legais atuais e de neglig&ecirc;ncia por parte do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es [<a href=\"http:\/\/www.intervozes.org.br\/noticias\/resolveuid\/9a7bc3412138e1f36843598b110deba0\" target=\"_blank\">veja aqui<\/a> ]. Jobim, da Abert, alegou que n&atilde;o poderia respond&ecirc;-las, por t&ecirc;-las recebido naquele momento, mas afirmou que n&atilde;o compactuava com todos os desvios e distor&ccedil;&otilde;es cometidos por emissoras de r&aacute;dio e TV.<strong><\/p>\n<p>Altera&ccedil;&atilde;o do marco legal<\/p>\n<p><\/strong>Os participantes n&atilde;o se ativeram apenas &agrave; an&aacute;lise do Executivo e propuseram a mudan&ccedil;a do marco normativo da radiodifus&atilde;o brasileira [<a href=\"http:\/\/www.intervozes.org.br\/noticias\/resolveuid\/12cf02e4dfaf386cca95f22f05603139\">veja aqui as propostas apresentadas pelas entidades<\/a> ]. &quot;A lei atual, de 1962 &eacute; de um anacronismo in&uacute;til. &Eacute; um cad&aacute;ver insepulcro e n&atilde;o se sabe exatamente o que fazer com ela. &Eacute; ela que regula&quot;, enfatizou veementemente o professor da Universidade de Bras&iacute;lia Murilo Ramos. <\/p>\n<p>Em resposta, a deputada Luiza Erundina e os deputados Walter Pinheiro (PT-BA) e Jorge Bittar (PT-RJ) defenderam a realiza&ccedil;&atilde;o da Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o. &quot;A Confer&ecirc;ncia Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o pode dar ao governo o respaldo popular para promover a iniciativa legal que pode criar esse novo aspecto legislativo que permita botar o dedo na ferida&quot;, defendeu Pinheiro, presidente da CCTCI. &quot;Este debate deve apontar algo que precisa culminar com uma Confer&ecirc;ncia Nacional, que aponte para um marco legal que possibilite a democratiza&ccedil;&atilde;o dos meios e o controle social para que o patrim&ocirc;nio p&uacute;blico seja apropriado pelo povo&quot;, acrescentou Luiza Erundina.<\/p>\n<p><strong>*********************************************<\/strong><\/p>\n<p><u><strong>VEJA TAMB&Eacute;M:<\/strong><\/u><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=22221\">&#8211; Comiss&atilde;o aprova propostas de moderniza&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o<\/a><br \/><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=22284\">&#8211; Dossi&ecirc; re&uacute;ne den&uacute;ncias sobre viola&ccedil;&otilde;es de direitos humanos na TV<\/a><br \/><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=22290\">&#8211; Arrendamento de tempo de programa&ccedil;&atilde;o evidencia uso indevido de outorgas de TV<\/a><br \/><a href=\"http:\/\/localhost\/intervozes_direitoacomunicacao\/wordpress\/?p=22310\">&#8211; Deputados querem novas cl&aacute;usulas em contratos de outorga de r&aacute;dio e TV<\/a><\/span>     <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em audi\u00eancia p\u00fablica, organiza\u00e7\u00f5es sociais criticaram governo por falta de fiscaliza\u00e7\u00e3o, enquanto empres\u00e1rios pediram desburocratiza\u00e7\u00e3o; minist\u00e9rio anunciou moderniza\u00e7\u00e3o do tr\u00e2mite de outorgas<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[40],"tags":[106],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/22191"}],"collection":[{"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=22191"}],"version-history":[{"count":4,"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/22191\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":27971,"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/22191\/revisions\/27971"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=22191"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=22191"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/obscom.intervozes.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=22191"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}